RIO BRANCO
Search
Close this search box.

AGRONEGÓCIO

Dólar recua com tensão no Oriente Médio e mercado monitora petróleo; Ibovespa inicia pregão atento ao cenário externo

Publicados

AGRONEGÓCIO

Dólar abre em leve queda nesta terça-feira (17)

O dólar iniciou o pregão desta terça-feira (17) em queda frente ao real, refletindo a cautela dos investidores diante do agravamento das tensões no Oriente Médio, especialmente envolvendo o Estreito de Ormuz — região estratégica para o transporte global de petróleo.

Por volta das 9h10, a moeda norte-americana registrava recuo de 0,20%, sendo negociada a R$ 5,2204.

O movimento ocorre após uma queda mais acentuada na sessão anterior, quando o dólar fechou em baixa de 1,60%, cotado a R$ 5,2294.

Ibovespa acompanha cenário externo e abre com viés positivo

O Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, iniciou o pregão desta terça-feira às 10h, após encerrar a última sessão com alta de 1,25%, aos 179.875 pontos.

O desempenho positivo recente reflete o apetite por risco no mercado, mesmo diante das incertezas geopolíticas, impulsionado por fatores como fluxo estrangeiro e commodities.

Impacto da guerra no Oriente Médio no mercado financeiro

A escalada dos conflitos no Oriente Médio segue no radar global, com potencial de afetar diretamente os preços do petróleo, a inflação internacional e, consequentemente, as políticas monetárias das principais economias.

Leia Também:  Natal com enfeites artesanais e naturais

A tensão no Estreito de Ormuz — rota por onde passa cerca de um quinto do petróleo mundial — eleva o nível de risco, mas, até o momento, o mercado tem reagido com relativa cautela, sem movimentos bruscos.

Desempenho do dólar em 2026
  • Na semana: -1,60%
  • No mês: +1,86%
  • No ano: -4,72%

O recuo acumulado no ano indica uma valorização do real frente ao dólar, sustentada por fatores como diferencial de juros e fluxo de capital estrangeiro.

Desempenho do Ibovespa em 2026
  • Na semana: +1,25%
  • No mês: -4,72%
  • No ano: +11,64%

Apesar da queda no mês, o índice ainda apresenta forte valorização no acumulado de 2026, refletindo a resiliência do mercado brasileiro diante do cenário externo desafiador.

Perspectivas para o mercado

Para os próximos dias, investidores devem seguir atentos a três fatores principais:

  • Evolução dos conflitos no Oriente Médio
  • Oscilações nos preços do petróleo
  • Indicadores econômicos globais e decisões de juros

A combinação desses elementos continuará influenciando o comportamento do dólar e da bolsa brasileira no curto prazo.

Leia Também:  Bioinsumos impulsionam ciência, inovação e sustentabilidade no agro brasileiro, aponta 2º Fórum Bioinsumos no Agro

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

AGRONEGÓCIO

Frango e ovos pressionados: queda na demanda interna derruba preços enquanto exportações sustentam setor avícola

Publicados

em

Por

O mercado avícola brasileiro entra na segunda quinzena de abril sob pressão, com queda nos preços da carne de frango e dos ovos no mercado interno. Segundo levantamentos do Cepea, o movimento reflete principalmente o enfraquecimento da demanda doméstica, típico do período, apesar do bom desempenho das exportações.

Mercado interno: demanda mais fraca pressiona preços do frango

Após três semanas consecutivas de alta, sustentadas pelo equilíbrio entre oferta e demanda, as cotações da carne de frango passaram a registrar recuo na segunda metade de abril.

O principal fator de pressão é a redução do consumo interno, comum neste período do mês, quando o poder de compra da população tende a ser menor. Mesmo com oferta controlada — influenciada por ritmo mais moderado de abates —, o consumo doméstico não tem sido suficiente para sustentar os preços.

Exportações seguem firmes e ajudam a equilibrar o setor

No mercado externo, o cenário é mais positivo. Dados da Secex indicam que a média diária de exportações de carne de frango in natura alcançou 22,6 mil toneladas na parcial de abril (12 dias úteis).

Leia Também:  Exportações de açúcar do Brasil caem 27,2% em receita em janeiro com queda nos preços internacionais

O volume representa:

  • Alta de 6,1% em relação à média de março de 2026
  • Crescimento de 3% frente a abril de 2025

Esse desempenho reforça o papel das exportações como principal fator de sustentação do setor, compensando parcialmente a fraqueza do mercado interno.

Perspectiva: mercado dividido para maio

Para o próximo mês, agentes do setor projetam cenários distintos. Parte do mercado aposta em recuperação dos preços, impulsionada pela entrada de renda na economia e melhora do consumo.

Por outro lado, há cautela entre produtores e indústrias, especialmente após as recentes altas registradas em abril, que já pressionaram o consumidor final e podem limitar novos reajustes no curto prazo.

Mercado de ovos: queda de preços reduz poder de compra do produtor

No segmento de ovos, o cenário também é de pressão. O poder de compra dos avicultores paulistas recuou na parcial de abril, interrompendo dois meses consecutivos de melhora.

De acordo com o Cepea, embora os preços dos principais insumos — como milho e farelo de soja — também tenham caído, a desvalorização dos ovos foi mais intensa, prejudicando a relação de troca.

Leia Também:  ABCCC amplia presença do Cavalo Crioulo no Norte do Brasil
Oferta elevada e demanda retraída ampliam pressão no setor

A combinação de maior oferta e consumo enfraquecido tem pressionado as cotações dos ovos no mercado interno. Compradores seguem atuando com cautela, realizando aquisições pontuais e priorizando negociações em patamares mais baixos.

Além disso, fatores externos também influenciam o comportamento do mercado:

  • Avanço da colheita da safra de verão
  • Condições climáticas favoráveis à segunda safra
  • Queda recente do dólar no Brasil

Esse conjunto de variáveis reforça um ambiente de maior seletividade nas compras e pressão sobre os preços.

Cenário geral: setor avícola enfrenta ajuste no curto prazo

O mercado de frango e ovos no Brasil atravessa um momento de ajuste típico de curto prazo, marcado pela desaceleração da demanda interna e maior sensibilidade aos preços.

Enquanto as exportações seguem como principal pilar de sustentação, o comportamento do consumo doméstico e dos custos de produção continuará sendo determinante para a formação de preços nas próximas semanas.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

RIO BRANCO

ACRE

POLÍCIA

FAMOSOS

MAIS LIDAS DA SEMANA