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Vega Monitoramento lança central inteligente para grãos com IA e geotecnologia durante o Congresso Andav

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Lançamento oficial no Congresso Andav 2025

A agtech brasileira Vega Monitoramento, referência em inteligência territorial no agronegócio, escolheu o Congresso Andav 2025 — que acontece de 5 a 7 de agosto, em São Paulo — para apresentar sua mais nova solução tecnológica: o Grain Station.

Desenvolvida para transformar a rastreabilidade e o desempenho da cadeia de grãos, a plataforma promete elevar o nível de inteligência do setor por meio de dados geoespaciais, inteligência artificial (IA) e sensoriamento remoto.

Grain Station: uma central de inteligência para o agronegócio

Segundo o CEO da Vega, Alexandre Rodrigues, o Grain Station é mais do que apenas uma ferramenta digital. “É uma central de inteligência para o agronegócio. Com ela, queremos oferecer mais previsibilidade, segurança e sustentabilidade à cadeia de grãos, do campo até a comercialização”, afirma.

A plataforma integra variáveis ambientais, produtivas e climáticas em uma única interface, facilitando a tomada de decisões mais ágeis, eficazes e alinhadas às exigências de mercados que demandam cada vez mais eficiência, rastreabilidade e conformidade socioambiental.

Principais diferenciais da solução

Entre os recursos inovadores da plataforma Grain Station, destacam-se:

  • Monitoramento geoespacial contínuo de áreas produtivas e estruturas de armazenamento;
  • Previsão de safra com inteligência artificial e análise climática integrada;
  • Rastreamento da origem e conformidade ambiental das propriedades fornecedoras;
  • Interface intuitiva, desenvolvida especialmente para atender distribuidores, cooperativas e tradings.
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Vega Monitoramento: referência em rastreabilidade e inteligência territorial

Fundada em 2018, a Vega Monitoramento integra o Grupo Imagem e se consolidou como uma das principais agtechs do Brasil. Atualmente, a empresa monitora mais de 4,5 milhões de imóveis rurais e 48 milhões de hectares, tendo realizado mais de 5 milhões de análises de conformidade socioambiental.

A credibilidade da Vega é reforçada por parcerias com grandes empresas do setor, como a Bunge. Desde 2021, participa do Programa Parceria Sustentável, monitorando a origem da soja de canais indiretos no Cerrado brasileiro. Para isso, utiliza a plataforma LYRA, que une sensoriamento remoto, inteligência artificial e metodologias auditadas pelo Bureau Veritas — modelo que agora se expande com o lançamento do Grain Station, focado integralmente na cadeia de grãos.

Andav 2025: palco estratégico para a inovação no agro

O Congresso Andav é considerado um dos principais eventos da distribuição agrícola na América Latina, reunindo anualmente fabricantes, distribuidores, produtores e especialistas do setor. Além de promover o networking e o debate sobre o futuro do agronegócio, o evento se destaca pelo lançamento de tecnologias que impulsionam a inovação no campo.

“Escolhemos lançar o Grain Station na Andav 2025 justamente por ser uma das maiores feiras do setor de distribuição agrícola da América Latina. Convidamos todos os visitantes a conhecerem nossa tecnologia em primeira mão no estande B21”, finaliza Rodrigues.

Fonte: Portal do Agronegócio

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Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações de carne de peru crescem 23% e receita mais que dobra em 2026

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As exportações brasileiras de carne de peru seguem em trajetória de recuperação e registraram forte crescimento nos primeiros quatro meses de 2026. Entre janeiro e abril, o país embarcou 22.328 toneladas da proteína, volume 23,1% superior ao registrado no mesmo período do ano passado. A receita alcançou aproximadamente R$ 454 milhões, avanço de 124,6% sobre os cerca de R$ 202 milhões obtidos nos quatro primeiros meses de 2025, segundo dados do Agrostat, sistema de estatísticas do Ministério da Agricultura, compilados pelo Departamento de Economia Rural (Deral) do Paraná.

O desempenho foi impulsionado tanto pelo aumento dos embarques quanto pela valorização da proteína no mercado internacional. O preço médio da carne de peru exportada pelo Brasil atingiu cerca de R$ 20,3 mil por tonelada no primeiro quadrimestre deste ano, alta de 77,6% em relação aos aproximadamente R$ 11,4 mil por tonelada registrados no mesmo período de 2025.

Os números ganham relevância em um setor que enfrenta retração do consumo doméstico há vários anos. Em 2025, a produção brasileira de carne de peru foi estimada em cerca de 138 mil toneladas, volume 7% inferior ao do ano anterior. Tradicionalmente associada às festas de fim de ano, a proteína tem perdido espaço no mercado interno para carnes de consumo mais frequente, como frango e suínos, levando a indústria a buscar novos mercados no exterior.

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Atualmente, praticamente toda a carne de peru exportada pelo Brasil é comercializada na forma in natura. Das 22.328 toneladas embarcadas entre janeiro e abril, 22.112 toneladas pertencem a essa categoria, o equivalente a mais de 99% do total exportado.

A cadeia produtiva permanece altamente concentrada na região Sul, responsável por cerca de 97% da produção nacional. Santa Catarina lidera o setor, com aproximadamente 62% da oferta brasileira, seguida pelo Rio Grande do Sul, com 23%, e pelo Paraná, com 15%.

O protagonismo dos estados do Sul também aparece nos números das exportações. Santa Catarina liderou os embarques no primeiro quadrimestre, com 8.906 toneladas e faturamento de aproximadamente R$ 196 milhões. O Rio Grande do Sul exportou 8.663 toneladas, gerando cerca de R$ 145 milhões em receita. Já o Paraná embarcou 4.739 toneladas, com faturamento próximo de R$ 113 milhões.

Na comparação com o mesmo período de 2025, Santa Catarina ampliou suas exportações em 38,4%, enquanto o Rio Grande do Sul registrou crescimento de 21,2% e o Paraná avançou 6,9%. Quando analisada a receita, os resultados foram ainda mais expressivos. O faturamento catarinense aumentou 171,1%, o paranaense cresceu 113,1% e o gaúcho avançou 69,9%.

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O México se consolidou como o principal destino da carne de peru brasileira em 2026. O país importou 6.825 toneladas entre janeiro e abril, movimentando cerca de R$ 153,5 milhões. O volume embarcado para o mercado mexicano cresceu 319,7% em relação ao mesmo período do ano passado, enquanto a receita avançou impressionantes 627,4%.

Na sequência aparecem Chile, com 3.323 toneladas e aproximadamente R$ 114,5 milhões em compras; África do Sul, com 3.027 toneladas e R$ 27,2 milhões; Países Baixos, com 1.611 toneladas e R$ 57,3 milhões; e Peru, com 1.071 toneladas e R$ 15,8 milhões.

Além dos principais compradores, a carne de peru brasileira também chegou a mercados como Guiné Equatorial, Gana, Benin, Gabão e Bahamas, reforçando a estratégia de diversificação das exportações.

Embora represente uma fatia pequena do mercado de proteínas animais do país, a cadeia do peru mostra sinais de fortalecimento no comércio exterior. A combinação de preços mais elevados, aumento da demanda em mercados estratégicos e expansão dos embarques tem permitido ao setor compensar parte das dificuldades enfrentadas no consumo doméstico e ampliar sua participação no mercado internacional.

Fonte: Pensar Agro

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