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Zoetis é pioneira em certificar portfólio equino com selo Fair4Them de bem-estar animal

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Zoetis conquista certificação inédita para produtos voltados a equinos

A Zoetis, referência mundial em saúde animal, tornou-se a primeira empresa do setor a submeter seu portfólio de produtos voltados a equinos a uma certificação independente de bem-estar animal.

A companhia recebeu o selo Fair4Them, que atesta a conformidade de parte de suas vacinas, biológicos e parasiticidas com os mais altos padrões de responsabilidade, qualidade e sustentabilidade.

A iniciativa reforça o compromisso da Zoetis em alinhar ciência, inovação e práticas éticas para promover uma relação mais responsável entre o setor produtivo e o bem-estar dos animais.

Certificação avalia critérios rigorosos de cuidado e rastreabilidade

O reconhecimento integra o programa Fair4Them Bem-Estar Equinos, conduzido pela Fair4Them, entidade especializada em certificações de bem-estar para pets e equinos.

O processo de certificação envolve uma análise detalhada de diversos critérios, incluindo qualidade e rastreabilidade dos processos, biosseguridade, conformidade regulatória, gestão responsável de insumos e práticas sustentáveis em toda a cadeia produtiva.

De acordo com Flávia Fontes, CEO da FairFood/Fair4Them, a certificação atende a uma demanda crescente da sociedade por transparência e responsabilidade nas relações de consumo.

“Produtos certificados são mais do que uma escolha consciente. Eles se tornam ferramentas capazes de promover e ampliar o bem-estar animal, além de trazer diferenciação e valor para o mercado”, destaca Fontes.

Certificação reflete novo momento da equideocultura no Brasil

Para Alessandro Procópio, diretor da Fair4Them, o reconhecimento marca um novo estágio para a equideocultura brasileira.

“A busca pelo bem-estar animal deixou de ser um discurso e se tornou uma prática concreta. A certificação da Zoetis simboliza essa transformação. Hoje, paixão e ciência caminham juntas, orientando o desenvolvimento de soluções que priorizam os cinco domínios do bem-estar animal — saúde, comportamento natural e qualidade de vida para os equinos”, afirma Procópio.

Compromisso com inovação e sustentabilidade em saúde animal

A certificação também evidencia o alinhamento da Zoetis às exigências dos órgãos reguladores brasileiros, incluindo critérios do Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA), e reforça a robustez e confiabilidade de suas soluções.

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O reconhecimento integra os pilares estratégicos da companhia: promover sustentabilidade em saúde animal, garantir experiências excepcionais aos clientes e ampliar o impacto positivo sobre o bem-estar animal.

Segundo Patricia Nobre, gerente de Produto da Zoetis, o selo Fair4Them consolida a empresa como referência no segmento.

“Ter parte do nosso portfólio de equinos certificada reforça o compromisso da Zoetis com padrões elevados de qualidade e responsabilidade. Nosso trabalho é pautado em ciência, inovação e controle rigoroso de processos, o que fortalece a confiança do mercado e a credibilidade da marca em saúde equina”, afirma Nobre.

Aproximação com o mercado e apoio técnico fortalecem o setor equino

Além de investir no desenvolvimento de soluções certificadas, a Zoetis mantém uma atuação contínua de proximidade com criadores, veterinários e tutores.

A companhia oferece suporte técnico especializado, promove disseminação de conhecimento e incentiva práticas responsáveis e éticas no manejo dos equinos.

Essa abordagem colaborativa contribui para uma visão integrada de saúde, bem-estar e sustentabilidade, consolidando o papel da Zoetis como parceira estratégica na evolução da cadeia produtiva equina no Brasil e no mundo.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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EUA ampliam exportações de etanol e acirram concorrência com o Brasil

