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Koppert reduz 97% dos gastos fora da política interna com plataforma de IA para gestão de viagens corporativas

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No setor agrícola, onde logística e deslocamento impactam diretamente a produtividade, a Koppert, líder global em soluções biológicas para uma agricultura sustentável, encontrou na Paytrack uma solução tecnológica para transformar a gestão de viagens e despesas corporativas.

A implementação da plataforma resultou em uma redução de 97% dos gastos fora da política interna e acelerou o processo de reembolso de 30 para apenas 6 dias, eliminando gargalos que antes travavam as operações.

Desafios antes da digitalização

Com atuação em mais de 100 países, a Koppert depende de deslocamentos frequentes de equipes para atendimento a clientes, treinamentos e participação em eventos. Até recentemente, o processo era marcado por burocracia e sobrecarga no time financeiro, que utilizava ferramentas pouco adequadas à realidade brasileira.

Segundo Luiz Silva, gestor financeiro da Koppert, “quando cheguei, tínhamos uma solução global, mas que não atendia às necessidades do Brasil. O volume de viagens e despesas corporativas no país exigia algo mais ágil e conectado às nossas políticas internas”.

Automatização transforma processos e reduz retrabalho

A implantação da Paytrack automatizou toda a jornada, desde o pedido de viagem até a prestação de contas, aplicando imediatamente as regras internas da empresa. O resultado foi uma redução significativa de erros, retrabalho e aumento da transparência nos processos.

Para Pedro Goes, CEO da Paytrack, “nosso objetivo é transformar a gestão de viagens e despesas em uma vantagem competitiva. Não se trata apenas de automatizar processos, mas de conectar tecnologia, governança e cultura organizacional para gerar resultados mensuráveis”.

O case da Koppert demonstra como a tecnologia pode reduzir custos, eliminar retrabalho e aumentar a satisfação dos colaboradores, ao mesmo tempo em que fortalece a responsabilidade financeira.

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Paytrack Card traz autonomia e reforça compliance

A plataforma também incluiu o Paytrack Card, que oferece mais autonomia às equipes, com limites pré-definidos e a obrigatoriedade de prestação de contas para liberação de valores. Essa abordagem reforça a cultura de responsabilidade e compliance, garantindo que as operações financeiras sigam as políticas internas.

Foco estratégico e expansão sustentável

Com a automatização, o time financeiro da Koppert deixou de se concentrar em tarefas operacionais repetitivas e passou a atuar em iniciativas estratégicas, alinhando a gestão de viagens à expansão sustentável da operação no Brasil.

Pedro Goes reforça: “quando empresas do agro, setor historicamente tradicional, aceleram sua transformação digital administrativa, mostramos que qualquer negócio pode evoluir com tecnologia e governança inteligentes. Nosso papel é entregar soluções que não apenas resolvam problemas operacionais, mas que se tornem ferramentas estratégicas para o crescimento sustentável”.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Decisão judicial extingue ação da Aprosoja que cobrava R$ 1,1 bilhão por Moratória da Soja

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A Justiça de Mato Grosso encerrou a ação em que a Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT) cobrava R$ 1,1 bilhão de empresas e entidades por prejuízos que atribuía à Moratória da Soja. A sentença, proferida na terça-feira (13), fecha na primeira instância a tentativa de obter uma reparação coletiva aos agricultores atingidos pelas restrições de compra do acordo.

A cobrança buscava compensar perdas que, segundo a associação, decorreram da dificuldade de vender soja mesmo quando a produção atendia à legislação ambiental. A Aprosoja-MT pretendia que empresas comercializadoras, entidades setoriais e seus representantes respondessem financeiramente por esses danos.

O processo discutia os efeitos de um pacto do qual a Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove) anunciou sua saída em janeiro de 2026. A retirada ocorreu após a entrada em vigor da lei mato-grossense que restringiu incentivos fiscais a empresas participantes de acordos com exigências superiores às da legislação ambiental. Em agosto, depois do julgamento do Supremo Tribunal Federal (STF), a entidade reafirmou que não pretendia retomar a moratória. Saiba mais aqui

Criado em 2006, o compromisso previa a recusa de soja cultivada em áreas do bioma Amazônia desmatadas depois de julho de 2008. A restrição alcançava também áreas abertas com autorização. Para a Aprosoja-MT, esse critério prejudicava agricultores que cumpriam a lei, mas encontravam menos alternativas de compradores para sua produção.

