RIO BRANCO
Search
Close this search box.

AGRONEGÓCIO

Vacinação in ovo impulsiona produtividade e sustentabilidade na avicultura e já imuniza 20 bilhões de frangos por ano

Publicados

AGRONEGÓCIO

Vacinação in ovo consolida avanço tecnológico na avicultura moderna

A vacinação in ovo vem se consolidando como uma das principais inovações da avicultura mundial ao permitir a imunização dos embriões ainda dentro do incubatório, antes da eclosão. A tecnologia alia produtividade, precisão sanitária e sustentabilidade, com impacto direto no desempenho das aves ao longo do ciclo produtivo.

Segundo dados técnicos da Embrapa, os primeiros dias de vida dos pintinhos representam uma fase crítica na avicultura, exigindo rigor no manejo, ambiência, nutrição e sanidade. Qualquer falha nesse período pode comprometer o desenvolvimento das aves e reduzir a eficiência produtiva do lote.

Tecnologia já imuniza cerca de 20 bilhões de frangos por ano

A vacinação in ovo é utilizada há mais de 30 anos e já está presente em mais de 90% dos incubatórios comerciais dos Estados Unidos. Atualmente, a tecnologia é responsável pela imunização de aproximadamente 20 bilhões de frangos por ano em todo o mundo.

Ao antecipar a proteção imunológica, o sistema fortalece a sanidade desde o início da vida das aves, reduzindo a incidência de doenças e contribuindo para melhor desempenho zootécnico durante todo o ciclo de produção.

Leia Também:  Dólar em queda alivia custos, mas pressiona receita; produtor precisa recalcular margem
Automação reduz manejo e melhora uniformidade dos lotes

Além dos ganhos sanitários, a tecnologia também traz benefícios operacionais relevantes para a cadeia produtiva. Ao substituir a vacinação manual após a eclosão, o processo reduz a manipulação dos pintinhos, diminui o estresse e contribui para maior uniformidade dos lotes.

Equipamentos automatizados, como o Inovoject® NXT, permitem alto nível de eficiência, com capacidade de vacinação de até 50 mil ovos por hora, garantindo precisão e padronização do processo no incubatório.

Redução de custos e ganhos de eficiência na produção

De acordo com levantamentos técnicos do setor, a adoção da vacinação in ovo pode reduzir em até 10% os custos operacionais das granjas, principalmente pela diminuição da necessidade de mão de obra na etapa de vacinação manual.

A automação do processo também elimina variabilidades humanas, aumentando a consistência dos resultados e contribuindo para melhor aproveitamento do potencial genético das aves.

Sustentabilidade e eficiência caminham juntas na avicultura

A tecnologia também contribui para sistemas produtivos mais sustentáveis, ao otimizar recursos, reduzir perdas e melhorar a conversão alimentar. Esses fatores tornam a vacinação in ovo uma solução alinhada às novas exigências do agronegócio global, que busca eficiência com menor impacto ambiental.

Leia Também:  Audiência na Câmara aponta avanço do crime organizado no campo e pressiona por reforço à segurança rural

Segundo especialistas do setor, a integração entre automação e sanidade é um dos principais caminhos para aumentar a competitividade da avicultura moderna.

Zoetis destaca inovação como estratégia para o futuro da produção

A Zoetis, líder global em saúde animal, reforça que o investimento em tecnologias como a vacinação in ovo faz parte de uma estratégia voltada à inovação e à sustentabilidade da produção animal.

Para a companhia, o avanço da saúde animal é essencial para garantir maior eficiência produtiva, bem-estar e resultados consistentes no campo, integrando tecnologia e responsabilidade na cadeia avícola global.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

AGRONEGÓCIO

ABPA divulga Relatório Anual 2026 e confirma liderança global do Brasil em carnes de frango e suína

Publicados

em

Por

A Associação Brasileira de Proteína Animal lançou o Relatório Anual 2026, principal documento estatístico da avicultura e da suinocultura no Brasil. A publicação consolida os dados oficiais de 2025 e reforça o protagonismo do país no cenário global de produção e exportação de proteínas animais.

