RIO BRANCO
Search
Close this search box.

AGRONEGÓCIO

Corteva Agriscience capacita mais de 4,5 mil produtores em Boas Práticas Agrícolas no primeiro semestre de 2025

Publicados

AGRONEGÓCIO

A Corteva Agriscience, em parceria com instituições como UNESP (Universidade Estadual Paulista), AgroEfetiva e Up.Herb (RS), capacitou mais de 4,5 mil produtores, aplicadores e profissionais do setor agrícola no primeiro semestre de 2025. As iniciativas, realizadas por meio da área de Boas Práticas Agrícolas, focaram no uso correto de defensivos agrícolas, manejo integrado de pragas, plantas daninhas e doenças, além de orientações sobre segurança do trabalhador, incluindo o uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs).

Treinamentos adaptados para diferentes culturas e tecnologias

Os programas da Corteva são ajustados conforme a cultura, a região e o tipo de equipamento utilizado, seja terrestre, avião tripulado ou drone. Os treinamentos oferecem recomendações técnicas para a correta identificação de plantas daninhas, pragas e patógenos, garantindo manejo eficiente, preservação da lavoura, proteção das propriedades vizinhas e segurança de todos no campo.

“Difundir conhecimento técnico é essencial para que os agricultores façam uso racional dos insumos, otimizem a produtividade e promovam uma agricultura sustentável, preservando recursos e aprimorando o manejo de doenças, plantas daninhas e pragas”, afirma Vlader Henrique Cordioli, especialista em Boas Práticas Agrícolas da Corteva.

Programa de Aplicação Responsável (PAR)

Entre as iniciativas, o Programa de Aplicação Responsável (PAR) é destaque. Voltado para a aplicação correta de defensivos, uso de EPIs, limpeza de maquinário e otimização de recursos, o PAR promove responsabilidade, eficácia e sustentabilidade no agronegócio.

Leia Também:  Novas tarifas dos EUA trazem incertezas, mas podem abrir brechas ao agronegócio do Rio Grande do Sul

Até junho de 2025, o programa realizou mais de 70 treinamentos, capacitando mais de 3.900 pessoas em culturas como cana, hortifruti, grãos, arroz, pastagem e floresta. No Rio Grande do Sul, também foram oferecidos cursos específicos sobre as novas Instruções Normativas (INs) de aplicação de defensivos, já realizados em 80 municípios desde 2019.

Expedição “Da Agricultura para a Vida”

Outra iniciativa é a parceria da Corteva com a AgroEfetiva, por meio da expedição itinerante “Da Agricultura para a Vida”. O projeto utiliza um caminhão adaptado como sala de aula para treinamentos técnicos sobre manejo integrado de plantas daninhas, doenças e pragas, além de tecnologia de aplicação de defensivos.

Em 2025, a expedição realizou 48 treinamentos, capacitando mais de 800 participantes. Há ainda módulos específicos sobre aplicação aérea, tanto por drones quanto por aeronaves tripuladas.

Conteúdos digitais disponíveis para produtores

A Corteva disponibiliza materiais sobre Boas Práticas Agrícolas em plataformas digitais, incluindo webinars, ebooks, vídeos e conteúdo em redes sociais, no site www.boaspraticasagricolas.com.br. O objetivo é ampliar o acesso ao conhecimento e apoiar a adoção de práticas agrícolas seguras e sustentáveis em todo o país.

Leia Também:  Itupeva lança vitrine digital que conecta produtores rurais a consumidores e inspira o Mapa

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

AGRONEGÓCIO

Certificação RTRS impulsiona soja sustentável e rastreabilidade no Grupo Bom Jesus em parceria com a Bunge

Publicados

em

Por

A certificação de soja responsável ganha cada vez mais relevância no agronegócio brasileiro diante da crescente demanda global por cadeias produtivas rastreáveis, transparentes e alinhadas às boas práticas socioambientais. Nesse cenário, o Grupo Bom Jesus e a Bunge fortalecem sua atuação conjunta dentro da agenda de sustentabilidade e agricultura regenerativa.

O destaque do programa é o Núcleo Piúva, localizado em Nova Mutum (MT), que integra o projeto piloto de Sistema de Incentivos Regenerativos (RIS) da Round Table on Responsible Soy (RTRS), voltado à mensuração e desenvolvimento de indicadores de agricultura regenerativa.

Núcleo Piúva produz soja certificada RTRS e amplia rastreabilidade

Com cerca de 5 mil hectares, o Núcleo Piúva registrou na safra 2025/2026 a produção de 19.611 toneladas de soja certificada RTRS, comercializadas para a Bunge. A unidade também adota rotação de culturas na safrinha, incluindo algodão, milho, braquiária e crotalária, fortalecendo práticas de manejo sustentável no sistema produtivo.