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Os Estados Unidos exportaram aproximadamente 5,34 bilhões de litros de etanol entre janeiro e julho de 2026, avanço de 13% sobre igual período do ano anterior, segundo a Renewable Fuels Association (RFA). O crescimento dos embarques amplia a concorrência para o Brasil e mostra a força de uma indústria sustentada por um mercado doméstico de grande escala, apesar de uma mistura menor do biocombustível na gasolina.
Nos EUA, a produção de etanol foi de aproximadamente 160 milhões de litros por dia, conforme dados da agência de energia americana, a EIA, publicados no dia 30 de setembro. O número representa o ritmo registrado naquela semana, sem equivaler a um balanço anual.
A aparente contradição está nas bombas. Enquanto a gasolina comum brasileira contém 32% de etanol, a mistura predominante no mercado americano é o E10, com 10%. O percentual menor, contudo, incide sobre uma quantidade muito maior de combustível comercializado.
Na mesma semana de setembro, o volume de gasolina fornecido ao mercado americano, usado pela EIA como referência de consumo, foi de aproximadamente 1,38 bilhão de litros por dia. Essa quantidade já inclui o etanol misturado ao combustível. É a dimensão desse abastecimento que permite absorver uma produção elevada do biocombustível.
Uma conta ilustrativa ajuda a entender: 10% de um mercado de 400 bilhões de litros representam 40 bilhões de litros de etanol. Já 32% de um mercado de 100 bilhões correspondem a 32 bilhões. A comparação dos percentuais, isoladamente, não mostra quantos litros chegam aos consumidores.
Enquanto ampliam as exportações, os EUA importaram menos de 1,9 milhão de litros de etanol entre janeiro e julho de 2026, segundo a RFA. O contraste reforça o peso da produção doméstica no abastecimento americano.
Esses números mostram que uma expansão do consumo nos EUA encontra uma indústria doméstica capaz de disputar o fornecimento. Para o exportador brasileiro, uma mistura maior abre oportunidades, mas os embarques dependem dos preços, dos custos de transporte, das condições de acesso e da disponibilidade do produto americano.
Os dois países também organizam o abastecimento de maneiras diferentes. No Brasil, a mistura obrigatória de 32% vale para a gasolina comum e a comum aditivada desde 1º de agosto de 2026. A medida tem duração inicial de 180 dias, com possibilidade de uma prorrogação por igual período. Na gasolina premium, o teor permanece em 25%.
Além disso, o motorista brasileiro dispõe do etanol hidratado para abastecer veículos flex. Esse mercado depende da relação entre o preço dos combustíveis e o rendimento do automóvel. A demanda nacional, portanto, reúne tanto o etanol adicionado à gasolina quanto o vendido diretamente ao consumidor.
Nos EUA, o E10 convive com o E15, de até 15%, e com misturas mais elevadas para veículos compatíveis. Os postos não são obrigados a oferecer E15. A ampliação das vendas envolve equipamentos adequados, disponibilidade de combustível e regras de comercialização.
Restrições relacionadas às emissões evaporativas afetam a venda de E15 durante o verão em partes do país. Em 2026, a agência ambiental americana, a EPA, concedeu uma autorização excepcional para permitir sua comercialização nessa estação. A previsibilidade das regras continua relevante para os investimentos na distribuição.
O Brasil deve produzir 41,88 bilhões de litros de etanol na safra 2026/27, aumento de 11,7% sobre a temporada anterior, segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). A expansão reforça a importância de ampliar o consumo nas bombas e conquistar compradores externos. Nessa disputa, os Estados Unidos combinam uma indústria de grande escala com um mercado que absorve volumes elevados mesmo usando uma mistura menor de etanol na gasolina.
O levantamento brasileiro, divulgado em agosto, estima 29,98 bilhões de litros de etanol de cana e 11,91 bilhões de litros do combustível produzido a partir do milho. O crescimento previsto é de 9,7% e 17%, respectivamente. São projeções para a safra em andamento, que inclui parte de 2027.
A safra de cana está na segunda metade da colheita e da moagem no Centro-Sul, onde as chuvas de setembro reduziram o ritmo dos trabalhos. No Nordeste, a temporada começou mais recentemente. A fabricação de etanol de milho segue outro calendário, com usinas que operam ao longo do ano.
Para o campo brasileiro, o avanço do etanol tem efeitos distintos. A expansão das usinas de milho amplia as alternativas de venda do cereal. Uma demanda maior também pressiona o custo da matéria-prima para quem fabrica o combustível, conforme a oferta da safra e os estoques disponíveis.
O etanol de cana conta ainda com rotas de produção reconhecidas pela EPA na categoria de biocombustíveis avançados, sujeitas a requisitos ambientais. Esse enquadramento permite disputar mercados que valorizam a redução de emissões.
Com a oferta brasileira em crescimento, o resultado para a cadeia dependerá da capacidade de transformar produção em consumo. A mistura na gasolina, a escolha dos motoristas e as exportações precisam acompanhar os novos volumes para sustentar a remuneração das usinas e dos produtores de matéria-prima.

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Fonte: Pensar Agro

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