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Rodrigues Alves: MPAC realiza visita técnica para levar ação “Cidadania sem Distâncias”

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O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), por meio da Promotoria de Justiça Cumulativa de Rodrigues Alves, realizou visita técnica à Escola Margarida Pedreira, localizada no Rio Paraná de Mouras, zona rural do município. A atividade faz parte dos preparativos para a próxima edição do MP na Comunidade, cujo tema é “Cidadania sem Distâncias”, programada para o dia 26 de setembro.

Segundo o promotor de Justiça substituto Marcos Bruno Oliveira, a visita teve como objetivo avaliar as condições do espaço que receberá os serviços, além de definir demandas de logística e organização dos atendimentos.

A equipe do MPAC conheceu a estrutura da escola, avaliou a disposição dos espaços e identificou as adequações necessárias para garantir o funcionamento dos serviços que serão disponibilizados à comunidade. O contato direto com o local também permitiu identificar as demandas e particularidades da população.

“Conhecer de perto o local e a realidade da população é fundamental para que possamos organizar uma ação efetiva, capaz de atender às necessidades da comunidade e facilitar o acesso aos direitos e serviços públicos”, destacou o promotor.

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Por meio do “Cidadania sem Distâncias”, ação no âmbito do MP na Comunidade, o MPAC busca reunir, em um mesmo espaço, diferentes serviços, atendimentos e orientações, em articulação com instituições parceiras. A proposta é levar cidadania para mais perto da população, fortalecer a garantia de direitos e possibilitar que demandas sejam identificadas diretamente no território.

Fonte: Ministério Publico – AC

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Feijó: MPAC acompanha construção de escola indígena na Aldeia Coração da Floresta

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O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), por meio da Promotoria de Justiça Cível de Feijó, acompanha a construção da nova Escola Estadual Indígena de Ensino Fundamental Coração da Floresta, localizada entre Tarauacá e Feijó.

As aulas da escola indígena chegaram ser suspensas em 2025, por falta de estrutura do prédio e riscos de acidentes. Segundo relatos encaminhados ao MPAC, a escola havia sido construída inicialmente com recursos dos próprios moradores, que também assumiam a manutenção do espaço.

“Diante da situação, o MPAC instaurou uma notícia de fato para acompanhar as providências adotadas pelos órgãos estaduais e municipais, solicitou vistoria técnica da Defesa Civil. O relatório técnico apontou risco iminente de colapso estrutural e recomendou intervenção imediata”, comenta a promotora de Justiça substituta Giselle Luiza Silva.

O MPAC solicitou ainda esclarecimentos sobre a ausência de oferta do ensino médio e a necessidade de professores para atender a demanda. Além disso, após a informação apresentada pela Secretaria de Estado de Educação (SEE) de que as condições de acesso pelo Ramal do Armando eram um obstáculo para o início das obras, o MPAC requisitou ao Município, responsável pela manutenção do Ramal, a adoção de providências para melhoria do tráfego.

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“O novo prédio está em fase de conclusão das obras, representando uma importante resposta à demanda apresentada pela comunidade e acompanhada pelo Ministério Público, o que reforça a atuação da instituição na defesa dos direitos das comunidades indígenas, especialmente o acesso à educação em condições dignas, seguras e adequadas à realidade de cada comunidade”, disse.

Samia Roberta – Secretaria de Comunicação / MPAC

Fonte: Ministério Publico – AC

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