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Fertilizante natural reforça lavouras de soja e promove sustentabilidade no campo

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Com a expectativa de uma safra recorde de soja no Brasil em 2025/26 — estimada entre 177 e 178 milhões de toneladas, segundo a Conab —, cresce a demanda por soluções agrícolas que combinem produtividade e práticas sustentáveis. Nesse contexto, a Vulcano Agrominerais destaca seu produto Vulcano, um remineralizador de solo que fornece potássio e micronutrientes de forma gradual, fortalecendo as lavouras ao longo de todo o ciclo da cultura.

Crescimento da soja no Nordeste exige manejo nutricional eficiente

O cultivo de soja tem avançado significativamente no Nordeste, que deve colher cerca de 16,6 milhões de toneladas nesta safra. A Bahia se mantém como principal produtora da região, com projeções de 8,3 a 8,7 milhões de toneladas, concentradas principalmente no Oeste.

O aumento da produção no Matopiba reforça a importância de estratégias adequadas de manejo nutricional, sobretudo do potássio, mineral essencial para o desenvolvimento do sistema radicular e para o controle do uso de água pelas plantas.

Potássio: essencial para o vigor inicial e resistência das plantas

No início do ciclo da soja, o potássio desempenha papel crucial. Ele garante o vigor inicial, o crescimento das raízes e a resistência das plantas a veranicos e outros estresses climáticos. Pesquisas da Embrapa apontam que o potássio é “um nutriente-chave nos programas de adubação e nutrição de plantas e o problema nutricional mais visível nas áreas comerciais de soja”.

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O Vulcano se diferencia por sua liberação lenta e contínua, garantindo disponibilidade constante de nutrientes ao longo do ciclo, evitando perdas e aumentando a eficiência do uso. Além do potássio, o produto fornece cálcio, magnésio e silício, contribuindo para solos mais saudáveis e produtivos.

Resultados práticos nas lavouras

Produtores da Bahia e do Cerrado Nordestino relatam melhorias visíveis na estrutura do solo e no equilíbrio nutricional das plantas após o uso do Vulcano.

“O remineralizador Vulcano fornece nutrientes de forma gradual, melhorando a capacidade de troca de cátions, a estrutura do solo e a microbiota. O resultado é um arranque mais vigoroso e sustentabilidade de longo prazo”, afirma Vitor Almeida, diretor da empresa.

Os benefícios incluem lavouras mais uniformes, raízes profundas, maior tolerância à seca e ganhos consistentes de produtividade. O uso do produto também se alinha à agricultura regenerativa, reduzindo a dependência exclusiva de fertilizantes solúveis e os custos de produção no médio prazo.

Sustentabilidade e inovação em um só produto

Por ser natural, o Vulcano se destaca entre soluções que conciliam alto desempenho agronômico com responsabilidade ambiental. Pode ser aplicado em plantio direto ou em sistemas de rotação, promovendo a remineralização de solos empobrecidos e aumentando a eficiência nutricional de culturas sucessivas.

“Nosso propósito é ajudar o produtor a construir fertilidade de forma duradoura, equilibrando o solo e tornando a lavoura mais resiliente às variações do clima”, reforça Stéfano Lima, diretor comercial da Vulcano Agrominerais.

Fonte: Portal do Agronegócio

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Fonte: Portal do Agronegócio

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Colheita de arroz atinge 87,45% no Rio Grande do Sul, mas ritmo segue lento

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Colheita de arroz avança no RS, mas abaixo do ritmo esperado

A colheita de arroz no Rio Grande do Sul alcançou 87,45% da área semeada na safra 2025/2026, segundo levantamento divulgado pelo Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga).

Até o momento, foram colhidos 780.098 hectares de um total de 891.908 hectares cultivados no Estado. Apesar do avanço significativo, o ritmo dos trabalhos segue mais lento em comparação a anos anteriores.

Regiões costeiras lideram avanço da colheita

As regionais da Planície Costeira Externa e da Zona Sul apresentam os maiores índices de avanço, com 95,76% e 91,10% da área colhida, respectivamente, se aproximando da finalização da safra.

Na sequência, aparecem:

  • Planície Costeira Interna: 88,99%
  • Fronteira Oeste: 88,13%
  • Campanha: 83,22%
  • Região Central: 76,52% (menor índice)

Os dados refletem diferenças no ritmo de colheita entre as regiões, influenciadas por condições climáticas e operacionais.

Ritmo lento preocupa produtores e técnicos

De acordo com o coordenador regional da Planície Costeira Externa do Irga, Vagner Martini, a evolução da colheita mantém um comportamento mais lento, tendência já observada em levantamentos anteriores.

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O atraso pode impactar a qualidade do grão e aumentar os riscos operacionais, especialmente em áreas ainda não colhidas.

Levantamento final vai consolidar dados da safra

A Divisão de Assistência Técnica e Extensão Rural do Irga informou que, ao término da colheita, será realizado um levantamento consolidado da safra.

O estudo deve incluir informações detalhadas sobre:

  • Produtividade média
  • Área efetivamente colhida
  • Perdas registradas no campo
Safra de arroz segue em fase final no Estado

Com mais de 87% da área colhida, o Rio Grande do Sul caminha para a reta final da safra de arroz 2025/2026, mantendo-se como principal produtor nacional do cereal.

A expectativa agora se concentra na conclusão dos trabalhos e na consolidação dos resultados produtivos, que devem orientar o planejamento da próxima safra.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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