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MPAC obtém condenação de homem a 46 anos por feminicídio contra adolescente

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O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), por meio da 12ª Promotoria de Justiça Criminal, obteve a condenação de Leandro da Silva Rodrigues a 46 anos e 8 meses de reclusão pelo feminicídio de sua ex-companheira, Geovana Souza Silva, de 16 anos. O promotor de Justiça Carlos Pescador atuou na sessão do Tribunal do Júri que resultou na sentença.

O crime ocorreu na madrugada de 7 de dezembro de 2024, no bairro Areal, em Rio Branco. Segundo a denúncia, Leandro e a vítima haviam mantido um relacionamento por cerca de cinco meses e estavam separados havia pouco tempo.

Na noite do crime, Geovana conversava com um conhecido quando Leandro se aproximou e a chamou para conversar. Temendo o ex-companheiro, ela levava consigo uma pequena faca. Durante a discussão, o réu tomou o objeto de suas mãos e o quebrou. Quando a vítima se afastou, de costas, Leandro a segurou e desferiu ao menos dois golpes com outra faca, atingindo o peito e a clavícula.

O crime foi caracterizado como feminicídio, agravado pelo recurso que dificultou a defesa da vítima e por motivo torpe, no caso, a não aceitação do término do relacionamento.

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O Conselho de Sentença, formado por sete jurados, acolheu integralmente a denúncia apresentada pelo MPAC, reconhecendo todas as agravantes. O juiz presidente do Tribunal do Júri, com base na decisão dos jurados, aplicou a pena de 46 anos e 8 meses de reclusão em regime inicial fechado.

Fonte: Ministério Publico – AC

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MPAC discute fluxos do Centro de Atendimento Integrado à Criança e ao Adolescente

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O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), representado pelo promotor de Justiça Iverson Bueno, participou, nesta quinta-feira, 17, de uma reunião da comissão de implantação do Centro de Atendimento Integrado à Criança e ao Adolescente (Caica), cuja inauguração está prevista para maio deste ano.

A iniciativa é voltada ao atendimento humanizado de crianças e adolescentes vítimas de violência e reunirá, em um único local, serviços como apoio psicossocial, assistência jurídica, segurança pública e perícia. A proposta é agilizar os atendimentos, evitar a revitimização e reduzir a necessidade de deslocamentos entre diferentes instituições.

O encontro teve como principal objetivo a definição dos fluxos de atendimento e o alinhamento operacional entre os órgãos que atuarão no espaço, que funcionará no centro de Rio Branco.

Durante a reunião, o promotor de Justiça Iverson Bueno destacou a importância do centro como um avanço na estrutura de atendimento à infância e à adolescência no estado.

“O Caica será um marco na defesa e proteção de crianças e adolescentes, ao reunir, em um único local, estruturas essenciais como Ministério Público, Defensoria Pública, Conselho Tutelar, Polícia Civil e os serviços da assistência social. Essa integração vai garantir mais agilidade e eficiência no atendimento”, afirmou.

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O promotor ressaltou ainda que o projeto é resultado de uma construção coletiva. “Esse é um espaço reivindicado há muitos anos pelo Ministério Público e por toda a rede de proteção. É fruto de um trabalho conjunto, que envolveu diversos órgãos parceiros. Com a perspectiva de inauguração já no mês de maio, damos um passo importante para tornar esse projeto realidade”, concluiu.

Fotos: Diego Negreiros
Agência de Notícias do MPAC

MPAC discute fluxos do Centro de Atendimento Integrado à Criança e ao Adolescente

Fonte: Ministério Publico – AC

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