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Segurança Pública fortalece atuação integrada com a Bolívia e amplia estrutura de segurança em Epitaciolândia

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O governo do acre continua o combate à criminalidade em todo o estado, por meio da Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública do Acre (Sejusp), que segue fortalecendo sua presença na região de fronteira com a Bolívia, por meio de investimentos em infraestrutura e a integração entre as forças de segurança. De forma estratégica, a Sejusp instalou em 2019, uma sede da instituição no município de Epitaciolândia, que reúne serviços estratégicos voltados ao enfrentamento da criminalidade.

Sede da Sejusp em Epitaciolândia foi instalada em 2019. Foto: Ana Paula Xavier/Sejusp

O Secretário da Pasta, José Américo Gaia, explica que no local, funcionam o Gabinete de Gestão Integrada de Fronteira Internacional, o programa Acre Pela Vida, o Grupo Especial de Operações em Fronteira (Gefron), além da central de videomonitoramento que atende os municípios de Brasiléia e Epitaciolândia: “Essa estrutura somada a um trabalho de integração com a Polícia Boliviana tem nos mostrado grandes resultados no combate ao crime nessa região, dessa forma o governo do Acre tem mostrado atenção a segurança da população, com investimentos estratégicos na área”.

Secretário da Sejusp, José Américo Gaia, destaca a integração das forças de segurança do Brasil e Bolívia. Foto: Crislei souza/Sejusp

De acordo com o coordenador do Gabinete de Gestão Integrada de Fronteira Internacional, coronel Cleudo Maciel, a cooperação entre Brasil e Bolívia tem sido fundamental para o combate aos crimes transfronteiriços: “Temos uma cooperação técnica permanente com a Polícia Nacional da Bolívia. São operações realizadas de forma conjunta, troca de informações, cumprimento de demandas dos dois países e atividades de intercâmbio que fortalecem o enfrentamento ao crime na região de fronteira”, destacou.

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Coordenador do Gabinete de Gestão Integrada de Fronteira Internacional, coronel Cleudo Maciel, falou sobre os trabalhos desenvolvidos pela Sejusp em Epitaciolândia. Foto: Ana Paula Xavier/Sejusp

Um dos avanços anunciados é a construção da sede definitiva da regional da Sejusp em Epitaciolândia. O terreno foi doado pela prefeitura do município e permitirá a ampliação dos serviços já oferecidos, além da expansão do sistema de videomonitoramento e da realização de cursos de capacitação para operadores de segurança pública.

Projeto para nova sede da Sejusp em Epitaciolândia segue em curso. Foto: cedida

A engenheira da Sejusp Vanessa Eluan, explica que o projeto da Sede do Alto Acre reúne, em uma única estrutura, unidades especializadas voltadas ao planejamento, coordenação e resposta operacional: “Atualmente, o projeto encontra-se em fase de elaboração e contemplará a implantação de setores estratégicos, além de outras unidades administrativas e operacionais que contribuirão para o fortalecimento da atuação integrada da segurança pública na região do Alto Acre”.

Engenheira da Sejusp Vanessa Eluan, explica sobre projeto da nova sede da Sejusp em Epitaciolândia/ Foto: Arquivo Sejusp

A integração entre os dois países também tem apresentado resultados práticos em ocorrências de grande relevância. Um dos exemplos foi o apoio prestado pelo Corpo de Bombeiros Militar do Acre durante um incêndio de grandes proporções em um conjunto de lojas de pneus na cidade boliviana de Cobija. A atuação conjunta das equipes brasileiras e bolivianas foi fundamental para o controle da ocorrência.

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Chefe do Núcleo Integrado de Inteligência do Alto Acre, Erodilson Souza, 3º à direita, durante evento em Epitaciolândia. Foto: Cedida

Segundo o chefe do Núcleo Integrado de Inteligência do Alto Acre, Erodilson Souza, o setor atua de forma permanente no suporte às operações policiais. “Nossa missão é dar suporte a nível de inteligência, pesquisa e principalmente auxiliando a Polícia Boliviana no tocante a brasileiros que vão lá para o país, que às vezes são sem documentação, foragidos e que são abordados lá. E aí eles fazem contato com a gente para essa verificação aqui no sistema brasileiro. E as demais forças também quando precisam de alguma informação, a gente está sempre pronto para auxiliar nesse quesito.”, explicou.

