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Governo do Acre disponibiliza Guia Orientativo do Orçamento Sensível ao Gênero

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O governo do Acre, por meio da Secretaria de Estado de Planejamento (Seplan), disponibilizou, nesta quarta-feira, 29, o Guia Orientativo do Orçamento Sensível ao Gênero. Elaborado pela equipe de Estudos e Planejamento Orçamentário da Seplan, o manual está disponível na íntegra no site da Seplan.

O guia foi elaborado como um instrumento prático para orientar órgãos públicos na implementação do Orçamento Sensível ao Gênero (OSG), reunindo fundamentos teóricos, referências normativas e metodologias consolidadas. O material apresenta um passo a passo estruturado para a identificação e classificação dos gastos públicos sob a perspectiva de gênero, além de disponibilizar modelos de ferramentas e estratégias voltadas à institucionalização dessa abordagem no âmbito da administração pública. 

Guia auxiliará os órgãos na implementação do Orçamento Sensível ao Gênero. Imagem: Ascom/Seplan

Com foco na aplicabilidade, o manual busca apoiar gestores e equipes técnicas na incorporação do tema ao planejamento e à execução orçamentária, contribuindo para a formulação de políticas públicas mais inclusivas. Ao mesmo tempo, o guia reforça a importância do compromisso institucional, da capacitação técnica e da participação social como elementos essenciais para que o orçamento público se torne um instrumento efetivo na promoção da igualdade e na redução de desigualdades.

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O chefe do Departamento de Estudos e Planejamentos Orçamentários, Denyscley Bandeira destacou o caráter estruturante do material para a gestão pública estadual. “O Guia do Orçamento Sensível ao Gênero representa um avanço na consolidação dessa política pública no Acre, ao traduzir diretrizes legais em procedimentos claros e replicáveis, oferecendo uma base técnica para todos os profissionais envolvidos na elaboração e execução do orçamento”, afirmou. 

Segundo ele, o documento contribui para padronizar critérios, qualificar a produção de informações e fortalecer a governança orçamentária. “Com isso, ampliamos a capacidade de mensurar não apenas os recursos aplicados, mas também a efetividade das políticas públicas na redução das desigualdades de gênero, com mais transparência e alinhamento ao planejamento de médio e longo prazo”, completou.

O Guia Orientativo do Orçamento Sensível ao Gênero pode ser acessado clicando aqui.

Fonte: Governo AC

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Acre apresenta propostas para fortalecer Agenda 2030 e desenvolvimento sustentável em encontro nacional

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Como resultado da primeira Conferência Estadual dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), realizada na última terça-feira, 28, em Rio Branco, foram estabelecidas 6 propostas com temáticas regionais, que serão levadas à Conferência Nacional, marcada para junho, em Brasília.

A 1ª Conferência Nacional ODS reúne um conjunto de iniciativas voltadas à promoção da Agenda 2030 no Brasil e busca reunir sociedade civil e poder público na construção de diretrizes e propostas para o desenvolvimento sustentável no país.

Delegação selecionada para representar o Acre em encontro nacional é composta por 8 representantes da sociedade civil e 4 do poder público. Foto: Clemerson Ribeiro/Secom

No Acre, a delegação selecionada para representar o estado é composta por 8 representantes da sociedade civil e 4 do poder público que apresentarão as propostas construídas de forma colaborativa, com foco na transparência, na sustentabilidade ambiental, na inclusão social, na governança participativa e financiamento de políticas públicas.

De acordo com a delegada acreana na conferência nacional, Regiani Oliveira, o principal objetivo da participação do estado será defender propostas construídas na etapa estadual, com foco nas demandas da Região Norte e da Amazônia. Ela destacou ainda a importância da troca de experiências entre os estados para fortalecer políticas públicas e avançar no cumprimento dos ODS.

“Como delegada eleita na conferência, na etapa estadual, vou estar representando o segmento governamental. O nosso desafio é, primeiro, defender as nossas propostas. Estamos levando seis propostas, uma de cada eixo, trabalhado durante a nossa etapa estadual. Muitos órgãos executam os ODS, mas temos grandes desafios quando olhamos que o nosso estado ainda ocupa uma posição muito ruim em relação ao cumprimento dos ODS. Então, como delegada estadual, é fazer essa defesa dessas propostas, ouvir também, conhecer as propostas dos outros estados, eleger as melhores propostas para o país, representar o estado e trazer esse debate para que a gente possa, de fato, efetivar os ODS e melhorar os nossos indicadores”, destacou.

Entre os principais encaminhamentos do eixo Democracia e Instituições Fortes, o Acre defendeu a criação de um Plano Estadual de Fortalecimento da Transparência, Integridade e Controle Social dos ODS, com painel público digital e atualizado periodicamente. A proposta também prevê capacitação de lideranças comunitárias e incentivo à criação de comitês digitais de vigilância cidadã para acompanhar políticas públicas.

No eixo de sustentabilidade ambiental, o estado sugeriu a implantação de um programa de “Logística Verde da Floresta”, com melhorias em ramais, estradas e recuperação de margens e encostas, visando facilitar o escoamento da produção local. Outra proposta foi o desenvolvimento de um aplicativo nacional integrado para monitoramento ambiental, climático e do patrimônio cultural.

Na área de promoção da inclusão social e o combate às desigualdades, as contribuições acreanas priorizam políticas públicas adaptadas às realidades regionais, com atenção especial a grupos prioritários, como mulheres, população negra, pessoas com deficiência e povos indígenas. Também foi destacada a importância do letramento de gestores públicos sobre gênero, raça e diversidade.

Já no eixo de governança participativa, o Acre propôs a criação de uma instância permanente de acompanhamento dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) no estado, reunindo representantes do governo, dos municípios, dos conselhos e sociedade civil. O objetivo é ampliar a participação popular e monitorar os avanços da Agenda 2030.

O último eixo tratou da colaboração multissetorial e financiamento da Agenda 2030, propondo a instituição de um programa de capacitação dos municípios para captação e a gestão de recursos públicos voltados aos ODS.

Fonte: Governo AC

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