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PIB do Paraná cresce 3,8% no primeiro semestre e supera média nacional

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O Produto Interno Bruto (PIB) do Paraná registrou crescimento de 3,8% no primeiro semestre de 2025, em comparação com o mesmo período do ano passado, conforme dados divulgados pelo Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes) na quinta-feira (18/09). A expansão supera a média nacional, que ficou em 2,5% no mesmo intervalo.

Agropecuária lidera crescimento estadual

No acumulado de janeiro a junho, a agropecuária do Paraná teve desempenho expressivo, com avanço de 13,56%, impulsionado pelas boas safras de soja e milho. Os setores industrial e de serviços também apresentaram crescimento positivo, de 3,43% e 2,46%, respectivamente.

Segundo relatório do Banco Central, o Paraná foi a unidade da federação com maior crescimento econômico no primeiro semestre, reforçando seu peso no cenário nacional.

Paraná atinge R$ 403 bilhões em PIB

Em termos monetários, o PIB estadual alcançou R$ 403 bilhões no primeiro semestre de 2025 — valor equivalente ao PIB total do Paraná em 2016. Com isso, o Estado passou a representar 6,51% do PIB brasileiro, acima dos 6,45% registrados no mesmo período do ano passado.

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O governador Carlos Massa Ratinho Junior destacou o desempenho econômico:

“O Paraná é uma força econômica. Estamos muito animados com os resultados de todos os segmentos, com o mercado de trabalho e com os novos investimentos. Nosso objetivo é dobrar o tamanho do PIB até o fim de 2026.”

Crescimento consistente no segundo trimestre

O Ipardes apontou que, no segundo trimestre de 2025, o PIB paranaense avançou 2,5% em relação ao mesmo período de 2024. O crescimento foi puxado pela agropecuária (+14,41%), indústria (+1,18%) e serviços (+1,48%). A taxa supera a expansão do PIB nacional no trimestre, que foi de 2,2%.

Desempenho acumulado e participação na economia nacional

No acumulado de quatro trimestres, o crescimento do Paraná chegou a 3,63%, com destaque para agropecuária (+7,69%) e indústria (+4,47%), totalizando um PIB de R$ 756,2 bilhões.

O diretor-presidente do Ipardes, Jorge Callado, atribui o bom desempenho à parceria entre governo e setor produtivo:

“O fortalecimento do ambiente de negócios tem sido prioridade da gestão atual, e isso se reflete nos resultados.”

O secretário do Planejamento, Ulisses Maia, ressalta que o Paraná consolidou a posição de quarta maior economia do país, destacando a diversidade produtiva do Estado, que combina agropecuária, indústria e serviços.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Produção de tabaco no Paraná atinge recorde na safra 2026, mas preços recuam no mercado

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A produção de tabaco no Paraná encerrou a safra 2026 com resultado recorde, alcançando 213,7 mil toneladas. O desempenho representa um crescimento de 7% em relação ao ciclo anterior, quando foram colhidas 199,7 mil toneladas, segundo dados do Boletim Conjuntural divulgado pelo Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria da Agricultura e do Abastecimento (Seab), nesta quinta-feira (25).

O avanço foi sustentado principalmente pela expansão contínua da área cultivada, que registra crescimento há cinco safras consecutivas e atingiu 86,8 mil hectares, o maior nível já observado no estado.

Expansão da área impulsiona novo recorde de produção

O aumento da área plantada segue como principal fator de sustentação da produção recorde de tabaco no Paraná. O movimento de expansão contínua ao longo dos últimos anos consolidou o estado como um dos principais polos produtores da cultura no país.

Com maior volume de área disponível para cultivo, a safra ganhou robustez, mesmo diante de oscilações climáticas e variações regionais de produtividade.

Preços do tabaco recuam no período de maior comercialização

Apesar do desempenho positivo na produção, o mercado registrou pressão sobre os preços pagos aos produtores.

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De acordo com o Deral, os valores observados em maio refletem o período de maior comercialização da safra, quando ocorre o pico de secagem das folhas em estufas após a colheita.

No mês de referência, o preço médio do quilo do tabaco tipo estufa foi de R$ 18,71, o que representa uma queda de 3% em comparação ao mesmo período do ano anterior, quando a média registrada era de R$ 19,22.

Cadeia integrada garante estabilidade ao produtor

Mesmo com a leve redução nas cotações, o boletim destaca que a cultura do tabaco segue como uma das atividades mais competitivas para pequenos produtores no Paraná.

O sistema de integração produtiva, característico da cadeia do tabaco, é apontado como um dos principais fatores de estabilidade econômica, garantindo previsibilidade de comercialização e suporte técnico ao longo do ciclo produtivo.

Perspectiva do setor

O resultado da safra 2026 reforça o avanço estrutural da cultura no estado, sustentado pela ampliação da área cultivada. Para os próximos ciclos, o mercado deve seguir atento ao equilíbrio entre oferta e demanda, além da dinâmica de preços durante os períodos de maior comercialização.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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