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MPAC promove palestra sobre atuação com perspectiva de gênero para novos promotores
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O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) realizou, nesta terça-feira, 26, a palestra “Atuação do Ministério Público em perspectiva de gênero”, ministrada pela procuradora de Justiça do Ministério Público de Goiás, Ivana Farina Navarrete Pena. A atividade integrou a programação do curso de formação inicial para promotoras e promotores de Justiça substitutos, realizado entre os dias 4 e 29 de maio.
Coordenada pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf), em parceria com a Corregedoria-Geral do MPAC, a formação reúne 13 promotores e marca o início do estágio probatório dos membros ingressantes. Além dos nove membros empossados no último dia 30 de abril, também participam do curso outros quatro promotores oriundos do mesmo concurso, que já estão em exercício em comarcas do interior do estado.
“É uma honra receber a doutora Ivana aqui, mais uma vez, no nosso estado. Ela sempre contribui com o Ministério Público do Acre. Espero que vocês desfrutem dessa palestra, bebam das palavras da doutora Ivana, porque ela sempre tem muito a contribuir. Quando esteve como conselheira do CNJ, doutora Ivana levou a proposta do julgamento sob a perspectiva de gênero, que foi aprovada naquela época, e por isso a importância de tê-la aqui em nosso curso de formação”, afirmou ouvidora das Mulheres do MPAC, procuradora de Justiça Kátia Rejane de Araújo Rodrigues,
Durante a abertura da atividade, o subcorregedor-geral do MPAC, procurador de Justiça Francisco José Maia Guedes, apresentou o currículo da palestrante, destacando sua trajetória no Ministério Público brasileiro.
Ivana Farina já atuou como procuradora-geral de Justiça de MP de Goiás, presidente do Conselho Nacional de Procuradores-Gerais de Justiça (CNPG) e atual presidente da Comissão de Equidade de Gênero, Raça e Diversidade do MPGO, além participar de comissões voltadas à defesa dos direitos humanos.

Ao abordar a atuação ministerial sob a perspectiva de gênero, a procuradora ressaltou a necessidade de sensibilidade e aproximação com a realidade social das pessoas atendidas pela instituição.
“Essa instituição que vocês passam a integrar é uma instituição histórica, permanente e de lutas. Essas lutas são virtudes de compromissos que nós assumimos. A proposta que me foi colocada era de, nesta tarde, debater com vocês sobre a atuação do Ministério Público com a perspectiva de gênero” frisou.

A palestra contou ainda com a presença dos promotores corregedores Vanessa de Macedo Muniz e Daisson Gomes Teles.
Texto: Marcelina Freire
Fotos: Clovis Pereira
Agência de Notícias do MPAC
Fonte: Ministério Publico – AC
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MPAC atua com a Polícia Federal em operação contra tráfico de drogas
O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), por meio do Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado (Gaeco), atuou em conjunto com a Polícia Federal na deflagração da Operação Rota do Fim, realizada nesta quarta-feira, 27, com o objetivo de desarticular organização criminosa investigada por tráfico interestadual de drogas e lavagem de capitais.
A operação também contou com o apoio da Receita Federal do Brasil (RFB) e mobilizou 145 policiais federais e 10 fiscais da Receita Federal.
As investigações tiveram início após a apreensão de 469 quilos de cocaína e 160 gramas de maconha, ocorrida em 2022, na cidade de Poconé, no Mato Grosso. A partir do flagrante, foi identificada a atuação de uma organização criminosa baseada no Acre, com suposta ligação a grupo criminoso do Rio de Janeiro.
Segundo a Polícia Federal, os investigados utilizavam atividades relacionadas à cadeia produtiva da pecuária bovina para disfarçar a movimentação de recursos ilícitos. O grupo teria se infiltrado em empresas fornecedoras de insumos, processamento, distribuição e comercialização de produtos e subprodutos da carne bovina, além de leilões de gado.
De acordo com as investigações, a organização criminosa movimentou aproximadamente R$ 200 milhões em recursos de origem ilegal, que teriam sido misturados a valores lícitos do setor pecuário.
Estão sendo cumpridos seis mandados de prisão preventiva e 30 mandados de busca e apreensão nos estados do Acre, Rondônia, Rio Grande do Norte, Ceará, Paraíba e Mato Grosso. As ordens judiciais foram expedidas pela Vara de Delitos de Organizações Criminosas da Comarca de Rio Branco, que também determinou o bloqueio de imóveis, veículos, valores e rebanho bovino vinculados aos investigados.
Até o momento, três pessoas foram presas em razão de posse ou porte ilegal de arma de fogo.
Os investigados poderão responder pelos crimes de tráfico interestadual de drogas, associação para o tráfico, lavagem de dinheiro e outros delitos eventualmente identificados no decorrer do inquérito policial.
Fonte e foto: Comunicação Social da Polícia Federal no Acre
Fonte: Ministério Publico – AC
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