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Presidente do TJAC é homenageado pelo Poder Judiciário do Tocantins por contribuição e fortalecimento do sistema eproc
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No IV Encontro Interinstitucional do eproc, o presidente do TJAC foi homenageado pela contribuição ao fortalecimento da comunidade eproc e prestou reconhecimento aos tribunais parceiros que colaboraram com a implantação do sistema no Acre
O Presidente do Tribunal de Justiça do Acre, desembargador Laudivon Nogueira recebeu nesta segunda-feira, 6, homenagem durante o IV Encontro Interinstitucional do eproc, realizado em Palmas, Tocantins. A cerimônia ocorreu no auditório do Poder Judiciário e reuniu representantes de tribunais de diversas regiões do país.
O chefe do Poder Judiciário acreano recebeu o medalhão comemorativo dos 15 anos do eproc no Poder Judiciário do Tocantins. A honraria foi entregue pela presidente, a desembargadora Maysa Vendramini Rosal, e pela vice-presidente da Corte, desembargadora Jacqueline Adorno, que também preside a Comissão Auxiliar do eproc no TJTO.

O desembargador Laudivon Nogueira agradeceu a homenagem e destacou o esforço coletivo para o sucesso na consolidação do sistema. “Recebo esta homenagem com profunda gratidão e a compartilho com todos que contribuíram para a construção e o fortalecimento do eproc. Este reconhecimento demonstra que estamos no caminho certo e simboliza o compromisso coletivo de magistrados, servidores e parceiros que trabalharam e continuam trabalhando para consolidar um sistema que fortalece a eficiência, a inovação e o acesso à Justiça”, ressaltou.
Retribuição
Na ocasião, o presidente do TJAC homenageou o Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), o Tribunal de Justiça do Tocantins (TJTO), o Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJRS) e o Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC), em reconhecimento à relevante contribuição dessas instituições para a implantação do sistema eproc no Poder Judiciário do Acre. As homenagens foram recebidas pelos respectivos representantes: o presidente do TRF4, desembargador João Batista Pinto Silveira; o juiz Marcelo Faccioni, do TJTO; o juiz André Tesheiner, do TJRS; e o juiz Laudenir Petroncini, do TJSC.
Também estão presentes no encontro, a juíza auxiliar da presidência, Louise Santana, a gestora negocial do sistema, Ana Lúcia Felisberto, a Subsecretária de Sistema da Informação e gestora técnica do eproc, Josana Aymara Nishihira, e as servidoras Denyse Lavista e Lisli Paula.





Exatamente há um ano o TJAC implantava o sistema eproc na primeira unidade judicial, a Vara de Registros Públicos, Órfãos e Sucessões e de Cartas Precatórias Cíveis da Comarca de Rio Branco. Com a incorporação da nova ferramenta, os processos ganham agilidade nas movimentações processuais e assim moderniza ainda mais a Justiça, promovendo maior eficiência, integração e transparência, tanto na Primeira, quanto na Segunda Instância do Poder Judiciário.
Saiba mais sobre o sistema no TJAC através do link da página do eproc.

Fotos: Elisson Magalhães/Secom TJAC
Fonte: Tribunal de Justiça – AC
TJ AC
TJAC registra mais de 50 mil processos no eproc um ano após a implantação do sistema
Primeiro ano é marcado pela expansão da ferramenta, qualificação de usuários e avanços na prestação de serviços. Presente em todas as unidades jurisdicionais do estado, o eproc reúne funcionalidades que agilizam a tramitação processual
Há um ano, o Tribunal de Justiça do Acre (TJAC) tomou uma decisão que transformou a rotina de trabalho e ampliou a produtividade dos serviços prestados. Em 7 de julho de 2025, o eproc entrou em operação na Vara de Registros Públicos, Órfãos e Sucessões e de Cartas Precatórias Cíveis de Rio Branco, a primeira unidade jurisdicional a utilizar o novo sistema.
Desde então, o TJAC concluiu a implantação do eproc em todas as unidades jurisdicionais do Acre, na capital e no interior. No mesmo período, promoveu a integração de instituições do Sistema de Justiça à plataforma e capacitou magistradas, magistrados, servidoras e servidores para sua utilização. Com isso, o Judiciário acreano passou a contar com um modelo mais ágil e eficiente de processamento das ações judiciais.
Atualmente, mais de 51 mil processos tramitam no eproc. Todas as novas ações judiciais e os respectivos recursos em segundo grau são distribuídos exclusivamente pelo sistema. A implantação ocorreu de forma planejada, com suporte técnico e capacitação contínua, o que favoreceu a adaptação das unidades e a incorporação das funcionalidades da plataforma à rotina de trabalho.



