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MPAC participa da II Semana Acadêmica de Sistemas de Informação da Ufac

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O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), por meio de seu laboratório de inovação, o SeringalLab, participou da II Semana Acadêmica de Sistemas de Informação, promovida pela Universidade Federal do Acre (Ufac). O evento teve início no dia 23 e segue até 27 de fevereiro, no campus da instituição, em Rio Branco, reunindo estudantes, pesquisadores e profissionais da área de tecnologia da informação.

A participação do MPAC no evento ocorreu com a realização da oficina “Treinamento de Agentes de IA com Python”, ministrada pelos servidores do SeringalLab Antônio Anerão e Gabriel Henrique Lina. A atividade foi realizada na terça-feira, 24, no Laboratório de Inovação da Nave Tech, com a participação de cerca de 25 estudantes.

Durante a oficina, foram apresentados conceitos sobre o funcionamento de modelos de linguagem, parâmetros de uso e formas de execução em ambiente local. Na etapa prática, os participantes construíram dois agentes de Inteligência Artificial, com apoio das ferramentas LangChain e Qwen Agent.

Também foram demonstrados exemplos de aplicação dessas tecnologias no âmbito do MPAC, como a Anton.IA, agente utilizado internamente para apoiar atividades institucionais, incluindo a geração de resumos no TranscreveAI e a elaboração de relatórios a partir de dados do QuestionAI.

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O secretário de Planejamento e Inovação do MPAC, promotor de Justiça Marco Aurélio, ressaltou a relevância institucional da parceria com a universidade. “Esta parceria entre o MPAC e a Ufac, além de evidenciar a qualificação técnica e o conhecimento estratégico de nossos servidores em áreas de vanguarda, reflete o compromisso institucional com a inovação e com a democratização do conhecimento em Inteligência Artificial, destacando a importância da cooperação acadêmica para transformar a tecnologia em instrumento voltado à transformação social e à promoção da Justiça”, afirmou.

O treinamento contou com o apoio de parceria internacional firmada pelo SeringalLab com a empresa americana RunPod, que disponibilizou créditos para a utilização de sua infraestrutura de Inteligência Artificial durante a capacitação. Com esse apoio, todos os alunos participantes tiveram acesso a recursos de infraestrutura que não seriam viáveis sem a parceria, em razão dos custos envolvidos.

Para o servidor Antônio Anerão, a participação na semana acadêmica também contribui para a formação de novos profissionais da área de tecnologia. “Compartilhar conhecimento com estudantes que estão dando os primeiros passos é fundamental, porque, no início, muitas vezes não é claro qual caminho seguir. O contato com profissionais que já atuam na área contribui para orientar esse percurso e apoiar o desenvolvimento de competências técnicas”, destacou.

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Fonte: Ministério Publico – AC

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MPAC integra ação de educação patrimonial em sítios arqueológicos no Acre

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O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) participou de uma atividade voltada à difusão do conhecimento sobre a arqueologia amazônica no último sábado, 18. A ação contou com equipes do Centro de Apoio Operacional de Defesa do Meio Ambiente, Patrimônio Histórico e Cultural, Habitação e Urbanismo (Caop-Maphu) e do Núcleo de Apoio Técnico (NAT), com foco no estudo e na preservação dos geoglifos, estruturas milenares que marcam a paisagem regional.

A iniciativa foi promovida pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), em parceria com a Comissão Pró-Indígenas do Acre (CPI-Acre). A atividade integra o curso de formação de Agentes Agroflorestais Indígenas e busca articular o conhecimento técnico-científico sobre os sítios arqueológicos à experiência ancestral dos povos tradicionais, com o objetivo de qualificar o monitoramento e fortalecer a valorização desses bens culturais nos territórios.

O coordenador do Caop-Maphu, promotor de Justiça Alekine Lopes dos Santos, destacou que a participação do MPAC contribui para o fortalecimento da articulação institucional com o Iphan. Segundo ele, o aprofundamento técnico das equipes sobre os geoglifos permite o desenvolvimento de estratégias jurídicas e operacionais mais eficazes para a proteção do patrimônio histórico coletivo.

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De acordo com a Superintendência do Iphan no Acre, os geoglifos evidenciam a presença de povos antigos na região e constituem importantes registros de identidade e conhecimento técnico. A preservação dessas estruturas é essencial para assegurar que a história da ocupação humana na Amazônia seja mantida e transmitida às futuras gerações.

Agência de Notícias do MPAC

Fonte: Ministério Publico – AC

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