RIO BRANCO
Search
Close this search box.

AGRONEGÓCIO

FMC apresenta soluções inovadoras para florestas na Show Florestal 2025

Publicados

AGRONEGÓCIO

A FMC, empresa global de ciências para a agricultura, marcará presença na Show Florestal 2025, um dos principais eventos da cadeia produtiva de florestas plantadas da América Latina, que acontece entre 19 e 21 de agosto em Três Lagoas (MS). A companhia apresentará sua linha de soluções voltadas ao cultivo de eucalipto, com destaque para produtos que combinam alta performance no controle de pragas e plantas daninhas com baixo impacto ambiental.

Tecnologias de destaque para manejo de pragas

Entre os produtos apresentados, o Capture® 400 EC se sobressai pela eficácia no controle do psilídeo-de-conchas (Glycaspis brimblecombei), ação rápida, versatilidade ao longo do ano e compatibilidade com programas de Manejo Integrado de Pragas (MIP).

O Capture® 400 EC também é pioneiro no Brasil com registro para o percevejo-bronzeado (Thaumastocoris peregrinus). Segundo Luís Grandeza, gerente de culturas e portfólio da FMC, o produto é um inseticida acaricida de terceira geração, com nova molécula que proporciona:

  • Controle eficaz do percevejo-bronzeado e da vespa-da-galha;
  • Aplicação com baixas doses por hectare;
  • Redução da necessidade de reentrada na floresta;
  • Flexibilidade de uso em viveiros e campo;
  • Agilidade operacional e economia para o produtor.
Leia Também:  Liderança feminina ganha espaço na indústria de máquinas agrícolas
Linha completa para manejo do eucalipto

A FMC apresentará também seu portfólio completo para o manejo do eucalipto:

  • Solara® 500 – herbicida pré-emergente de amplo espectro, com excelente residual;
  • Spotlight® – para dessecação de plantas invasoras de folhas largas;
  • Gamit® 360 CS e Stone® – produtos químicos de alto desempenho no controle de pragas e plantas daninhas.
Soluções biológicas e sustentabilidade

A empresa reforça seu compromisso com a agricultura sustentável por meio das tecnologias Crop Evo® e SeedEvo®, produtos biológicos que protegem o potencial produtivo do eucalipto e contribuem para uma produção mais rentável e ambientalmente responsável.

Feira como oportunidade estratégica

Para a FMC, a Show Florestal é uma oportunidade estratégica para:

  • Fortalecer parcerias com produtores e empresas do setor;
  • Gerar novos negócios;
  • Trocar experiências e apresentar inovações tecnológicas.

“Queremos mostrar que a FMC está comprometida em entregar resultados com tecnologia de ponta e ampliar sua presença como parceira estratégica da cadeia florestal”, afirma Luís Grandeza.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

AGRONEGÓCIO

Exportações do agronegócio brasileiro somam US$ 16 bilhões em maio e atingem segundo maior valor da história para o mês

Publicados

em

Por

As exportações do agronegócio brasileiro alcançaram US$ 16 bilhões em maio de 2026, registrando crescimento de 8,2% em relação ao mesmo período do ano passado e consolidando o segundo maior resultado da série histórica para o mês. O desempenho foi impulsionado principalmente pelos embarques de soja e proteínas animais, que compensaram a queda observada nos setores sucroenergético e de etanol.

Os dados divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) e analisados pela Consultoria Agro do Itaú BBA mostram que o agronegócio segue como um dos principais motores da balança comercial brasileira, sustentado por volumes robustos de exportação e preços favoráveis em importantes cadeias produtivas.

Soja lidera pauta exportadora e mantém forte geração de receitas

O complexo soja permaneceu como principal destaque das exportações brasileiras em maio.

Os embarques de soja em grão totalizaram 14,8 milhões de toneladas, avanço de 5% em comparação com maio de 2025. Apesar da redução de 12% frente a abril, movimento considerado natural após o pico da colheita, a receita alcançou US$ 6,3 bilhões, sustentada pela valorização dos preços internacionais.

O farelo de soja também apresentou desempenho positivo, com exportações de 2,5 milhões de toneladas, crescimento de 12% na comparação anual.

