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Polícia Civil do Acre participa de oficina nacional sobre prevenção à violência letal contra crianças e adolescentes
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A Polícia Civil do Acre (PCAC) participou, na quarta-feira, 15, da oficina “Vidas Protegidas: projeto de fortalecimento da rede de resposta e prevenção à violência letal intencional contra crianças e adolescentes no Brasil”. O evento foi promovido pelo Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC), em cooperação com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e a Secretaria Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (SNDCA), vinculada ao Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC), no âmbito do projeto BRA/18/024.
Polícia Civil reforça atuação integrada em oficina Vidas Protegidas no Tribunal de Justiça do Acre. Foto: cedidaA oficina foi realizada na Escola do Poder Judiciário, no Tribunal de Justiça do Acre, reunindo representantes de diversas instituições que atuam na proteção de crianças e adolescentes.
Representando a PCAC, participaram da oficina o delegado e diretor do Departamento de Inteligência, Nilton Boscaro; a delegada Juliana De Angelis, que também é coordenadora dos Grupos Vulnerabilizados e do Programa Bem-Me-Quer; e a delegada titular da Delegacia de Atendimento à Criança e ao Adolescente Vítima (Decav), Carla Fabíola Coutinho.
O projeto Vidas Protegidas tem como principal objetivo fortalecer o Sistema de Garantia de Direitos da Criança e do Adolescente (SGDCA), ampliando a capacidade institucional de prevenir e responder à violência letal intencional contra esse público no Brasil. A iniciativa adota uma abordagem baseada em evidências, integrada e intersetorial, alinhada a políticas públicas já existentes, como o Programa de Proteção a Crianças e Adolescentes Ameaçados de Morte (PPCAAM).
Dados de estudos nacionais apontam que, embora a violência letal contra crianças e adolescentes apresente sinais recentes de estabilização, e até redução, seus impactos ainda são significativos, exigindo ações contínuas e coordenadas entre os diversos setores envolvidos.
O projeto é estruturado em três eixos estratégicos: a produção e sistematização de dados sobre violência letal; a assistência técnica para capacitação de profissionais e aprimoramento de políticas públicas, com foco na promoção de ambientes mais seguros e protetivos.
Um dos pilares da iniciativa é o uso qualificado de dados, integrando informações de áreas como Saúde, Assistência Social, Segurança Pública e Educação. Essa integração permite identificar padrões, territórios mais vulneráveis e perfis de maior risco, subsidiando a formulação de políticas públicas mais eficazes, com metas claras e monitoramento transparente.
O delegado Nilton Boscaro destacou a importância da inteligência policial na construção de políticas públicas mais eficientes. “Eventos como este reforçam a importância do uso estratégico da informação. A integração de dados entre diferentes instituições é fundamental para compreendermos a dinâmica da violência e, a partir disso, desenvolvermos ações mais assertivas na proteção de crianças e adolescentes”, disse.
A delegada Juliana De Angelis enfatizou a necessidade de atuação integrada e humanizada. “O enfrentamento à violência contra crianças e adolescentes exige sensibilidade, preparo técnico e, sobretudo, integração entre os órgãos. O projeto Vidas Protegidas fortalece exatamente essa rede, promovendo uma atuação mais coordenada e eficaz na proteção dos mais vulneráveis”, destacou.
Já a delegada Carla Fabíola Coutinho ressaltou o impacto direto da capacitação para o atendimento às vítimas. “A qualificação contínua dos profissionais que atuam na ponta é essencial. Iniciativas como essa contribuem para aprimorar nosso atendimento, garantindo uma resposta mais rápida, humanizada e eficiente às vítimas e suas famílias”, enfatizou.
Fonte: Governo AC
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Segurança pública intensifica ações em comunidades indígenas e fortalece segurança comunitária em Santa Rosa do Purus
A Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública do Acre (Sejusp), por meio do programa Acre pela Vida e da Diretoria de Políticas Públicas de Segurança, Justiça e Integração Social (DIRPSJ), realizou ao longo de toda a semana, 13 a 18 uma série de ações em comunidades indígenas com o objetivo de fortalece segurança comunitária em Santa Rosa do Purus.

A agenda contou com atividades educativas, atendimentos sociais e iniciativas esportivas, com foco na aproximação entre o poder público e a população local. Entre os destaques, esteve a formatura de estudantes do Projeto Pequeno Brilhante, que atendeu alunos do 4º ao 7º ano de escolas do município, além da entrega de kits esportivos para incentivar práticas saudáveis entre crianças e jovens.

As ações reforçam a estratégia da Sejusp de integrar políticas de segurança com iniciativas sociais, ampliando a presença institucional em regiões de difícil acesso e promovendo cidadania de forma contínua e inclusiva. Para o secretário de Segurança Pública, José Américo Gaia, a presença do Estado em regiões de difícil acesso reforça o papel da segurança pública como instrumento de cidadania.

“Essas ações mostram que a segurança vai além do policiamento. Estamos promovendo inclusão, diálogo e oportunidades, principalmente em comunidades indígenas, respeitando suas especificidades e fortalecendo vínculos de confiança”, destacou.

Além das atividades com estudantes, a programação incluiu palestras direcionadas ao ensino fundamental, médio e à Educação de Jovens e Adultos (EJA), abordando temas como violência contra a mulher, tráfico de pessoas e contrabando de migrantes. Durante a permanência no município, a equipe também realizou atendimentos diretos, incluindo o acompanhamento de casos de migração e o suporte imediato a uma vítima de violência doméstica.

A coordenadora do programa Acre pela Vida, Francisca de Fátima, ressaltou o caráter preventivo e transformador das ações. “Trabalhar com a comunidade, especialmente em territórios indígenas, é essencial para construir uma cultura de paz. Quando levamos informação, esporte e apoio social, contribuímos diretamente para a prevenção da violência”, afirmou.

O cronograma também contemplou visitas técnicas e escuta ativa junto às comunidades locais e instituições públicas, com o objetivo de mapear demandas e orientar futuras políticas públicas. Nas aldeias, a equipe conheceu projetos esportivos indígenas, incluindo times femininos e masculinos, realizou palestras e entregou materiais esportivos.

A assessora da DIRPSJ, Hany Cruz de Armas, destacou a importância da aproximação com os povos tradicionais. “Estar presente nas aldeias, ouvir as lideranças e contribuir com ações concretas demonstra respeito e compromisso. A segurança pública precisa dialogar com a realidade de cada comunidade, especialmente no contexto indígena”, enfatizou.
Fonte: Governo AC
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