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Goiás abre novo edital do PAA Leite 2026 com investimento de R$ 5 milhões para apoiar agricultores familiares e combater a fome

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Governo de Goiás lança nova edição do PAA Leite 2026

O Governo de Goiás anunciou a abertura do novo edital do Programa de Aquisição de Alimentos – PAA Leite 2026, que tem como foco fortalecer a agricultura familiar e promover segurança alimentar em todo o estado. O projeto, executado pela Emater Goiás, Goiás Social e Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), contará com investimento de R$ 5 milhões.

Apoio à agricultura familiar e combate à insegurança alimentar

A iniciativa prevê a compra de leite produzido por agricultores familiares e sua distribuição a unidades socioassistenciais e famílias em situação de vulnerabilidade social. A ação visa gerar renda no campo, fortalecer a cadeia produtiva do leite e ampliar o acesso a alimentos nutritivos em Goiás.

Quem pode participar e como se inscrever

Podem participar organizações associativas e cooperativas da agricultura familiar produtoras de leite, presentes nos 246 municípios goianos. As propostas de fornecimento devem ser enviadas até 26 de março, conforme o edital disponível no site oficial da Emater Goiás.

A documentação necessária e as orientações para inscrição também estão disponíveis na plataforma. O governo ressalta que as datas podem ser alteradas por motivos administrativos, mediante aviso prévio.

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Programa fortalece o produtor e garante mercado

O presidente da Emater Goiás, Rafael Gouveia, destaca que o programa integra as ações estaduais voltadas ao fortalecimento da cadeia leiteira, promovendo tanto o aumento da produção quanto a comercialização.

“O PAA Leite garante mercado e renda para o agricultor familiar, enquanto o Semear Social fortalece a base produtiva. Com os kits de recuperação de pastagens, os produtores conseguem melhorar a alimentação do rebanho e aumentar a produção de leite”, afirmou Gouveia.

Resultados da edição anterior

Na edição de 2025, o programa contou com R$ 5,9 milhões em investimentos do Goiás Social, envolvendo sete organizações fornecedoras e cerca de 394 produtores familiares. O resultado foi a distribuição de mais de 1,14 milhão de litros de leite a entidades assistenciais, beneficiando aproximadamente 10 mil famílias em situação de vulnerabilidade.

Logística e acompanhamento das entregas

A Emater Goiás será responsável pela organização do calendário de entregas às entidades cadastradas pela Organização das Voluntárias de Goiás (OVG). As cooperativas classificadas só poderão iniciar o fornecimento após a emissão da Ordem de Fornecimento, que será expedida pela Seapa.

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Para mais informações, os interessados podem acessar o site da Emater Goiás ou buscar atendimento presencial nas unidades locais do órgão.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Mercado de arroz segue travado em abril, com preços firmes e baixa liquidez no Brasil

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A primeira quinzena de abril consolidou um cenário de baixa liquidez no mercado de arroz, marcado pelo desalinhamento entre a oferta potencial e a disponibilidade efetiva do produto. Segundo o analista e consultor da Safras & Mercado, Evandro Oliveira, a formação de preços segue descolada do fluxo de negociações.

De acordo com ele, o comportamento do produtor tem sido determinante nesse contexto. A retenção estratégica dos estoques, motivada por margens abaixo do custo de produção, limita a oferta no mercado e reduz o volume de negócios.

Intervalo de preços indica estabilidade artificial no mercado

Durante o período, as cotações oscilaram dentro de uma faixa entre R$ 61 e R$ 68 por saca de 50 quilos, configurando um piso no curto prazo. No entanto, essa estabilidade não reflete um mercado ativo.

Segundo o analista, trata-se de uma estabilidade artificial, com preços ofertados, mas sem efetivação de negociações, em um ambiente de baixa profundidade no mercado spot.

Indústria compra apenas para reposição imediata

Do lado da demanda, a indústria manteve uma postura cautelosa, realizando aquisições pontuais e voltadas exclusivamente à reposição de curto prazo. Esse comportamento reforça o cenário de poucos negócios e contribui para a manutenção do mercado travado.

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Exportações perdem competitividade com queda do dólar

No mercado externo, a competitividade do arroz brasileiro apresentou deterioração significativa ao longo da quinzena. O principal fator foi a valorização do real frente ao dólar, com a moeda norte-americana operando abaixo de R$ 5,00.

Esse movimento reduziu as margens de exportação (FOB), tornando inviável a participação do Brasil em mercados internacionais. Como consequência, o país atingiu paridade com os Estados Unidos, eliminando o diferencial competitivo necessário para exportações nas Américas.

Queda na demanda externa reduz ritmo de embarques

Após um início de ano com volumes expressivos, superiores a 600 mil toneladas no trimestre, o mercado registrou desaceleração nas exportações. A redução da atratividade do produto brasileiro resultou em retração da demanda internacional.

Com isso, as exportações deixaram de cumprir o papel de escoamento da produção, ampliando a pressão sobre o mercado interno.

Entrada da nova safra amplia oferta e pressiona dinâmica do mercado

O período também foi marcado pela transição entre o fim da entressafra e a chegada da nova safra, com avanço da colheita e consolidação de uma produção volumosa, com boa produtividade.

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Esse aumento na oferta potencial, somado à retração das exportações e à baixa liquidez interna, reforça o cenário de desequilíbrio entre produção e comercialização.

Cotação do arroz registra leve alta na semana, mas segue abaixo de 2025

No Rio Grande do Sul, principal estado produtor, a média da saca de 50 quilos (58% a 62% de grãos inteiros, pagamento à vista) foi cotada a R$ 63,14 na quinta-feira (16), registrando alta de 0,77% em relação à semana anterior.

Na comparação mensal, o avanço foi de 7,12%. No entanto, em relação ao mesmo período de 2025, o preço ainda acumula queda de 18,14%, evidenciando o cenário desafiador para o setor orizícola.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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