A saída das empresas e a cobrança pelas perdas anteriores seguiram caminhos diferentes. Enquanto a Abiove abandonou o pacto coletivo, a associação dos produtores manteve a tentativa de responsabilizar seus participantes pelos efeitos que atribuía à aplicação das restrições.

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Essa cobrança foi atingida pelo julgamento do STF de 12 de agosto. O Supremo considerou que o acordo respeitava a Constituição e determinou o encerramento dos processos judiciais e administrativos baseados na sua suposta ilegalidade, inclusive dos pedidos de responsabilização financeira. A Vara Especializada em Ações Coletivas de Cuiabá aplicou essa ordem ao processo da Aprosoja-MT. portal.stf.jus.br

Com isso, o pedido de R$ 1,1 bilhão foi encerrado antes da análise dos prejuízos alegados. A sentença deixa os agricultores representados pela associação sem a reparação buscada nessa ação e afasta das empresas processadas, nesta primeira instância, a cobrança coletiva.

O Supremo também manteve as leis estaduais que restringem incentivos a participantes de acordos dessa natureza. Estabeleceu, porém, que a retirada de benefícios deve respeitar os prazos tributários e a proteção das isenções concedidas mediante condições assumidas pelas empresas. O resultado preservou tanto a validade jurídica do pacto quanto a possibilidade de os estados estabelecerem condições para conceder incentivos.

Na mesma sentença, a Justiça rejeitou os pedidos para que a Aprosoja-MT pagasse honorários, despesas processuais e multa por má-fé. A associação teve sua cobrança encerrada, mas ficou livre dessas despesas reclamadas pelos réus.

Na comercialização atual, a Abiove informou que suas associadas passaram a atender individualmente às exigências dos mercados compradores. Para o produtor, as condições de aceitação da soja dependem das políticas de cada empresa. Já a sentença desta semana trata da disputa pelas perdas atribuídas ao antigo compromisso coletivo e encerra, nessa primeira instância, a tentativa de recuperação desses valores.

Isan Rezende

Com isso, os produtores representados pela Aprosoja-MT não receberão qualquer indenização das empresas ligadas à Moratória da Soja. A Aprosoja-MT buscava responsabilizar empresas e entidades por prejuízos que atribuía à moratória. Seu argumento era que agricultores que respeitavam a legislação ambiental também podiam ficar sem acesso a compradores por causa das exigências do acordo.

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O presidente do Instituto do Agronegócio (IA), Isan Rezende, lamentou a decisão. “O encerramento da ação frustra a expectativa de reparação dos produtores que se consideram prejudicados pela Moratória da Soja. A cobrança da Aprosoja procurava dar uma resposta a quem cumpriu a legislação ambiental, investiu na propriedade e encontrou restrições para vender. A sentença encerrou esse pedido sem examinar os prejuízos alegados. Isso precisa ficar claro para o agricultor”, comentou.

“O problema comercial continua exigindo atenção. O produtor precisa saber, antes de plantar e de assumir compromissos, quais critérios serão usados para receber sua soja. Quem trabalha dentro da lei precisa de previsibilidade para investir. Também é necessário dar transparência às exigências dos compradores, para que o agricultor consiga avaliar suas alternativas de venda e os custos envolvidos”, disse Rezende.

“Agora, o setor precisa concentrar esforços para ampliar mercados e construir condições comerciais mais claras. Sair de um acordo coletivo não significa, necessariamente, abandonar as restrições de compra. Por isso, a representação dos produtores deve acompanhar as regras adotadas por cada empresa e buscar soluções que preservem o acesso aos mercados e a renda de quem produz”, recomendou o presidente do IA.

Fonte: Pensar Agro

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