AGRONEGÓCIO
Mercado de vinhos no Brasil cresce 9% em 2025 e projeta tendências para 2026
AGRONEGÓCIO
Mercado brasileiro de vinhos cresce 9% em 2025
O mercado brasileiro de vinhos e espumantes encerrou 2025 com faturamento estimado em R$ 21,1 bilhões, registrando um crescimento de aproximadamente 9% em relação ao ano anterior. O levantamento é do Ideal.BI e destaca que o avanço foi impulsionado principalmente pela venda de produtos de maior valor agregado, evidenciando um processo de premiumização do consumo no país.
O tema será discutido na próxima edição da Wine South America, que ocorre de 12 a 14 de maio, em Bento Gonçalves (RS), reunindo produtores, distribuidores, importadores e especialistas do setor.
Consumidor brasileiro valoriza produtos de maior qualidade
Segundo Felipe Galtaroça, CEO da Ideal.BI, o crescimento de 2025 reflete mudanças no comportamento do consumidor brasileiro.
“A expansão do mercado foi sustentada principalmente pelo aumento do tíquete médio e pela maior participação de rótulos premium. Observamos um movimento consistente de valorização do produto, com o consumidor buscando qualidade e novas experiências”, explica.
O levantamento indica que o consumidor brasileiro está disposto a investir mais em vinhos e espumantes, priorizando experiências sofisticadas e produtos de qualidade superior.
Espumantes continuam como destaque do setor
Entre os segmentos em alta, os espumantes se consolidam como destaque no mercado nacional. Em 2025, foram comercializadas 4,5 milhões de caixas de 9 litros, representando um crescimento de 8% em relação a 2024 e estabelecendo novo recorde histórico.
Nos últimos anos, a bebida deixou de ser consumida apenas em datas comemorativas, passando a integrar diferentes momentos do cotidiano.
“Os espumantes são uma grande bandeira do Brasil, com qualidade reconhecida internacionalmente. O crescimento consistente nos últimos anos fortalece a imagem do setor e abre novas oportunidades de mercado”, afirma Panizzi, especialista do setor.
Wine South America abordará cenários e oportunidades até 2027
As perspectivas, desafios e oportunidades para o mercado de vinhos brasileiro serão aprofundadas durante a Wine South America 2026.
O painel “O Raio-X do Mercado de Vinhos: Onde Estamos e Para Onde Vamos até 2027” apresentará análises detalhadas sobre o desempenho recente do setor, tendências de consumo e cenários futuros da cadeia vitivinícola.
O debate está marcado para o dia 12 de maio, às 14h, integrando a programação da feira, reconhecida como um dos principais pontos de encontro do mercado de vinhos na América Latina.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
AGRONEGÓCIO
Colheita florestal em terrenos inclinados exige novas soluções técnicas e mais segurança operacional
Com atuação em Minas Gerais e São Paulo, a Reflorestar aposta em planejamento detalhado e adaptação contínua para garantir produtividade e segurança na colheita florestal em relevo acidentado.
Terrenos inclinados elevam complexidade da colheita florestal no Brasil
A colheita florestal em áreas inclinadas vem se consolidando como um dos maiores desafios operacionais do setor, especialmente diante da expansão do uso de terrenos com relevo acidentado. Nessas condições, o equilíbrio entre segurança, produtividade e eficiência técnica torna-se cada vez mais complexo.
Com o avanço dessas áreas, aumentam também os riscos operacionais para equipes e máquinas, além da necessidade de ajustes constantes no planejamento e na execução das atividades em campo.
Microplanejamento e validação em campo são essenciais
Para lidar com esse cenário, a Reflorestar Soluções Florestais estruturou um modelo operacional baseado em microplanejamento, validação em campo e integração direta com as equipes.
A empresa atua em diferentes regiões, incluindo o Sul de Minas Gerais, onde realiza colheita em áreas com até 25 graus de inclinação, e o Vale do Paraíba (SP), com operações de roçada mecanizada em terrenos que chegam a 40 graus.
Segundo o gerente geral de Operações da Reflorestar, Nilo Neiva, o planejamento em áreas inclinadas precisa ser constantemente revisado, já que cada talhão apresenta características próprias e dinâmicas que podem mudar ao longo da operação.
Análise detalhada define estratégia em cada talhão
Antes do início das atividades, cada área passa por uma avaliação técnica detalhada. São analisados fatores como inclinação do terreno, risco de tombamento, logística de retirada da madeira, pontos de entrada e saída de máquinas e direção de corte.
Mesmo com esse planejamento inicial, a validação em campo é indispensável, já que as condições reais podem apresentar variações em relação ao projetado.
De acordo com a empresa, o sucesso da operação depende da capacidade de equilibrar três pilares fundamentais: segurança, produtividade e manutenção dos equipamentos.
Operadores têm papel estratégico na tomada de decisão
A atuação em terrenos inclinados exige também forte participação das equipes operacionais, que desempenham papel decisivo na identificação de riscos e ajustes durante a execução.
O operador de colhedor florestal Dalton Moreira destaca que o trabalho exige atenção constante às condições do terreno, da madeira e do comportamento das máquinas, com foco permanente na segurança.
Essa percepção em campo é considerada essencial para ajustes operacionais em tempo real, especialmente em áreas com maior instabilidade do solo.
Integração entre campo e gestão aumenta eficiência
Segundo o diretor florestal da Reflorestar, Igor Souza, a interação entre operadores, mecânicos e equipe técnica fortalece a tomada de decisão e melhora a segurança das operações.
Em muitos casos, sinais de variação no terreno são identificados primeiro por quem está em campo, permitindo correções rápidas no planejamento e na execução das atividades.
Essa integração também contribui para o uso mais eficiente dos recursos, possibilitando alcançar bons níveis de produtividade mesmo com equipamentos já utilizados em operações convencionais, desde que haja planejamento adequado e acompanhamento técnico rigoroso.
Adaptação contínua é chave para operar em relevo acidentado
A experiência da Reflorestar mostra que a colheita florestal em terrenos inclinados exige uma abordagem dinâmica, baseada em planejamento detalhado, validação constante e forte integração entre equipes.
Em um cenário de expansão das operações em áreas de relevo complexo, a adaptação contínua dos processos se torna essencial para garantir segurança, eficiência e competitividade no setor florestal.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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