O relatório apresenta um panorama completo do setor, com números detalhados de produção, exportações, consumo, abates e estrutura produtiva. Também inclui indicadores estratégicos como alojamento de matrizes, desempenho por estado e dados sobre segmentos como carne de frango, carne suína, ovos, carne de pato e material genético avícola.

Brasil amplia protagonismo global em proteínas animais

Os dados confirmam a posição de destaque do Brasil no mercado internacional. O país segue como maior exportador mundial de carne de frango e ocupa a terceira posição entre os maiores produtores globais. Na suinocultura, o Brasil avançou e consolidou-se como o terceiro maior exportador mundial de carne suína.

Esse desempenho reforça a competitividade da cadeia produtiva brasileira, sustentada por ganhos de eficiência, sanidade animal e acesso a mercados internacionais.

Principais indicadores da avicultura em 2025

A avicultura brasileira manteve forte expansão, com números robustos em produção e exportações:

Produção de carne de frango: 15,289 milhões de toneladas

  • Exportações: 5,324 milhões de toneladas
  • Receita com exportações: US$ 9,8 bilhões
  • Abates: 5,706 bilhões de cabeças
  • Matrizes de corte: 63 milhões de cabeças
  • Consumo per capita: 46,7 kg por habitante
  • Posição global: 1º exportador / 3º produtor
Leia Também:  Mercado de Trigo no Brasil Segue Sob Pressão com Safra Gaúcha e Importações
Suinocultura avança no mercado internacional

O segmento de carne suína também apresentou crescimento relevante, com destaque para o comércio exterior:

  • Produção: 5,592 milhões de toneladas
  • Exportações: 1,510 milhão de toneladas
  • Receita com exportações: US$ 3,6 bilhões
  • Abates: 48,5 milhões de cabeças
  • Matrizes ativas: 2,247 milhões de cabeças
  • Consumo per capita: 19,1 kg por habitante
  • Posição global: 4º produtor / 3º exportador
Produção de ovos segue em alta

O relatório também destaca o crescimento consistente da produção de ovos no Brasil:

  • Produção: 62,3 bilhões de unidades
  • Exportações: 40,9 mil toneladas
  • Receita com exportações: US$ 97,2 milhões
  • Plantel de postura: 141,5 milhões de aves
  • Posição global: 5º maior produtor
  • Consumo per capita: 288 unidades por habitante
Estrutura produtiva e planejamento estratégico

De acordo com a ABPA, o avanço nos indicadores reflete a expansão da base produtiva, com crescimento no alojamento de matrizes e aumento nos abates. Esses fatores demonstram a capacidade do setor de responder à demanda interna e internacional com eficiência e previsibilidade.

Além dos dados econômicos, o relatório apresenta as principais ações institucionais conduzidas pela entidade ao longo do último ano, com foco em sustentabilidade, competitividade, sanidade animal e promoção comercial.

Leia Também:  Novus lança livro com estratégias nutricionais e de produção para matrizes suínas modernas

O presidente da ABPA, Ricardo Santin, destaca que a publicação consolida a relevância estratégica do setor para o abastecimento global de alimentos.

Segundo ele, o desempenho registrado em 2025 evidencia a capacidade da cadeia produtiva de operar com rigor técnico e superar desafios sanitários, como os impactos da Influenza Aviária, mantendo o Brasil entre os principais players globais.

Base sólida para o futuro do setor

O Relatório Anual 2026 também reforça a importância do planejamento baseado em dados e da cooperação internacional para sustentar o crescimento do agronegócio brasileiro.

Com números consolidados e visão estratégica, a publicação se posiciona como ferramenta essencial para produtores, exportadores e agentes do mercado na definição dos próximos ciclos de expansão da proteína animal no Brasil.

O Relatório Anual 2026

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

RIO BRANCO

ACRE

POLÍCIA

FAMOSOS

MAIS LIDAS DA SEMANA