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Pavilhão Pecuário da Expo Cocari 2026 destaca inovação, genética e oportunidades de negócios para produtores

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Estrutura completa para a evolução da pecuária

O Pavilhão Pecuário da Expo Cocari 2026 será um dos principais destaques do evento, oferecendo uma experiência completa para produtores. O espaço combina inovação tecnológica, orientação técnica e oportunidades comerciais, pensado para impactar diretamente a produtividade e a rentabilidade das propriedades rurais.

Em parceria com empresas referência no setor, o pavilhão proporciona acesso a soluções modernas, integrando saúde animal, nutrição, genética e infraestrutura.

Produtos veterinários e manejo seguro

Entre os destaques estão produtos veterinários de alta performance, além de rações e suplementos minerais que promovem saúde e equilíbrio nutricional do rebanho em todas as fases de produção.

O produtor também encontrará equipamentos de infraestrutura, como troncos de contenção, que aumentam segurança, bem-estar animal e eficiência no manejo diário.

Genética bovina e oportunidades de negócios

O Pavilhão Pecuário oferece acesso à genética bovina de ponta, com ofertas especiais de sêmen, permitindo investimentos em melhoramento genético com condições diferenciadas.

Todos os produtos e serviços poderão ser adquiridos no Balcão de Negócios da Expo Cocari, com descontos reais e prazos facilitados, integrando planejamento estratégico e inovação para a propriedade.

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Suplementação animal e alimentação de qualidade

Um dos destaques da suplementação é o Mix Vegetal Cocari, composto natural de cereais — quireras de soja e milho sem conservantes — que atende às necessidades nutricionais do rebanho durante o ano inteiro, especialmente em períodos de escassez de pastagem.

O pavilhão também apresentará o portfólio completo de rações Cocari, incluindo:

  • Eurotop para gado de corte e leite;
  • Rações para ovinos, caprinos e peixes;
  • Linha completa para pets de todos os portes;
  • Concentrados para suínos e aves.
Fomento à piscicultura e produção integrada

O espaço de Piscicultura permitirá que os produtores conheçam o sistema de integração, com orientações da equipe de Fomento para quem deseja iniciar ou ampliar a produção.

Na Barraca Central da Expo Cocari, o público poderá adquirir filé de tilápia, valorizando a produção integrada da cooperativa.

Data e local do evento

A Expo Cocari 2026 será realizada nos dias 3, 4 e 5 de fevereiro, no Centro Tecnológico Cocari (CTC), em Mandaguari (PR).

O evento promete conectar produtores, empresas e especialistas, transformando conhecimento e inovação em soluções práticas para o campo.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Mercado de arroz segue travado em abril, com preços firmes e baixa liquidez no Brasil

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A primeira quinzena de abril consolidou um cenário de baixa liquidez no mercado de arroz, marcado pelo desalinhamento entre a oferta potencial e a disponibilidade efetiva do produto. Segundo o analista e consultor da Safras & Mercado, Evandro Oliveira, a formação de preços segue descolada do fluxo de negociações.

De acordo com ele, o comportamento do produtor tem sido determinante nesse contexto. A retenção estratégica dos estoques, motivada por margens abaixo do custo de produção, limita a oferta no mercado e reduz o volume de negócios.

Intervalo de preços indica estabilidade artificial no mercado

Durante o período, as cotações oscilaram dentro de uma faixa entre R$ 61 e R$ 68 por saca de 50 quilos, configurando um piso no curto prazo. No entanto, essa estabilidade não reflete um mercado ativo.

Segundo o analista, trata-se de uma estabilidade artificial, com preços ofertados, mas sem efetivação de negociações, em um ambiente de baixa profundidade no mercado spot.

Indústria compra apenas para reposição imediata

Do lado da demanda, a indústria manteve uma postura cautelosa, realizando aquisições pontuais e voltadas exclusivamente à reposição de curto prazo. Esse comportamento reforça o cenário de poucos negócios e contribui para a manutenção do mercado travado.

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Exportações perdem competitividade com queda do dólar

No mercado externo, a competitividade do arroz brasileiro apresentou deterioração significativa ao longo da quinzena. O principal fator foi a valorização do real frente ao dólar, com a moeda norte-americana operando abaixo de R$ 5,00.

Esse movimento reduziu as margens de exportação (FOB), tornando inviável a participação do Brasil em mercados internacionais. Como consequência, o país atingiu paridade com os Estados Unidos, eliminando o diferencial competitivo necessário para exportações nas Américas.

Queda na demanda externa reduz ritmo de embarques

Após um início de ano com volumes expressivos, superiores a 600 mil toneladas no trimestre, o mercado registrou desaceleração nas exportações. A redução da atratividade do produto brasileiro resultou em retração da demanda internacional.

Com isso, as exportações deixaram de cumprir o papel de escoamento da produção, ampliando a pressão sobre o mercado interno.

Entrada da nova safra amplia oferta e pressiona dinâmica do mercado

O período também foi marcado pela transição entre o fim da entressafra e a chegada da nova safra, com avanço da colheita e consolidação de uma produção volumosa, com boa produtividade.

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Esse aumento na oferta potencial, somado à retração das exportações e à baixa liquidez interna, reforça o cenário de desequilíbrio entre produção e comercialização.

Cotação do arroz registra leve alta na semana, mas segue abaixo de 2025

No Rio Grande do Sul, principal estado produtor, a média da saca de 50 quilos (58% a 62% de grãos inteiros, pagamento à vista) foi cotada a R$ 63,14 na quinta-feira (16), registrando alta de 0,77% em relação à semana anterior.

Na comparação mensal, o avanço foi de 7,12%. No entanto, em relação ao mesmo período de 2025, o preço ainda acumula queda de 18,14%, evidenciando o cenário desafiador para o setor orizícola.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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