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MPAC discute criação de unidade para combate a crimes cibernéticos

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O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) realizou, nesta segunda-feira, 6, no edifício-sede, reunião para tratar sobre a criação da Unidade de Prevenção e Combate a Crimes Cibernéticos. O encontro foi conduzido pelo procurador-geral de Justiça, Oswaldo D’Albuquerque Lima Neto, com a participação de órgãos de execução e grupos de apoio das áreas de segurança, tecnologia e planejamento.

A proposta de implantação da unidade, voltada a crimes no ambiente virtual, foi desenvolvida pelo Núcleo de Apoio Técnico (NAT), que apresentou, durante a reunião, as diretrizes estruturais, tecnológicas e operacionais do projeto, com foco na integração entre setores e no uso de ferramentas de investigação digital.

Entre outras funções, a unidade deve registrar conteúdos na internet com validade jurídica e identificar práticas ilícitas em redes sociais e sites, inclusive em ambientes da deep e dark web. O projeto abrange ainda o combate à pirataria, fraudes, desinformação, discursos de ódio e crimes contra crianças e adolescentes, com uso de técnicas para identificar usuários que ocultam a identidade. Também é indicada a cooperação com plataformas digitais para agilizar a remoção de conteúdos ilícitos.

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Para viabilizar a estrutura, estão previstos investimentos em tecnologia, equipamentos e capacitação técnica de membros e servidores, com treinamentos para a utilização de sistemas, alguns deles já em uso no MPAC.

Segundo o procurador-geral de Justiça, a medida integra o processo de modernização institucional e busca ampliar a capacidade de resposta do Ministério Público diante do avanço da criminalidade no ambiente digital. “A iniciativa contribui para o fortalecimento da atuação preventiva e investigativa, com a adoção de ferramentas tecnológicas e a articulação entre diferentes áreas da instituição, o que amplia a eficiência no enfrentamento a esse tipo de crime”, declarou Oswaldo D’Albuquerque.

Ao detalhar os eixos de atuação da unidade, o coordenador do NAT, promotor de Justiça Rodrigo Curti, destacou a necessidade de capacitação e suporte técnico contínuos aos membros, incluindo a publicidade sobre ferramentas disponíveis. “Também é fundamental fortalecer a publicidade e as nossas estratégias de comunicação”, afirmou.

O encontro contou com a participação de representantes da Corregedoria-Geral, Secretaria-Geral, Centro de Apoio Operacional Criminal, Diretoria de Tecnologia da Informação, Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco), Centro de Apoio Operacional Eleitoral e Secretaria de Planejamento Institucional e Inovação (Secplan).

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Texto: Hudson Castelo
Fotos: Diego Negreiros
Agência de Notícias do MPAC

Fonte: Ministério Publico – AC

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MPAC participa de homenagem aos sete anos da Patrulha Maria da Penha

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O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), representado pela procuradora de Justiça Gilcely Evangelista, participou, nesta quinta-feira, 15, de uma sessão solene realizada pela Assembleia Legislativa do Estado do Acre (Aleac), em homenagem aos sete anos de atuação da Patrulha Maria da Penha no estado.

A solenidade reuniu autoridades, representantes de instituições que integram a rede de proteção às mulheres e profissionais da Polícia Militar do Acre (PMAC). Durante o evento, foram prestadas homenagens aos integrantes da Patrulha Maria da Penha pelo trabalho desenvolvido na prevenção e no enfrentamento à violência doméstica e familiar.

A sessão solene abordou a importância da integração entre as instituições de segurança pública, o sistema de Justiça e os demais órgãos responsáveis pelo atendimento às mulheres, especialmente para prevenir novos episódios de violência e assegurar o acesso aos serviços de assistência e proteção.

Em sua fala, a procuradora de Justiça Gilcely Evangelista destacou a importância da atuação da Patrulha Maria da Penha para garantir a proteção efetiva das mulheres, ressaltando que o trabalho dos profissionais vai além do acompanhamento das decisões judiciais e contribui para interromper o ciclo da violência.

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“Não basta a Justiça conceder a medida protetiva. É preciso fiscalizar, acompanhar e proteger de verdade. É o Estado dizendo para a mulher: ‘Você não está sozinha’. No Acre, a Patrulha Maria da Penha tem sido fundamental para reduzir a reincidência da violência e, principalmente, para salvar vidas. Porque, quando falamos de violência doméstica, falamos de um ciclo e, se não for interrompido, pode terminar em feminicídio”, afirmou.

A procuradora também ressaltou que a proteção das mulheres exige uma atuação firme, integrada e permanente das instituições envolvidas e parabenizou a Assembleia Legislativa pela iniciativa de reconhecer o trabalho dos profissionais que atuam diariamente no atendimento às vítimas.

Criada para ampliar a proteção às mulheres em situação de violência, a Patrulha Maria da Penha atua no acompanhamento de vítimas, na verificação do cumprimento de medidas protetivas de urgência e no encaminhamento de demandas aos órgãos da rede de atendimento.

Ao longo dos sete anos, o serviço ampliou sua presença no estado, passando a contar com oito núcleos, além da coordenadoria localizada em Rio Branco. A atuação também inclui a Patrulha Maria da Penha Itinerante, que realiza atendimentos nos 22 municípios acreanos, facilitando o acesso das mulheres aos serviços de proteção e acolhimento.

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Fotos: Diego Negreiros

Fonte: Ministério Publico – AC

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