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MPAC recebe visita de consultora do UNODC para intercâmbio sobre atendimento às vítimas

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O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), por meio do Centro de Atendimento à Vítima (CAV), recebeu, na última segunda-feira, 18, a visita institucional de Heloísa Greco, psicóloga e consultora do Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC), em parceria com o Ministério Público Federal (MPF). A agenda teve como objetivo conhecer as metodologias de atuação, os fluxos de atendimento, as análises técnicas e os projetos desenvolvidos pela unidade no âmbito da proteção e promoção dos direitos das vítimas.

Durante a visita, foram apresentadas as práticas adotadas pelo CAV no acolhimento humanizado, na escuta qualificada e na articulação multidisciplinar para o atendimento integral às vítimas de violência de gênero. Também foram expostos os projetos e iniciativas desenvolvidos pelo Observatório de Violência de Gênero (OBSGênero), com destaque para a produção de conhecimento, monitoramento de indicadores, sistematização de informações e fortalecimento das políticas de enfrentamento à violência contra a mulher.

A coordenadora do CAV, promotora de Justiça Bianca Bernades, destacou a importância do intercâmbio institucional para o fortalecimento das ações desenvolvidas pela unidade.

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“A visita institucional representa um reconhecimento do trabalho desenvolvido pelo CAV e pelo OBSGênero, além de contribuir para o fortalecimento de parcerias, para a troca de boas práticas e para a disseminação de metodologias voltadas a uma atuação cada vez mais humanizada e comprometida com a garantia de direitos”, afirmou.

Heloísa Greco explicou que a visita integra um estudo realizado pelo UNODC em parceria com o MPF para conhecer modelos de atendimento a vítimas desenvolvidos pelos Ministérios Públicos estaduais, com foco na construção de estratégias voltadas ao atendimento de vítimas de tráfico de pessoas no âmbito federal.

“Estamos realizando um estudo para compreender como funcionam os serviços de atendimento às vítimas nos Ministérios Públicos estaduais e pensar possibilidades de adaptação dentro da estrutura do MPF. O CAV despertou interesse por ter um dos serviços mais antigos e também pela atuação voltada ao atendimento de vítimas trans, tema que representa um desafio importante no enfrentamento ao tráfico internacional de pessoas”, disse.

Fotos: Clóvis Pereira

Fonte: Ministério Publico – AC

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MPAC estabelece normas de conduta para preservar imparcialidade institucional durante as Eleições 2026

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O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) publicou o Ato PGJ nº 93/2026, que estabelece normas de conduta e de uso dos recursos institucionais durante o processo eleitoral deste ano. Assinado pelo procurador-geral de Justiça, Oswaldo D’Albuquerque, nesta sexta-feira, 25, o ato busca preservar a imparcialidade da instituição, a liberdade de voto e um ambiente de trabalho livre de propaganda e assédio eleitoral.

As orientações são destinadas a membros, servidores, estagiários e colaboradores e tratam, entre outros pontos, da participação política, do uso de espaços e recursos do MPAC, das manifestações em ambientes digitais e das condutas no local de trabalho.

O ato veda a realização de propaganda e a prática de assédio eleitoral no ambiente de trabalho, inclusive por meios digitais institucionais. Também proíbe a utilização de bens, sistemas, dados, equipamentos, e-mail funcional, Microsoft Teams, intranet e demais recursos ou canais do MPAC para favorecer ou prejudicar candidaturas ou agremiações.

A norma também impede o uso de posição de chefia, subordinação ou influência funcional para solicitar voto, apoio, doação, comparecimento a atos ou compartilhamento de conteúdo. Símbolos, logomarca, crachá e outros elementos de identificação do MPAC não podem ser utilizados de forma que sugira apoio institucional.

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Aos servidores, é assegurado o exercício dos direitos de cidadania e de participação política fora da jornada de trabalho e sem vinculação com o cargo, desde que sejam respeitados os deveres funcionais e não sejam utilizados recursos ou canais da instituição.

Para os membros, permanece a vedação constitucional ao exercício de atividade político-partidária, nos termos da legislação e das normas do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP). O ato esclarece, porém, que são asseguradas manifestações técnico-jurídicas, a defesa de valores constitucionais, da ordem jurídica, do regime democrático e dos interesses tutelados pelo Ministério Público, bem como críticas a ideias ou medidas públicas, observados a impessoalidade, o decoro e os limites estabelecidos em norma.

As chefias deverão orientar suas equipes e adotar medidas para prevenir o uso indevido de recursos e situações de propaganda ou assédio eleitoral no ambiente de trabalho, preservadas a liberdade de consciência, a privacidade e o sigilo das comunicações pessoais.

Para conhecer todas as orientações aplicáveis ao período eleitoral, leia o Ato PGJ nº 93/2026 na íntegra.

Hudson Castelo – Secretaria de Comunicação do MPAC

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Fonte: Ministério Publico – AC

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