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MPAC e TJAC alinham ações para aprimorar integração de sistemas e fluxos processuais
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O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) e o Tribunal de Justiça do Acre (TJAC) se reuniram, nesta quinta-feira, 3, para discutir questões relacionadas ao uso dos sistemas processuais e buscar soluções conjuntas para aprimorar os fluxos de trabalho entre as duas instituições.
Representaram o MPAC na reunião o procurador-geral adjunto Jurídico, Celso Jerônimo de Souza, e o subcorregedor-geral, Francisco José Maia Guedes, além de membros e servidores das áreas jurídica e de tecnologia da informação. Pelo TJAC, o encontro contou com a participação do presidente, desembargador Laudivon Nogueira, e de integrantes das equipes técnica e administrativa do Tribunal.
Durante o encontro, os representantes do MPAC apresentaram demandas identificadas na rotina de membros e servidores, especialmente relacionadas ao uso do Eproc e à integração com o Sistema de Automação da Justiça (SAJ).
Entre os encaminhamentos, foi proposta a criação, no MPAC, de uma equipe responsável por reunir e organizar essas demandas. O grupo deverá identificar dificuldades e gargalos nas diferentes unidades, na capital e no interior, e fazer a interlocução com a área de Tecnologia da Informação. A partir desse levantamento, MPAC e TJAC poderão atuar conjuntamente na solução de questões que envolvam os sistemas utilizados pelas duas instituições.
Também foram abordadas restrições de acesso a processos, sobretudo no segundo grau. A questão está sendo tratada em âmbito nacional e deverá receber ajustes em uma nova versão do sistema. A reunião tratou ainda da realização de capacitações sobre o uso do Eproc. As necessidades serão identificadas a partir das dificuldades relatadas pelos próprios usuários, possibilitando treinamentos com participação do Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) e colaboração do TJAC.
Representando o procurador-geral de Justiça, Oswaldo D’Albuquerque Lima Neto, o procurador-geral adjunto Jurídico, Celso Jerônimo de Souza, ressaltou a importância do diálogo permanente entre o MPAC e o TJAC para aperfeiçoar os sistemas e fluxos que fazem parte da rotina das duas instituições.

“Agradecemos ao presidente, desembargador Laudivon Nogueira e à equipe do Tribunal pela receptividade às nossas demandas e, principalmente, pela disposição em construir conosco soluções para aperfeiçoar os sistemas e os fluxos de trabalho que compartilhamos. Esse diálogo entre as instituições qualifica a nossa atuação e contribui para que a prestação do serviço à sociedade seja cada vez mais eficiente”, afirmou.
Também participaram, pelo MPAC, o promotor corregedor Daisson Gomes Teles; a coordenadora do Sistema Processual e Procedimental, promotora de Justiça Nelma Araújo Melo de Siqueira; o secretário de Tecnologia da Informação, Roberto Romanholo; e as servidoras Enayle Alves, Ellen Camila Fernandes e Josenira Oliveira da Silva.
Com informações do TJAC
Fotos: TJAC
Fonte: Ministério Publico – AC
MP AC
MPAC participa de mobilização nacional para qualificar atendimento a mulheres em situação de violência
O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), em conjunto com instituições parceiras, realizou, nesta quarta-feira, 2, o Dia C de Capacitação, ação voltada à incorporação da perspectiva de gênero na atuação dos profissionais de segurança pública e à qualificação do atendimento a mulheres e meninas em situação de violência. O evento aconteceu na Escola do Poder Judiciário, com transmissão para municípios do interior.
A capacitação ocorreu simultaneamente nos 26 estados e no Distrito Federal e foi concebida no âmbito do Comitê de Governança das Políticas de Segurança Pública voltadas à Prevenção e ao Enfrentamento da Violência contra Mulheres e Meninas (CGV Mulheres), da Secretaria Nacional de Segurança Pública do Ministério da Justiça e Segurança Pública (Senasp/MJSP).
A iniciativa foi realizada em parceria com a Comissão Permanente de Combate à Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher (Copevid), do Conselho Nacional de Procuradores-Gerais (CNPG), a Escola Nacional de Segurança Pública e o Ministério das Mulheres. No Acre, o MPAC participou da organização e mobilização.
Na abertura, o procurador-geral de Justiça, Oswaldo D’Albuquerque, destacou que a capacitação parte de uma questão diretamente relacionada à qualidade da resposta oferecida pelo poder público às vítimas de violência doméstica e familiar. Ressaltou ainda que o atendimento deve estar apoiado em preparação técnica e na compreensão das diferentes circunstâncias em que a violência de gênero se manifesta.
“A qualidade do atendimento precisa ser sustentada por conhecimento, protocolos adequados, perspectiva de gênero e capacidade de compreender as diferentes circunstâncias em que a violência acontece. Tenho certeza de que todas e todos aqui sairão mais preparados para fazer aquilo que deve orientar os profissionais da segurança pública e toda a rede de proteção: acolher com respeito e proteger com efetividade”, disse.
Uma das palestrantes do evento, a procuradora-geral adjunta da Criança, do Adolescente e da Educação e ouvidora-geral do MPAC, Kátia Rejane de Araújo Rodrigues, falou da disposição do Ministério Público em atuar sempre de forma articulada com a rede de proteção às mulheres. “As nossas forças precisam ser unidas no combate à violência contra meninas e mulheres. Estamos aqui para nos irmanar e também para dizer a todas e todos que podem sempre contar com o Ministério Público.”

Responsável por articular a formação no estado do Acre, a promotora de Justiça Dulce Helena Franco falou sobre os objetivos da iniciativa. “Essa iniciativa nasce da compreensão de que o combate à violência exige respostas cada vez mais integradas, humanizadas e efetivas. O nosso maior objetivo aqui é qualificar essa resposta do Estado.”
A programação
A formação foi organizada em três eixos. O primeiro, “Perspectiva de gênero na atuação dos profissionais de segurança pública”, contou com a participação da psicoterapeuta Fabiana Paula de Oliveira, da procuradora de Justiça Kátia Rejane e da servidora do MPAC Otília Amorim.
O segundo eixo abordou “Acolhimento e atendimento humanizado sem revitimização institucional”, com as promotoras de Justiça Giselle Luiza Silva e Giovana Kohata; e a tenente Cristiane Lima.


Encerrando a programação, o terceiro eixo tratou de “Medidas protetivas de urgência e avaliação de risco”, com exposições da promotora Dulce Helena, do promotor Ildon Maximiano, do juiz de Direito Guilherme Fraga e da delegada Juliana de Angelis.
Texto: Hudson Castelo
Fotos: Diego Negreiros
Secretaria de Comunicação do MPAC
Fonte: Ministério Publico – AC
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