As ações reforçam o compromisso do governo do acre em consolidar uma atuação cada vez mais eficiente na proteção da população acreana e no enfrentamento à criminalidade nas áreas de fronteira.

Fonte: Governo AC

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Governo do Acre trata revitalização de escolas rurais e indígenas como prioridade da gestão

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Ao proporcionar um ambiente mais adequado para o exercício do aprendizado, a realização de manutenções prediais, reformas e ampliações favorece diretamente a atividade educacional. Por isso, o governo do Acre, desde 2022, já investiu mais de R$ 53,5 milhões nessas ações, em 256 escolas rurais e indígenas, em todos os 22 municípios do estado.

Destaque-se que na Região Norte, sobretudo no Acre, o “custo Amazônia” faz das manutenções e revitalizações um verdadeiro desafio de logística, já que levar materiais e implementos às localidades mais remotas do estado requer um esforço que não pode ser calculado em planilhas.

Das 592 escolas da rede pública de ensino, que conta com 35.748 estudantes, 144 delas são indígenas, com 6.021 alunos, e outros 263 estabelecimentos são rurais, com 29.727 alunos. As intervenções beneficiam diretamente essas comunidades.

Manutenção predial já chegou a mais de 250 escolas rurais e indígenas. Foto: Mardilson Gomes/SEE

Realizadas pelo Departamento de Manutenção da Secretaria de Estado de Educação e Cultura (SEE), as obras incluem pintura, substituição de barrotes, troca de telhas, adequação de banheiros, cercamento, instalação de pórticos de identificação e de caixas d’água, além de ações em sala de aula e outras.

Investir na infraestrutura das escolas é garantir mais dignidade para as crianças, para os jovens e também para os profissionais da Educação que trabalham nessas comunidades”, diz Maísa Andrade, arquiteta do departamento. E completa: “As intervenções tornam o ambiente escolar mais seguro, acessível e acolhedor, proporcionando melhores condições para o desenvolvimento das atividades pedagógicas”.

Manutenção predial das escolas no Acre leva em conta o “custo Amazônia”. Foto: Mardilson Gomes/SEE

Nesta semana, sob a coordenação do engenheiro Gabriel Martins, o departamento realizou vistorias técnicas em diversos estabelecimentos localizados em Plácido de Castro, Capixaba, Epitaciolândia e Assis Brasil, que passam por intervenções da SEE.

“Estava precisando”

Das equipes gestoras, o que se ouve, quando se inicia e conclui intervenções de manutenção predial, é que o prédio “estava precisando”. Coordenadora administrativa da Escola Franklin Roosevelt, localizada em Plácido de Castro, Gilza Melo relata: “Fazia tempo que a gente precisava dessa pintura, da restauração da calçada, até porque a nossa escola fará 80 anos em outubro e é tudo muito antigo, embora a gente passe por manutenções periódicas”.

Coordenadora Gilza Melo diz que escola estava precisando da manutenção predial. Foto: Mardilson Gomes/SEE

Também a coordenadora administrativa da Escola Argentina Pereira Feitosa, de Capixaba, Antônia Cruz, atesta os benefícios da ação. “Isso aqui é um sonho, a gente fica muito feliz com essa obra, está ajudando muito, porque desde 2013 a gente não passa por uma manutenção como essa, que inclui a pintura, o muro, que pela primeira vez está sendo reformado, além da calçada para o bicicletário e a cobertura para ampliar o refeitório. Por isso, a gente só tem a agradecer à equipe”, afirma.

