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Workshop sobre instalação de padrão de energia é realizado em Rio Branco, Cruzeiro do Sul e Brasileia

O evento é voltado para lojistas e eletricistas padronistas.

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Foto: Assessoria de Comunicação da Energisa

O 1° Workshop Padrão de Entrada tem o objetivo de capacitar representantes de lojas e eletricistas sobre as questões técnicas sobre o processo de instalação de padrão de energia.

Ao fazer o procedimento seguindo orientações da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) e Resoluções da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) as chances de reprovações nas novas ligações reduzem drasticamente.

O curso vai ocorrer em Cruzeiro do Sul no dia 27/09, em Rio Branco no dia 29/09, das 08h às 12h. E em Brasileia no dia 30/09, das 14h às 18h. Para garantir sua vaga, basta realizar inscrição através desse link . Vale ressaltar que as vagas são limitadas.

O gerente de operação da Energisa no Acre, Anderson Rodrigues, faz o convite para essa iniciativa e ressalta a importância da participação dos profissionais que atuam nessa área.

“Somente com a instalação adequada do conjunto composto por caixa de medição, sistema de aterramento, proteção, condutores e outros acessórios é que a Energisa pode fazer a ligação nova de energia. Por isso, é importante o profissional e os lojistas estarem atualizados sobre as normas e resoluções”, explicou Anderson.

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Ano passado no Acre, 24% dos pedidos de instalação de padrões de entrada foram reprovados, por estarem fora dos padrões das chamadas Normas de Distribuição Unificada (NDU).

“Buscamos ganhos diretos de satisfação dos nossos clientes, por meio da construção dos padrões de forma mais assertiva, sem reprovações ou necessidade de correções. Além disso, aproveitamos para reforçar as orientações de segurança para os padronistas”, destaca Anderson.

O Padrão de Entrada indicado para o imóvel vai depender da demanda (kW) e do local adequado para sua instalação, que pode ser em poste, pontalete, muro, mureta ou parede. As orientações sobre Padrões de Entrada podem ser obtidas no site da Energisa em www.energisa.com.br.

Link para inscrição

https://forms.office.com/pages/responsepage.aspx?id=hoDG-Fy5y0mdOO03lAq-9UdC1Y4UZ-dLmsULgCfPyBhURFJDNTBKOTdISldaRlJNUkJFVjBUUDcyOC4u

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Governo do Acre trata revitalização de escolas rurais e indígenas como prioridade da gestão

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Ao proporcionar um ambiente mais adequado para o exercício do aprendizado, a realização de manutenções prediais, reformas e ampliações favorece diretamente a atividade educacional. Por isso, o governo do Acre, desde 2022, já investiu mais de R$ 53,5 milhões nessas ações, em 256 escolas rurais e indígenas, em todos os 22 municípios do estado.

Destaque-se que na Região Norte, sobretudo no Acre, o “custo Amazônia” faz das manutenções e revitalizações um verdadeiro desafio de logística, já que levar materiais e implementos às localidades mais remotas do estado requer um esforço que não pode ser calculado em planilhas.

Das 592 escolas da rede pública de ensino, que conta com 35.748 estudantes, 144 delas são indígenas, com 6.021 alunos, e outros 263 estabelecimentos são rurais, com 29.727 alunos. As intervenções beneficiam diretamente essas comunidades.

Manutenção predial já chegou a mais de 250 escolas rurais e indígenas. Foto: Mardilson Gomes/SEE

Realizadas pelo Departamento de Manutenção da Secretaria de Estado de Educação e Cultura (SEE), as obras incluem pintura, substituição de barrotes, troca de telhas, adequação de banheiros, cercamento, instalação de pórticos de identificação e de caixas d’água, além de ações em sala de aula e outras.

Investir na infraestrutura das escolas é garantir mais dignidade para as crianças, para os jovens e também para os profissionais da Educação que trabalham nessas comunidades”, diz Maísa Andrade, arquiteta do departamento. E completa: “As intervenções tornam o ambiente escolar mais seguro, acessível e acolhedor, proporcionando melhores condições para o desenvolvimento das atividades pedagógicas”.

Manutenção predial das escolas no Acre leva em conta o “custo Amazônia”. Foto: Mardilson Gomes/SEE

Nesta semana, sob a coordenação do engenheiro Gabriel Martins, o departamento realizou vistorias técnicas em diversos estabelecimentos localizados em Plácido de Castro, Capixaba, Epitaciolândia e Assis Brasil, que passam por intervenções da SEE.

“Estava precisando”

Das equipes gestoras, o que se ouve, quando se inicia e conclui intervenções de manutenção predial, é que o prédio “estava precisando”. Coordenadora administrativa da Escola Franklin Roosevelt, localizada em Plácido de Castro, Gilza Melo relata: “Fazia tempo que a gente precisava dessa pintura, da restauração da calçada, até porque a nossa escola fará 80 anos em outubro e é tudo muito antigo, embora a gente passe por manutenções periódicas”.

