A segunda edição do Festival da Macaxeira já tem data marcada: será nos dias 26, 27 e 28 de setembro. A exemplo de outros eventos realizados pela parceria da Prefeitura e da Associação Comercial, Industrial, de Serviço e Agrícola do Acre (Acisa), no município de Rio Branco, a segurança dos participantes e visitantes recebe atenção especial.
Por isso, representantes da Acisa, da Prefeitura da capital acreana, de órgãos de segurança e de trânsito do Estado e do Município se reuniram na tarde desta quinta-feira (4), para alinhar o esquema de segurança que será aplicado durante o evento, que neste ano acontece, excepcionalmente, no Horto Florestal.
“O Horto apareceu assim como uma ótima opção e vai dar tudo certo”, disse Patrícia. (Foto: Val Fernandes/Secom)
“Fizemos hoje a primeira reunião de alinhamento, já está tudo bem encaminhado para correr tudo com muita segurança. Será um evento para a família, que neste ano acontece no Horto Florestal, com muitas novidades, bem agro, bem família e com muita segurança”, revelou Patrícia Dossa, presidente da Acisa.
A gestora da entidade enfatizou ainda que, por conta das obras que ocorrem na região central de Rio Branco, o local do evento mudou para o mais antigo parque urbano do município.
“A ideia até seria fazer na praça, a gente gosta de realizar eventos na praça para valorizar também o centro, mas o trânsito ali não está fácil por conta das obras, e a própria praça também está em reforma. Então, o Horto Florestal surgiu como segunda opção: um lugar lindo, já com identidade agro, decorado, bem cuidado e iluminado. Foi uma escolha excelente para o tamanho da festa deste ano, que será mais familiar. Não teremos show nacional, mas vamos valorizar os artistas locais. O Horto apareceu como uma ótima opção e vai dar tudo certo. Já estão todos convidados: dias 26, 27 e 28 de setembro”, pontuou.
O chefe do Gabinete Militar da Prefeitura de Rio Branco, coronel Ezequiel Bino, reforçou que a segurança é uma marca dos eventos promovidos pela Prefeitura e pela Acisa.
“O Horto é um local espaçoso, tradicionalmente familiar e pela própria estrutura que ele tem vai facilitar o nosso policiamento”, disse Bino. (Foto: Val Fernandes/Secom)
“Como nas festas, festivais, carnavais e até na festa de Natal, já é uma marca da Prefeitura garantir muita segurança. Tivemos aqui representantes das instituições de segurança para tratar, entre outras coisas, desse aspecto. As pessoas que quiserem estar conosco no Festival da Macaxeira deste ano podem ir tranquilas: teremos um aparato de segurança suficiente para garantir a tranquilidade. O Horto é um local espaçoso, porém fechado, o que facilita, além de ser tradicionalmente familiar e ter uma estrutura que favorece o policiamento. Se olharmos para os eventos de quatro ou cinco anos atrás, veremos que não tivemos problemas, graças a Deus. Isso é fruto de investimento em segurança e de um alinhamento muito forte com as instituições de segurança”, finalizou o oficial militar.
O evento acontece até a meia-noite. No dia 26, a abertura será às 17h; no dia 27, o festival começa às 14h e vai até a meia-noite; e no dia 28, das 10h da manhã à meia-noite.
A Prefeitura de Rio Branco, por meio da Secretaria Municipal de Meio Ambiente, realizou nesta quinta-feira (23) a Reunião Ordinária do Conselho Deliberativo da Área de Proteção Ambiental Raimundo Irineu Serra (APARIS). O encontro marcou a posse dos conselheiros para o biênio 2025–2026 e reuniu representantes de instituições públicas e da sociedade civil.
Durante a reunião, foram apresentadas as principais atividades desenvolvidas pela Semeia no âmbito da APA, com destaque para ações de educação ambiental, fiscalização, manutenção de áreas públicas e gestão ambiental, evidenciando o trabalho integrado das equipes na preservação da unidade.
Durante reunião, a Semeia apresentou as principais ações realizadas na APA, com ênfase em educação ambiental, fiscalização, conservação de espaços públicos e gestão ambiental, destacando a atuação conjunta das equipes na proteção da área. (Foto: Secom)
A pauta também incluiu o levantamento de demandas junto aos conselheiros, promovendo o diálogo entre poder público e comunidade, além da discussão sobre a transformação do Decreto nº 500, de 2005, que instituiu a APA, em Projeto de Lei, visando fortalecer a segurança jurídica e a gestão da unidade de conservação.
A nomeação dos membros do Conselho Deliberativo foi oficializada por meio de decreto municipal, que estabelece a composição com representantes de órgãos ambientais, instituições públicas, organizações da sociedade civil e entidades comunitárias, garantindo uma gestão participativa e democrática da APA.
Participaram da reunião representantes da Semeia, do IMAC, da SEMA, do IBAMA, além de associações comunitárias e organizações tradicionais da região. (Foto: Secom)
Entre as instituições representadas estão a própria Semeia, o Instituto de Meio Ambiente do Acre (IMAC), a Secretaria de Estado de Meio Ambiente (SEMA), o IBAMA, além de associações comunitárias e organizações tradicionais da região.
A Área de Proteção Ambiental Raimundo Irineu Serra é uma unidade de conservação de uso sustentável, criada com o objetivo de proteger a biodiversidade e promover a qualidade de vida da população, conciliando preservação ambiental e desenvolvimento urbano.
“A primeira reunião da APARIS de 2026 foi essencial para prestar contas e identificar as demandas da comunidade, orientando as ações conforme suas prioridades”, destacou a secretária Flaviane Stedille. (Foto: Secom)
“A primeira reunião da APARIS de 2026 foi um momento importante para realizar a prestação de contas e principalmente levantar as necessidades daquela comunidade, para que possamos seguir trabalhando conforme seus anseios e prioridades”, reforça a secretária municipal de meio ambiente, Flaviane Stedille.
A Prefeitura de Rio Branco destaca que o Conselho tem papel essencial no fortalecimento das políticas ambientais, garantindo a participação da sociedade nas decisões e colaborando para a preservação da APA. (Foto: Secom)
A Prefeitura de Rio Branco reforça que a atuação do Conselho é fundamental para o fortalecimento das políticas públicas ambientais, assegurando a participação social na tomada de decisões e contribuindo para a conservação da APA.
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