E na Escola Brasil-Bolívia, em Epitaciolândia, a coordenadora administrativa Raimunda Dias é mais uma a opinar que a manutenção melhorou muito o padrão do estabelecimento.

Diretor Charles Martins: “É importante que o governo cuide do patrimônio público com responsabilidade”. Foto: Mardilson Gomes/SEE

“A Sala 7 estava com pintura velha, sem condições de funcionar, o teto estava caindo e, quando chovia, molhava dentro. Agora ficou muito melhor”, disse. A gestora conta que também que a cozinha era muito pequena, assim como a sala da diretoria. “Agora temos até banheiro com acessibilidade”, comemora.

Da Escola Íris Célia Cabanellas Zannini, em Assis Brasl, o diretor Charles Martins também ressalta a importância das intervenções no local, que atende mais de mil alunos, divididos entre os ensinos fundamental II, médio e a Educação de Jovens e Adultos (EJA), à noite. E aponta também o benefício da iniciativa para a cidadania e para as gerações futuras. “É importante que o governo cuide do patrimônio público com responsabilidade”, analisa.

Nova cara

As manutenções e revitalizações também são comemoradas pelos funcionários dos estabelecimentos, como Océlio Maciel, que é apoio administrativo na Escola Nova Esperança, localizada no km 17 do Ramal da Alcobrás, em Capixaba. O estabelecimento possui em torno de 180 alunos e foi inaugurada em julho de 2012.

Océlio Maciel diz que Escola Nova Esperança ganhou “nova cara”. Foto: Mardilson Gomes/SEE

“Essas intervenções estão ajudando muito a nossa escola, estão dando uma nova cara e melhorando muito o ambiente para os nossos estudantes”, observa.

Outra servidora que comemora a manutenção predial é Edilania Martins, da Íris Célia Cabanellas: “A manutenção está ficando muito boa e vai melhorar muito o ambiente para os estudantes”.

Ambiente limpo

As intervenções de manutenção predial e de revitalização das escolas também são vistas como positivas pelos estudantes, a quem a reforma irá proporcionar um ambiente mais limpo e arejado para estudar e aprender.

Alunos da Escola Argentina Feitosa, em Capixaba, percebem que agora têm um ambiente melhor para estudar. Foto: Mardilson Gomes/SEE

Vinicius de Oliveira, da série do ensino médio da Escola Argentina Feitosa, acredita que a manutenção “vai beneficiar muitos alunos”.

Outra aluna que está aprovando as intervenções é Andreia de Andrade. “A manutenção está trazendo uma imagem boa para a nossa escola, a pintura está ajudando bastante, tornando o ambiente mais limpo, o que ajuda na aprendizagem”, constata.

Unidos até no trabalho

O conjunto de obras também representa a geração de postos de trabalho e renda, que, quando envolve famílias, melhor ainda. É o caso de Elias Antônio Campos e Antônia Borges. Casados há 15 anos, há pelo menos dois realizam juntos a atividade de pintura nas escolas.

Atualmente, dedicam-se à Escola Brasil-Bolívia, em Epitaciolândia. “Ela é meu braço direito”, diz Elias. Antônia, por sua vez, destaca que é “muito satisfatório” trabalhar com o marido. Após a conclusão da tarefa que desenvolvem, seguirão juntos para uma empreitada na Escola Belo Porvir, também em Epitaciolândia.

Elias e Antônia: casal trabalha junto na pintura de escolas da rede pública. Foto: Mardilson Gomes/SEE

Já Cleudo da Silva atua como pedreiro na Escola Franklin Roosevelt, em Plácido de Castro. Também trabalha com madeira e faz de tudo um pouco. “Que não nos falte serviço”, deseja.

Cleudo Souza: “Que não nos falte serviço”. Foto: Mardilson Gomes/SEE

Trabalhando como auxiliar de pedreiro na Escola Nova Esperança, localizada na zona rural de Capixaba, Luiz Carlos de Oliveira se mostra contente com a experiência: “Estou muito feliz e gostando de trabalhar aqui”.

Fonte: Governo AC

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