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Expo Xapuri: MPAC e Procon promovem ações em defesa do consumidor
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O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), por meio do Centro de Apoio Operacional de Defesa do Consumidor (Caop do Consumidor) e da Promotoria de Justiça de Xapuri, em parceria com o Instituto de Proteção e Defesa do Consumidor do Acre (Procon/AC), realizou ações voltadas à orientação da população e ao acompanhamento das relações de consumo durante a Expo Xapuri, realizada entre os dias 4 e 7 de setembro.
A equipe do MPAC esteve presente em estandes institucionais, prestando informações sobre direitos e deveres nas relações de consumo, distribuindo exemplares do Código de Defesa do Consumidor e atuando de forma preventiva em conjunto com o Procon/AC para verificar o cumprimento das normas consumeristas.

Segundo o coordenador do Caop do Consumidor, procurador de Justiça Carlos Maia, a presença do MPAC na feira foi estratégica para aproximar a instituição da comunidade. “Essa iniciativa reforça o papel do Ministério Público na promoção da cidadania e na indução de boas práticas no mercado de consumo, especialmente em eventos de grande relevância regional como a Expo Xapuri. O MPAC continuará comprometido em fortalecer a atuação em defesa dos consumidores acreanos, com foco em educação para o consumo e em soluções que garantam o interesse público”, destacou.

O promotor de Justiça de Xapuri, Renan Augusto Gonçalves, também ressaltou a importância da participação na feira. “O Ministério Público esteve presente para atender os cidadãos por meio de seus órgãos auxiliares, como o Núcleo de Apoio Técnico, o Caop do Consumidor e o Centro de Atendimento às Vítimas. Também realizamos ações de orientação e fiscalização em parceria com o Procon, o Conselho Tutelar e a Vigilância Sanitária, reforçando a atuação integrada em prol da comunidade”, disse.
Fonte: Ministério Publico – AC
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MPAC discute pautas prioritárias para reunião do Eixo de Direitos Humanos do CNPG
O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) realizou, nesta quinta-feira, 1º, encontro preparatório para definir as pautas que serão apresentadas pelo Grupo Nacional de Defesa de Direitos Humanos em Sentido Estrito (COPEDH) durante a Reunião Ordinária do Eixo de Direitos Humanos do Conselho Nacional de Procuradores-Gerais (CNPG), nos dias 19 e 20 de outubro, em Brasília.
Participaram das discussões o procurador-geral de Justiça, Oswaldo D’Albuquerque Lima Neto, presidente da COPEDH; o promotor de Justiça Thalles Ferreira, membro do grupo; e o procurador-geral adjunto Institucional, Sammy Barbosa Lopes. A agenda integra a preparação dos grupos que compõem o Eixo de Direitos Humanos do CNPG para o encontro nacional.
Entre os temas definidos como prioritários pela COPEDH estão o direito à moradia e à cidade, no marco dos 25 anos do Estatuto da Cidade; democracia e direitos humanos; clínicas de internação compulsória e comunidades terapêuticas; discursos de ódio, extremismo nas redes sociais e proteção de grupos vulnerabilizados; além da defesa dos povos indígenas e das comunidades tradicionais, tendo a educação como eixo estratégico.
As discussões deverão subsidiar propostas e encaminhamentos para a atuação do Ministério Público nessas áreas. Entre as questões que serão aprofundadas estão o enfrentamento às desigualdades urbanas e à precariedade habitacional; a proteção dos direitos fundamentais e da convivência democrática; as políticas de cuidado em saúde mental; a prevenção aos discursos de ódio e à violência; e a proteção dos direitos dos povos indígenas e das comunidades tradicionais.
Para o procurador-geral de Justiça e presidente da COPEDH, Oswaldo D’Albuquerque, o encontro permitirá avançar na construção de respostas conjuntas para questões presentes em diferentes realidades do país. “São temas que exigem do Ministério Público diálogo, articulação e capacidade de construir respostas conjuntas. O encontro será uma oportunidade para reunir experiências de diferentes estados e estabelecer caminhos que contribuam para uma atuação cada vez mais efetiva na proteção dos direitos humanos”, destacou.
O promotor de Justiça Thalles Ferreira ressaltou a relação entre as pautas selecionadas e a necessidade de uma abordagem integrada. “Os debates sobre direito à moradia e à cidade, democracia e direitos humanos, políticas de cuidado em saúde mental, enfrentamento aos discursos de ódio e proteção dos povos indígenas e comunidades tradicionais não são questões isoladas, mas elementos constitutivos de um compromisso institucional com a dignidade humana em todas as suas expressões”, afirmou.
Texto: Hudson Castelo
Fotos: Diego Negreiros
Secretaria de Comunicação do MPAC
Fonte: Ministério Publico – AC
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