Além da unidade em destaque, o Grupo Bom Jesus já soma mais de 50 mil hectares certificados no padrão RTRS, distribuídos em cinco fazendas. A certificação integra um conjunto mais amplo de iniciativas de sustentabilidade adotadas pelo grupo.

Segundo a gerente de Sustentabilidade do Grupo Bom Jesus, Bianca Novais Cumpian, o processo de certificação evoluiu de forma gradual e estruturada ao longo dos últimos anos, ampliando a governança ambiental da empresa.

Certificação fortalece gestão, padronização e controle operacional

De acordo com a executiva, a certificação RTRS não apenas amplia o acesso a mercados, mas também fortalece a gestão interna das propriedades rurais.

O processo contribuiu para maior formalização, rastreabilidade e padronização das operações, além de aprimorar sistemas de controle e monitoramento já existentes na empresa.

Leia Também:  STF confirma validade da lei mato-grossense que veta incentivos a empresas signatárias

A cultura organizacional também foi impactada positivamente, com maior engajamento das equipes e fortalecimento do alinhamento interno sobre práticas sustentáveis.

“Muitas práticas já faziam parte da rotina operacional, e a certificação ajudou a organizar e reconhecer esse trabalho”, destacou Bianca.

Práticas sustentáveis incluem tecnologia, solo e energia renovável

Entre as principais práticas adotadas pelo Grupo Bom Jesus estão o sistema de mínima mobilização do solo, fixação biológica de nitrogênio, agricultura de precisão, uso de insumos biológicos e monitoramento digital das lavouras.

Outro destaque é o uso de energia 100% renovável contratada no mercado, além da realização de inventário anual de emissões de gases de efeito estufa, com segregação por unidade produtiva.

A fazenda também mantém mais de 5 mil hectares destinados à conservação ambiental, reforçando o compromisso com a preservação da vegetação nativa.

Parceria com Bunge conecta produção sustentável e mercado global

A participação no projeto de agricultura regenerativa foi impulsionada pela parceria entre o Grupo Bom Jesus e a Bunge, alinhada à estratégia de fortalecimento de cadeias produtivas de baixo carbono.

A iniciativa conecta produtores rurais a ferramentas digitais, assistência técnica, tecnologias de agricultura de precisão e apoio ao uso de insumos sustentáveis, promovendo ganhos ambientais e econômicos.

Segundo a diretora de Sustentabilidade da Bunge, Pamela Moreira, o avanço da agricultura regenerativa depende de uma atuação conjunta entre diferentes elos da cadeia produtiva.

A proposta busca atender tanto às metas de redução de emissões das empresas quanto às exigências crescentes dos mercados consumidores por matérias-primas sustentáveis.

Agricultura regenerativa amplia eficiência e valor na produção de soja

Além da sustentabilidade ambiental, o programa também busca gerar benefícios produtivos, como aumento de produtividade, redução de custos e maior resiliência dos sistemas agrícolas frente às mudanças climáticas.

Leia Também:  União Europeia ameaça exportações de carne bovina e acende alerta na pecuária de Mato Grosso do Sul

A adoção de práticas regenerativas contribui ainda para melhorar a saúde do solo e ampliar o potencial de geração de valor no campo, criando novas oportunidades para o produtor rural.

RTRS revisa indicadores e integra métricas regenerativas

O Núcleo Piúva e a Bunge também tiveram participação ativa no processo de revisão dos indicadores do projeto piloto de agricultura regenerativa da RTRS.

Segundo a consultora externa da associação, Helen Estima Lazzari, a contribuição da propriedade foi essencial para reforçar a importância dos indicadores já existentes no padrão RTRS, além de apoiar a evolução das métricas regenerativas.

A iniciativa buscou aprimorar a forma de mensurar avanços sustentáveis no campo, garantindo que a avaliação considere não apenas novas práticas, mas também a evolução contínua dos produtores certificados.

“A experiência contribui para desenvolver indicadores mais consistentes e aplicáveis à realidade do setor produtivo”, destacou a gerente global de padrões e assurance da RTRS, Ana Laura Andreani.

Integração entre certificação e agricultura regenerativa ganha força

A integração entre certificação RTRS e agricultura regenerativa representa um avanço na consolidação de modelos produtivos mais sustentáveis e rastreáveis no agronegócio brasileiro.

A experiência do Grupo Bom Jesus reforça o papel das propriedades rurais na construção de sistemas agrícolas de baixo carbono, alinhados às exigências do mercado internacional e às metas globais de sustentabilidade.

O movimento indica uma tendência crescente de valorização da soja certificada e da adoção de práticas regenerativas como diferencial competitivo no setor.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

RIO BRANCO

ACRE

POLÍCIA

FAMOSOS

MAIS LIDAS DA SEMANA