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Forseed lança híbrido FS566 para silagem de alto desempenho na pecuária

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A Forseed, marca do grupo LongPing High-Tech, referência em milho e sorgo, apresenta o FS566, seu mais recente híbrido destinado à silagem para a safra de verão. Com características de alta performance, o FS566 é um híbrido precoce que se destaca pela elevada concentração de amido no grão, excelente tolerância às principais doenças foliares, boa sanidade geral e ótimo desempenho mesmo sob estresse hídrico.

Silagem nutritiva para robustez e produtividade

O FS566 chega para atender a crescente demanda por silagens que garantam volume, qualidade e segurança nutricional, contribuindo diretamente para o aumento da produção e robustez dos rebanhos de leite e carne. Além disso, o grão oferece maior estabilidade produtiva, adaptando-se a diferentes regiões do Brasil.

Élcio Marques, gerente nacional de marketing da Forseed, ressalta:

“O FS566 foi desenvolvido para suprir as necessidades nutricionais do rebanho, garantindo uma silagem que une volume e qualidade para resultados expressivos na pecuária leiteira. Nosso foco é sempre trazer inovações que potencializem o desempenho do produtor.”

Alta conversão alimentar para maior eficiência

O novo híbrido é especialmente indicado para sistemas que buscam maximizar a produção de leite e carne, priorizando a qualidade e o valor nutricional da silagem, o que resulta em maior conversão alimentar e melhor aproveitamento pelos animais.

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Forseed cresce e se consolida no mercado de milho verão

A marca Forseed vem ampliando sua presença com híbridos de alta qualidade, consolidando-se entre as principais do segmento. Dados do FarmTrak Estudo Milho Verão 24/25, da consultoria Kynetec, apontam que a Forseed cresceu 5,5 pontos percentuais no Rio Grande do Sul em relação ao ciclo anterior, atingindo 11% de participação no maior mercado de milho verão do país, com cerca de 1 milhão de hectares cultivados.

Além disso, a Forseed foi a marca que mais aumentou seu market share no estado na safra verão 24/25. Os híbridos FS395 e FS400 se destacaram no mercado de grãos, enquanto o FS533 ganhou destaque no segmento de silagem, reforçando a Forseed como referência para o agronegócio brasileiro.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Fim da escala 6×1 acende alerta no agro para alta de custos e impacto nos alimentos

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Entidades do agronegócio intensificaram nesta semana a mobilização contra a proposta que altera o modelo de jornada de trabalho no país, incluindo o fim da escala 6×1 e a redução da carga semanal de 44 para 40 horas. O setor avalia que os impactos podem ser superiores à média da economia, com reflexos diretos sobre custos, emprego e preço dos alimentos.

Estimativa preliminar do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) indica que a mudança pode elevar os custos entre 7,8% e 8,6% em atividades como agropecuária, construção e comércio — acima da média nacional de 4,7% sobre a massa de rendimentos.

No campo, o posicionamento mais contundente partiu do Sistema Faep, que reúne a Federação da Agricultura do Estado do Paraná, o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural do Paraná (Senar-PR) e sindicatos rurais. A entidade encaminhou ofício a deputados e senadores solicitando a não aprovação da proposta, sob o argumento de que a medida compromete a eficiência produtiva e a competitividade do setor.

Segundo levantamento do Departamento Técnico e Econômico (DTE) do Sistema Faep, a redução da jornada pode gerar impacto de R$ 4,1 bilhões por ano apenas na agropecuária paranaense. A estimativa considera uma base de 645 mil postos de trabalho e uma massa salarial anual de R$ 24,8 bilhões.

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O estudo também aponta a necessidade de recomposição de 16,6% da força de trabalho para cobrir o chamado “vácuo operacional”, especialmente em atividades contínuas, como produção de proteínas animais e operações industriais ligadas ao agro.

A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) também levou o tema à sua Comissão Nacional de Relações do Trabalho e Previdência Social. O debate interno reforçou a necessidade de que eventuais mudanças considerem as especificidades do campo, onde a produção segue ciclos biológicos e climáticos, muitas vezes incompatíveis com jornadas rígidas.

No segmento industrial, a Associação Brasileira da Indústria de Alimentos (ABIA) reconheceu a importância da discussão sobre qualidade de vida no trabalho, mas alertou para os efeitos econômicos de alterações abruptas. Em nota, a entidade destacou que pressões de custo ao longo da cadeia produtiva tendem a impactar diretamente o preço final dos alimentos e o acesso da população, sobretudo de menor renda.

Entre os principais pontos de preocupação do setor está a dificuldade operacional de atividades que não podem ser interrompidas. Cadeias como suinocultura, avicultura e produção de etanol exigem funcionamento contínuo, o que demandaria aumento de quadro de funcionários para manter o mesmo nível produtivo.

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Na prática, isso significa elevação de custos e possível perda de competitividade, tanto no mercado interno quanto nas exportações. Há também o risco de repasse desses custos ao consumidor, pressionando os preços dos alimentos.

Outro fator destacado é a sazonalidade da produção agropecuária. Etapas como plantio, colheita e manejo animal dependem de condições climáticas e janelas operacionais específicas, o que limita a aplicação de modelos padronizados de jornada.

A proposta em discussão no Congresso — a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 221/2019 — ainda está em fase de análise, mas tem mobilizado diferentes setores da economia. No caso do agronegócio, a avaliação predominante é de que mudanças estruturais nas relações de trabalho precisam ser acompanhadas de estudos técnicos aprofundados e regras de transição que evitem desequilíbrios na produção.

O setor defende que o debate avance, mas com base em dados e na realidade operacional do campo, para que eventuais ajustes na legislação não comprometam a oferta de alimentos nem a sustentabilidade econômica das atividades rurais.

Fonte: Pensar Agro

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