O presidente do TJAC, desembargador Laudivon Nogueira, destacou os avanços proporcionados pelo eproc para magistradas, magistrados, servidoras e servidores. Segundo ele, o sistema reúne funcionalidades como controle automático de prazos, automação de tarefas, redução de custos e aperfeiçoamento do fluxo de trabalho, fatores que contribuem para o aumento da produtividade e da eficiência na prestação jurisdicional.
Para o chefe do Judiciário acreano, a escolha do eproc como sistema de tramitação processual se confirmou acertada. De acordo com o desembargador, os recursos da plataforma conferem mais celeridade ao serviço judicial e permitem que a população receba respostas em menos tempo.



Trabalho de muitas mãos
Desde 2023, o Judiciário acreano buscava um novo sistema de tramitação processual. Ao longo desse período, realizou estudos e debates até definir a adoção do eproc. Desenvolvido pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), o sistema atendeu aos critérios técnicos e estratégicos da instituição, principalmente por dispensar o uso de papel e simplificar o trâmite processual.
Nos meses que antecederam a implantação, o TJAC estruturou os fluxos de trabalho, definiu as etapas de implantação e estabeleceu as estratégias de capacitação para garantir o suporte necessário a todos os usuários. Ao final desse processo, mais de 55 profissionais atuaram diretamente na implementação do eproc no Judiciário acreano, distribuídos em cinco eixos: gestão, apoio estratégico, negocial, desenvolvimento e infraestrutura.
Para que a implantação ocorresse da melhor forma, o TJAC buscou a experiência de tribunais que já utilizavam o eproc, com o objetivo de consolidar suas bases e adotar soluções adequadas à realidade local. O compartilhamento de conhecimentos, experiências e boas práticas permitiu antecipar medidas e evitar dificuldades durante a transição, como a resistência inicial de parte dos usuários em conhecer o novo sistema.





Assim, o Tribunal investiu na formação de seus profissionais. Em pouco mais de um ano, promoveu 44 treinamentos voltados a magistradas, magistrados, servidoras e servidores das unidades judiciais. A proposta era criar familiaridade com o eproc e garantir que a mudança de sistema não comprometesse a produtividade. A estratégia alcançou o objetivo. Os dados demonstram que a prestação jurisdicional se mantém eficiente, mesmo com a coexistência temporária do eproc e do Sistema de Automação da Justiça (SAJ).
A coordenadora-geral de implantação do eproc, juíza auxiliar da Presidência Louise Santana, ressaltou a dedicação das equipes até a atual fase do projeto. Ao longo desse período, foram atendidas mais de 1.600 demandas técnicas e solucionados cerca de 2.400 chamados. Segundo a magistrada, o objetivo foi oferecer respostas rápidas e suporte contínuo para evitar ruídos e garantir uma transição segura.
Agora, a juíza comemora os resultados alcançados. Ela afirma estar satisfeita com a trajetória construída durante a transição de sistema, principalmente ao constatar que os esforços já refletem na rotina da instituição e na prestação jurisdicional. “A gente está muito contente com os resultados. Os números estão aí para todos verem, as estatísticas demonstram, os nossos servidores e magistrados também estão muito satisfeitos. Agora é só avançar até o final”, afirmou.







O futuro é eproc
A principal etapa da implantação foi concluída, mas o trabalho continua. Uma equipe do TJAC segue dedicada à migração dos processos que ainda tramitam no SAJ para o eproc. A previsão é que essa transferência tenha início nos próximos meses e ocorra de forma gradual até a unificação do acervo processual.
As capacitações seguem. Em junho, magistradas, magistrados, servidoras e servidores do segundo grau participaram do curso “Noções Básicas e Gestão de Processos no eproc”, uma vez que os recursos já começam a chegar à instância. A qualificação busca assegurar que a nova etapa ocorra sem impacto na tramitação dos processos. O intercâmbio de experiências entre tribunais permanece, inclusive o presidente do TJAC, desembargador Laudivon Nogueira, participa nesse instante do 4º Encontro Interinstitucional do eproc.
Criado em meados de 2002, o eproc conquistou espaço nos tribunais brasileiros por virtualizar e automatizar a tramitação processual. No Acre, a plataforma passou a integrar a rotina do Judiciário. De um lado, facilita o trabalho nas unidades judiciais com ferramentas que tornam as atividades mais ágeis e organizadas; de outro, a população passa a contar com uma prestação jurisdicional mais célere.




Fotos: Secom TJAC
Fonte: Tribunal de Justiça – AC
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