AGRONEGÓCIO
Arroz em casca sobe mais de 11% em março no RS, mas mercado segue travado e sem garantir rentabilidade
AGRONEGÓCIO
O mercado de arroz em casca no Rio Grande do Sul apresentou valorização expressiva em março, mas sem reflexos significativos na fluidez das negociações. Dados do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) apontam que as cotações subiram mais de 11% em relação ao fechamento de fevereiro.
Apesar do movimento de alta e da demanda considerada firme, o ritmo de comercialização permaneceu lento ao longo de todo o mês, refletindo a cautela dos agentes e a insatisfação dos produtores com os níveis de preços.
Liquidez segue restrita mesmo com valorização
Segundo o Cepea, a liquidez no mercado foi limitada em março. A retração dos produtores esteve entre os principais fatores que impactaram as negociações, motivada pelo descompasso entre os preços praticados e os custos de produção.
Diante desse cenário, as operações ocorreram de forma pontual e com volumes reduzidos, evidenciando um mercado travado mesmo com a recuperação nas cotações.
Rentabilidade ainda é insuficiente
Apesar da alta registrada no período, os preços do arroz em casca ainda permanecem abaixo do patamar necessário para garantir a rentabilidade do produtor.
Pesquisadores do Cepea destacam que o atual nível de preços não cobre adequadamente os custos, o que mantém o setor em alerta e limita a disposição para vendas mais consistentes.
Colheita avança e reduz participação no mercado spot
A redução das chuvas no estado favoreceu o avanço da colheita ao longo de março, o que também contribuiu para o afastamento dos produtores do mercado spot.
Com foco nas atividades no campo, muitos agentes deixaram de negociar, enquanto apenas aqueles com maior necessidade de caixa se mantiveram ativos, ainda que comercializando volumes reduzidos.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
AGRONEGÓCIO
Santa Catarina bate recorde histórico nas exportações de carnes no 1º trimestre de 2026
Exportações de carnes atingem maior nível da história em SC
Santa Catarina registrou o melhor desempenho da série histórica nas exportações de carnes no primeiro trimestre de 2026, tanto em volume quanto em faturamento.
De janeiro a março, o estado embarcou 518,4 mil toneladas, com receita de US$ 1,17 bilhão — crescimento de 4% em volume e de 9,6% em valor na comparação com o mesmo período de 2025.
Os dados são do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) e foram sistematizados pelo Centro de Socioeconomia e Planejamento Agrícola (Epagri/Cepa).
Carne suína lidera avanço e amplia participação internacional
A carne suína foi o principal destaque das exportações catarinenses no período. O estado embarcou 182,4 mil toneladas, gerando receita de US$ 454,3 milhões.
Os números representam alta de 4% em volume e de 7,5% em faturamento, configurando também o melhor resultado histórico para um primeiro trimestre.
No cenário nacional, Santa Catarina consolidou sua liderança ao concentrar:
- 47,8% do volume exportado de carne suína do Brasil
- 50,1% da receita total do segmento
Japão impulsiona demanda por carne suína catarinense
O Japão foi o principal destino da carne suína de Santa Catarina, responsável por 31,7% da receita total no período.
O mercado japonês apresentou forte expansão, com aumento de 59,8% no volume embarcado e de 53,7% no faturamento, refletindo o aquecimento da demanda asiática.
Outros destinos relevantes incluem Filipinas e China, que seguem como importantes parceiros comerciais do estado.
Exportações de frango crescem e batem recorde de receita
As exportações de carne de frango também apresentaram desempenho positivo. Foram embarcadas 316,7 mil toneladas, com faturamento de US$ 664,3 milhões.
O resultado representa:
- Alta de 3,2% em volume
- Crescimento de 7,7% em receita
O faturamento alcançado é o maior da série histórica para o período, enquanto o volume embarcado figura como o segundo maior já registrado.
Tensões no Oriente Médio impactam embarques em março
Apesar do desempenho geral positivo, houve recuo nas exportações para o Oriente Médio ao longo de março.
Segundo análise da Epagri/Cepa, o movimento está relacionado a tensões geopolíticas na região, que afetaram a logística e elevaram custos operacionais.
Ainda assim, o crescimento das vendas para mercados como Japão, China e Chile compensou a retração observada naquele destino.
Santa Catarina mantém protagonismo nas exportações brasileiras
No consolidado nacional, Santa Catarina respondeu por:
- 24,5% da receita das exportações brasileiras de carne de frango
- 22,3% do volume total embarcado
Os números reforçam a relevância do estado no cenário agroindustrial brasileiro, com destaque para competitividade, sanidade e acesso a mercados internacionais.
Setor segue como pilar do agronegócio catarinense
O desempenho recorde no início de 2026 consolida o setor de carnes como um dos principais motores da economia de Santa Catarina.
A expectativa do mercado é de manutenção do ritmo positivo ao longo do ano, sustentado pela demanda externa aquecida e pela competitividade da produção brasileira.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
-
SEM CATEGORIA4 dias atrásPrefeito vistoria Operação Tapa-Buracos no Esperança e ponte sobre Igarapé Judia
-
SEM CATEGORIA4 dias atrásPrefeitura de Rio Branco realiza ação de saúde no Rui Lino, neste sábado (25)
-
ACRE6 dias atrásGoverno e Ministério Público chegam a acordo para garantir avanço de habitações populares no Irineu Serra
-
ACRE6 dias atrásIpem divulga balanço trimestral das fiscalizações em postos de combustíveis no Acre
-
SEM CATEGORIA2 dias atrásPrefeitura de Rio Branco nomeia Márcio Pereira como novo secretário municipal de Articulação
-
ACRE5 dias atrásGovernadora Mailza prestigia cerimônia de certificação de 299 alunos formados em cursos técnicos em Cruzeiro do Sul
-
POLÍTICA6 dias atrásArlenilson Cunha presta solidariedade a policial penal e elogia atuação das forças de segurança
-
FAMOSOS6 dias atrásPoliana Rocha celebra aniversário intimista de Zé Felipe com churrasco em família

