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MPAC ajuíza ação para que aprovados no concurso do Corpo de Bombeiros sejam convocados

Defesa do Meio Ambiente da Bacia Hidrográfica do Baixo Acre, ajuizou uma ação civil pública, com pedido de tutela antecipada, para que o Governo do Estado promova a contratação de candidatos aprovados no concurso do Corpo de Bombeiros Militar do Acre (CBMAC).

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Foto: Agência de Notícias do MPAC

O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), por meio da Promotoria Especializada de Defesa do Meio Ambiente da Bacia Hidrográfica do Baixo Acre, ajuizou uma ação civil pública, com pedido de tutela antecipada, para que o Governo do Estado promova a contratação de candidatos aprovados no concurso do Corpo de Bombeiros Militar do Acre (CBMAC).

O documento assinado pelo promotor de Justiça Luis Henrique Rolim considera a necessidade de recompor o quadro de militares para fazer frente aos problemas ambientais enfrentados no estado. A ação se apoia em dados que demonstram a emergência ambiental, especialmente no que diz respeito aos impactos causados pelo aumento das queimadas urbanas e florestais, o que é agravado pela defasagem do Corpo de Bombeiros, que conta atualmente com um quadro insuficiente para atender as demandas que crescem exponencialmente.

Conforme apurado, a homologação do certame para a convocação dos aprovados no concurso foi feita em junho, e o curso de formação estava previsto para iniciar no último dia 8 de agosto, mas o estado alega conflito com a Lei de Responsabilidade Fiscal e legislação eleitoral para não realizar a contratação.

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O promotor, no entanto, compreende que a pretensão de obter a contratação de novos soldados combatentes, ainda este ano, não afronta a Lei de Responsabilidade Fiscal e a legislação eleitoral, entre outros motivos, porque o acentuado déficit de efetivo do Corpo de Bombeiros do Acre compromete o direito fundamental a saúde e ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, que devem guiar a interpretação e aplicação das normas eleitorais e financeiras.

Para a reafirmar a importância do CMBAC bem estruturado, o promotor rememorou na ACP momentos em que a atuação dos militares foi essencial no auxílio a população atingida por calamidades públicas, como o caso das enchentes em 2021, que desbrigaram mais de 30 mil pessoas. Além disso, foram ressaltadas as contribuições dos bombeiros para o sistema jurídico, uma vez que possuem a atribuição de perícia técnica, necessária para responsabilização dos causadores de danos ambientais, quando envolvem queimadas.

Desse modo, o MPAC destaca que o quadro defasado de bombeiros contribui para o aumento dos danos e da impunidade na esfera ambiental, cabendo ao Judiciário reconhecer que não há como postergar a nomeação dos aprovados no concurso, visto que há uma deficiência do estado em ofertar políticas públicas condizentes com o desafio de reduzir os impactos ambientais.

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Brasileia: MPAC promove capacitação para fortalecimento da rede de proteção à criança e ao adolescente

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O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), por meio da Promotoria de Justiça Cível de Brasileia, realizou, na quarta e quinta-feira, 10 e 11 de junho, uma capacitação voltada aos profissionais que atuam na rede de proteção à criança e ao adolescente do município. A atividade teve como objetivo fortalecer a atuação integrada das instituições e aprimorar os fluxos de atendimento a crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade.

A capacitação foi promovida pelo promotor de Justiça Flávio Bussab Della Libera e ministrada pela equipe do Centro de Apoio Operacional (Caop) da Infância e Juventude do MPAC. Participaram representantes das secretarias municipais de Saúde e Educação, profissionais do Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas), integrantes do Conselho Tutelar e demais órgãos que compõem a rede de proteção do município.

Durante o encontro, foram abordados procedimentos e fluxos relacionados ao acolhimento institucional, com foco no alinhamento das ações desenvolvidas pelos órgãos responsáveis pela garantia dos direitos de crianças e adolescentes.

Segundo o promotor de Justiça, o fortalecimento da articulação entre os órgãos da rede é fundamental para assegurar respostas mais eficazes às demandas envolvendo crianças e adolescentes em situação de risco.

“A proteção integral de crianças e adolescentes exige uma atuação articulada entre todas as instituições que compõem a rede de proteção. O fortalecimento dos fluxos de atendimento e o alinhamento das ações entre os órgãos envolvidos contribuem para respostas mais céleres e eficientes às situações de vulnerabilidade, garantindo a efetivação dos direitos previstos no Estatuto da Criança e do Adolescente”, destacou.

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A atividade integra o conjunto de ações desenvolvidas pelo MPAC para fortalecer a rede de proteção e qualificar a atuação dos profissionais responsáveis pela promoção e defesa dos direitos da infância e da juventude.

Fonte: Ministério Publico – AC

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