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CFM realiza último leilão de touros Nelore de 2025 no dia 10 de novembro

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A CFM realiza no próximo dia 10 de novembro, a partir das 19h (horário de Brasília), o último leilão de touros jovens e melhoradores de 2025.

O evento terá transmissão ao vivo pelo Canal do Boi e retransmissão no YouTube da Central Leilões, reunindo pecuaristas de diversas regiões do país interessados em genética de alto desempenho.

300 touros Nelore CFM com genética superior e certificação CEIP

Serão ofertados 300 touros da raça Nelore CFM, todos com exame andrológico positivo, CEIP (Certificado Especial de Identificação e Produção) e DEPs assistidas por genômica.

Os animais possuem média de 24 meses de idade e estão prontos para a estação de monta, apresentando genética voltada para ganho de peso, fertilidade, precocidade sexual e qualidade de carcaça.

Segundo a CFM, os reprodutores foram criados e recriados a campo, o que garante maior adaptação às diferentes condições climáticas do país.

Condições comerciais diferenciadas e facilidades de frete

O Leilão Virtual CFM oferece condições comerciais especiais para os compradores, incluindo:

Descontos progressivos em baterias de touros;

  • Comissão da leiloeira decrescente;
  • Frete rodoviário gratuito para os estados de SP, MS, MT, MG, GO e TO;
  • Oito pontos de entrega distribuídos em PA, MA, BA, PR, RO e AC;
  • Frete grátis para cargas fechadas (16 ou 24 animais) para todo o Brasil;
  • Pagamento facilitado em 20 parcelas (2+2+16) ou à vista com desconto.
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Genética CFM: produtividade e adaptação comprovadas

De acordo com Tamires Miranda Neto, gerente de pecuária da CFM, o leilão encerra o ciclo de vendas da safra com um lote de reprodutores de destaque.

“Encerramos as vendas com 300 touros jovens de alta qualidade, prontos para trabalhar em qualquer região do país. São animais criados a campo, com excelente adaptação e a reconhecida genética CFM, marcada por alta produtividade e fertilidade”, destacou o executivo.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Setor canavieiro do Nordeste alerta para risco de colapso com possível abertura do mercado de etanol aos EUA

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A possível flexibilização das tarifas de importação sobre o etanol norte-americano voltou a gerar preocupação entre representantes do setor sucroenergético brasileiro. A Federação dos Plantadores de Cana do Brasil (Feplana) avalia que uma eventual abertura do mercado nacional ao etanol de milho produzido nos Estados Unidos poderá provocar impactos severos sobre a cadeia produtiva da cana-de-açúcar no Nordeste.

Segundo o vice-presidente da entidade, Alexandre Andrade Lima, a medida teria potencial para comprometer a viabilidade econômica de usinas, produtores independentes e milhares de empregos ligados ao setor na região.

Feplana vê ameaça à competitividade da produção nordestina

De acordo com o dirigente, a redução ou eliminação das tarifas aplicadas aos países de fora do Mercosul abriria espaço para uma concorrência considerada desigual com o etanol norte-americano, produzido majoritariamente a partir do milho.

Na avaliação da entidade, o setor sucroenergético nordestino já enfrenta desafios relacionados aos custos de produção, à concorrência de combustíveis fósseis e às condições de mercado, fatores que poderiam ser agravados pela entrada de maiores volumes de etanol importado.

A Feplana argumenta que a medida colocaria em risco a sustentabilidade econômica de diversas unidades industriais da região, além de afetar fornecedores de cana e trabalhadores do campo e da indústria.

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Pressão dos Estados Unidos aumenta debate sobre tarifas

O tema ganhou força após a divulgação de relatório do Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR), que defende maior acesso do etanol norte-americano ao mercado brasileiro.

Segundo representantes do setor canavieiro, os Estados Unidos alegam que existem barreiras comerciais que dificultam a entrada do biocombustível produzido naquele país. Já a Feplana sustenta que a tarifa aplicada pelo Brasil segue as regras estabelecidas para produtos originários de países fora do Mercosul e não representa uma medida direcionada especificamente aos norte-americanos.

A entidade também destaca que o açúcar brasileiro enfrenta limitações para acessar o mercado dos Estados Unidos, por meio de cotas e mecanismos tarifários adotados pelo país.

Debate envolve subsídios e concorrência internacional

Outro ponto levantado pelo setor produtivo está relacionado aos programas de incentivo existentes nos mercados internacionais.

Segundo Alexandre Andrade Lima, produtores brasileiros enfrentam desafios adicionais decorrentes da política de preços dos combustíveis no mercado interno, enquanto os produtores norte-americanos contam com mecanismos de apoio à produção agrícola, especialmente voltados à cadeia do milho, principal matéria-prima do etanol fabricado nos Estados Unidos.

Na avaliação da Feplana, essa diferença de condições competitivas deve ser considerada em eventuais negociações comerciais envolvendo o biocombustível.

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Governo analisa alternativas para o comércio bilateral

O debate ocorre em meio a estudos conduzidos por órgãos do governo federal sobre possíveis ajustes na política comercial relacionada ao etanol. As discussões envolvem diferentes áreas da administração pública, incluindo comércio exterior, desenvolvimento econômico e política fiscal.

Representantes do setor sucroenergético acompanham as tratativas com atenção e defendem a manutenção de mecanismos que preservem a competitividade da produção nacional.

Cadeia sucroenergética tem papel estratégico na economia regional

O Nordeste concentra importante parcela da produção brasileira de cana-de-açúcar, além de reunir usinas, fornecedores independentes, cooperativas e milhares de trabalhadores ligados direta e indiretamente à atividade.

Para lideranças do setor, qualquer alteração nas condições de acesso ao mercado brasileiro deve considerar os impactos econômicos e sociais sobre a cadeia produtiva regional, que desempenha papel relevante na geração de emprego, renda e desenvolvimento em diversos municípios.

Diante das discussões em curso, entidades representativas reforçam a defesa de políticas que garantam segurança jurídica, previsibilidade e condições equilibradas de concorrência para o setor sucroenergético brasileiro.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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