Coordenadora Gilza Melo diz que escola estava precisando da manutenção predial. Foto: Mardilson Gomes/SEE

Também a coordenadora administrativa da Escola Argentina Pereira Feitosa, de Capixaba, Antônia Cruz, atesta os benefícios da ação. “Isso aqui é um sonho, a gente fica muito feliz com essa obra, está ajudando muito, porque desde 2013 a gente não passa por uma manutenção como essa, que inclui a pintura, o muro, que pela primeira vez está sendo reformado, além da calçada para o bicicletário e a cobertura para ampliar o refeitório. Por isso, a gente só tem a agradecer à equipe”, afirma.

E na Escola Brasil-Bolívia, em Epitaciolândia, a coordenadora administrativa Raimunda Dias é mais uma a opinar que a manutenção melhorou muito o padrão do estabelecimento.

Diretor Charles Martins: “É importante que o governo cuide do patrimônio público com responsabilidade”. Foto: Mardilson Gomes/SEE

“A Sala 7 estava com pintura velha, sem condições de funcionar, o teto estava caindo e, quando chovia, molhava dentro. Agora ficou muito melhor”, disse. A gestora conta que também que a cozinha era muito pequena, assim como a sala da diretoria. “Agora temos até banheiro com acessibilidade”, comemora.

Da Escola Íris Célia Cabanellas Zannini, em Assis Brasl, o diretor Charles Martins também ressalta a importância das intervenções no local, que atende mais de mil alunos, divididos entre os ensinos fundamental II, médio e a Educação de Jovens e Adultos (EJA), à noite. E aponta também o benefício da iniciativa para a cidadania e para as gerações futuras. “É importante que o governo cuide do patrimônio público com responsabilidade”, analisa.

Nova cara

As manutenções e revitalizações também são comemoradas pelos funcionários dos estabelecimentos, como Océlio Maciel, que é apoio administrativo na Escola Nova Esperança, localizada no km 17 do Ramal da Alcobrás, em Capixaba. O estabelecimento possui em torno de 180 alunos e foi inaugurada em julho de 2012.

Océlio Maciel diz que Escola Nova Esperança ganhou “nova cara”. Foto: Mardilson Gomes/SEE

“Essas intervenções estão ajudando muito a nossa escola, estão dando uma nova cara e melhorando muito o ambiente para os nossos estudantes”, observa.

Outra servidora que comemora a manutenção predial é Edilania Martins, da Íris Célia Cabanellas: “A manutenção está ficando muito boa e vai melhorar muito o ambiente para os estudantes”.

Ambiente limpo

As intervenções de manutenção predial e de revitalização das escolas também são vistas como positivas pelos estudantes, a quem a reforma irá proporcionar um ambiente mais limpo e arejado para estudar e aprender.

Alunos da Escola Argentina Feitosa, em Capixaba, percebem que agora têm um ambiente melhor para estudar. Foto: Mardilson Gomes/SEE

Vinicius de Oliveira, da série do ensino médio da Escola Argentina Feitosa, acredita que a manutenção “vai beneficiar muitos alunos”.

Outra aluna que está aprovando as intervenções é Andreia de Andrade. “A manutenção está trazendo uma imagem boa para a nossa escola, a pintura está ajudando bastante, tornando o ambiente mais limpo, o que ajuda na aprendizagem”, constata.

Unidos até no trabalho

O conjunto de obras também representa a geração de postos de trabalho e renda, que, quando envolve famílias, melhor ainda. É o caso de Elias Antônio Campos e Antônia Borges. Casados há 15 anos, há pelo menos dois realizam juntos a atividade de pintura nas escolas.

Atualmente, dedicam-se à Escola Brasil-Bolívia, em Epitaciolândia. “Ela é meu braço direito”, diz Elias. Antônia, por sua vez, destaca que é “muito satisfatório” trabalhar com o marido. Após a conclusão da tarefa que desenvolvem, seguirão juntos para uma empreitada na Escola Belo Porvir, também em Epitaciolândia.

Elias e Antônia: casal trabalha junto na pintura de escolas da rede pública. Foto: Mardilson Gomes/SEE

Já Cleudo da Silva atua como pedreiro na Escola Franklin Roosevelt, em Plácido de Castro. Também trabalha com madeira e faz de tudo um pouco. “Que não nos falte serviço”, deseja.

Cleudo Souza: “Que não nos falte serviço”. Foto: Mardilson Gomes/SEE

Trabalhando como auxiliar de pedreiro na Escola Nova Esperança, localizada na zona rural de Capixaba, Luiz Carlos de Oliveira se mostra contente com a experiência: “Estou muito feliz e gostando de trabalhar aqui”.

Fonte: Governo AC

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