Já o óleo de soja registrou uma das maiores altas entre os principais produtos do agronegócio, com embarques de 202 mil toneladas, aumento de 34% em relação ao mesmo mês do ano passado. Além do avanço no volume, os preços médios seguiram em trajetória de valorização.

Carnes ampliam participação no mercado internacional

O segmento de proteínas animais manteve ritmo acelerado nas exportações brasileiras.

A carne bovina in natura alcançou 262 mil toneladas exportadas em maio, crescimento de 20% frente ao mesmo período de 2025. A receita somou US$ 1,7 bilhão, impulsionada pelo aumento dos preços internacionais, que atingiram média superior a US$ 6,5 mil por tonelada.

Leia Também:  Manejo microbiológico de solo impulsiona produtividade da cana e rompe marca de 160 t/ha

A carne de frango apresentou um dos melhores desempenhos do mês, com embarques de 442 mil toneladas, alta de 32% na comparação anual.

Já a carne suína exportou 111 mil toneladas, registrando crescimento de aproximadamente 5% sobre maio do ano passado, mantendo a trajetória positiva observada ao longo de 2026.

Açúcar e etanol enfrentam cenário mais desafiador

Enquanto soja e proteínas avançaram, o complexo sucroenergético registrou resultados mais modestos.

As exportações de açúcar VHP somaram 1,8 milhão de toneladas, queda de 10% na comparação anual. Além da redução no volume, os preços internacionais recuaram mais de 20% em relação ao mesmo período de 2025, pressionando as receitas do setor.

O açúcar refinado também apresentou retração, com embarques de 159 mil toneladas, volume 27% inferior ao registrado um ano antes.

No caso do etanol, a queda foi ainda mais expressiva. As exportações despencaram para apenas 17 mil metros cúbicos, retração de 79% na comparação anual. A perda de competitividade do produto brasileiro no mercado internacional continua sendo o principal fator limitante para os embarques.

Milho, algodão e suco de laranja registram avanços

Entre os demais produtos agrícolas, o milho apresentou a maior variação positiva do mês em relação ao ano anterior.

Os embarques alcançaram 249 mil toneladas, crescimento superior a 570%, embora o volume ainda seja considerado modesto devido ao estágio inicial da colheita da segunda safra.

O algodão também registrou forte desempenho, com aumento de 52% nos volumes exportados.

O suco de laranja manteve trajetória positiva, com crescimento de 17% nos embarques, reforçando a posição do Brasil como principal fornecedor global do produto.

Leia Também:  18ª Agrovino promete movimentar o setor ovino com leilões, exposições e presença internacional em Bagé (RS)
Tarifas dos Estados Unidos voltam ao radar do agronegócio

Além dos resultados comerciais, o setor acompanha com atenção os desdobramentos das investigações comerciais conduzidas pelos Estados Unidos contra o Brasil.

No início de junho, o Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR) propôs uma tarifa adicional de 25% sobre determinados produtos brasileiros. Entre os temas citados estão comércio digital, propriedade intelectual, acesso ao mercado de etanol e questões ambientais.

Apesar da medida, boa parte dos principais produtos do agronegócio brasileiro ficou fora da lista de sobretaxação, incluindo carnes, café, frutas, cereais, sementes, fertilizantes e suco de laranja.

Posteriormente, uma nova proposta de tarifa adicional de 12,5% foi apresentada em investigação relacionada a alegações de trabalho forçado em determinadas cadeias produtivas.

As audiências públicas sobre as medidas estão previstas para julho, e o mercado segue atento aos possíveis impactos para o comércio bilateral.

Exportações acumuladas mantêm crescimento em 2026

No acumulado de janeiro a maio de 2026, o agronegócio brasileiro segue apresentando resultados consistentes.

Os destaques são o crescimento das exportações de soja, carnes bovina, suína e de frango, além do avanço das vendas externas de óleo de soja, algodão e milho.

Por outro lado, setores como açúcar refinado, etanol, café verde, trigo e celulose registram desempenho inferior ao observado no mesmo período do ano passado.

Mesmo diante das incertezas comerciais internacionais e da volatilidade dos mercados globais, o agronegócio brasileiro mantém forte competitividade e continua ampliando sua relevância no comércio mundial de alimentos, fibras e energia renovável.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

RIO BRANCO

ACRE

POLÍCIA

FAMOSOS

MAIS LIDAS DA SEMANA