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Dólar hoje sobe com tensão geopolítica e mercado atento ao cenário externo; Ibovespa abre após forte alta

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O dólar iniciou esta terça-feira (24) em leve alta no mercado brasileiro, refletindo incertezas no cenário internacional, especialmente relacionadas às negociações entre Estados Unidos e Irã. O movimento reforça a cautela dos investidores e impacta diretamente setores exportadores, como o agronegócio.

Dólar hoje: cotação e desempenho recente

Por volta das 9h03, o dólar registrava alta de 0,38%, sendo cotado a R$ 5,26. A valorização da moeda norte-americana ocorre após um pregão anterior de queda, evidenciando a volatilidade do câmbio diante do ambiente externo.

Desempenho do dólar:

  • Acumulado da semana: -1,29%
  • Acumulado do mês: +2,07%
  • Acumulado do ano: -4,53%

O mercado também acompanha a política monetária do Federal Reserve, cujas decisões sobre juros seguem determinando o fluxo de capital global e o comportamento das moedas emergentes.

Ibovespa: bolsa brasileira vem de forte valorização

O Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, inicia o pregão desta terça-feira às 10h, após fechar a sessão anterior em alta expressiva.

Na segunda-feira (23), o índice avançou 3,24%, encerrando aos 181.932 pontos, impulsionado por um movimento de recuperação e melhora no humor dos mercados internacionais.

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Desempenho do Ibovespa:

  • Acumulado da semana: +3,24%
  • Acumulado do mês: -3,63%
  • Acumulado do ano: +12,91%
Cenário externo e impactos no agronegócio

As tensões geopolíticas envolvendo Estados Unidos e Irã permanecem no radar dos investidores e podem influenciar diretamente os preços das commodities agrícolas, além do comportamento do dólar.

Para o agronegócio brasileiro, a valorização da moeda norte-americana tende a favorecer as exportações, aumentando a competitividade dos produtos nacionais no mercado internacional. Por outro lado, eleva os custos de insumos importados, como fertilizantes e defensivos.

Perspectivas para o mercado financeiro

O mercado financeiro deve seguir operando com volatilidade no curto prazo, reagindo a fatores externos, dados econômicos e decisões de política monetária nos Estados Unidos.

A atuação do Federal Reserve continuará sendo determinante para o comportamento do dólar, enquanto o Ibovespa tende a responder ao fluxo de capital estrangeiro e às condições macroeconômicas globais.

A expectativa é de que o dólar permaneça oscilando na faixa dos R$ 5,20 a R$ 5,30, com impactos diretos sobre os custos de produção e a rentabilidade das exportações do agronegócio brasileiro.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Milho no RS entra na reta final da colheita com produtividade acima de 7,4 t/ha

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Mercado Externo

O cenário internacional para o milho segue marcado por volatilidade, com atenção às safras da América do Sul e ao ritmo das exportações dos Estados Unidos. A evolução da colheita no Sul do Brasil, especialmente no Rio Grande do Sul, contribui para a oferta global, ainda que em menor escala frente ao Centro-Oeste. A regularidade climática recente no Estado ajuda a sustentar expectativas positivas de produtividade, fator que pode influenciar o equilíbrio global de oferta.

Mercado Interno

A colheita do milho no Rio Grande do Sul se aproxima da conclusão, atingindo 90% dos 803.019 hectares cultivados na safra 2025/26, conforme a Emater/RS-Ascar. O avanço foi mais lento na última semana devido às chuvas, principalmente na Metade Sul, que elevaram a umidade dos grãos e dificultaram a operação de máquinas.

As áreas restantes correspondem a lavouras implantadas fora da janela ideal, ainda em fases reprodutivas ou de enchimento de grãos. As precipitações recorrentes desde março favoreceram o desenvolvimento dessas áreas, consolidando o potencial produtivo.

No milho destinado à silagem, a colheita também está praticamente concluída, alcançando 87% da área. No entanto, a umidade elevada tem prejudicado o processo de ensilagem, podendo impactar a qualidade da fermentação.

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Preços

Os preços do milho no mercado interno tendem a refletir o avanço da colheita e a qualidade do produto. A elevada umidade dos grãos em algumas regiões pode gerar descontos na comercialização, além de aumentar os custos com secagem. Por outro lado, a produtividade consistente no Estado ajuda a equilibrar a oferta regional.

Indicadores
  • Área cultivada (milho grão): 803.019 hectares
  • Área colhida: 90%
  • Produtividade média: 7.424 kg/ha
Produção estimada: 5,96 milhões de toneladas
  • Milho silagem:
    • Área: 345.299 hectares
    • Colheita: 87%
    • Produtividade média: 37.840 kg/ha
  • Soja (RS):
    • Área cultivada: 6,62 milhões de hectares
    • Colheita: 68%
    • Produtividade média: 2.871 kg/ha
  • Feijão 1ª safra:
    • Área: 23.029 hectares
    • Produtividade média: 1.781 kg/ha
  • Feijão 2ª safra:
    • Área: 11.690 hectares
    • Produtividade média: 1.401 kg/ha
  • Arroz irrigado:
    • Área: 891.908 hectares
    • Colheita: 88%
    • Produtividade média: 8.744 kg/ha
Análise

A reta final da colheita do milho no Rio Grande do Sul confirma uma safra tecnicamente positiva, sustentada por produtividade acima da média histórica. No entanto, o excesso de chuvas no período final impõe desafios logísticos e pode afetar a qualidade dos grãos, exigindo maior gestão pós-colheita.

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O cenário climático também impacta outras culturas relevantes no Estado. A soja avança de forma mais lenta, com grande variabilidade produtiva devido ao regime irregular de chuvas ao longo do ciclo. Já o arroz mantém bom desempenho, enquanto o feijão evidencia forte dependência de irrigação para alcançar melhores rendimentos.

No curto prazo, o produtor gaúcho segue atento às condições climáticas para concluir a colheita e preservar a qualidade da produção, fator determinante para a rentabilidade em um ambiente de margens mais apertadas.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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