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Izalci critica programas sociais e aponta falhas na educação

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Em pronunciamento no Plenário nesta quarta-feira (8), o senador Izalci Lucas (PL-DF) declarou que a dependência de programas sociais do governo agrava a falta de qualificação profissional no país. O parlamentar ressaltou que setores como tecnologia, agricultura e comércio já enfrentam dificuldades para contratar. 

Izalci defendeu a implementação de políticas públicas que priorizem a geração de empregos, a valorização da educação e o estímulo à ciência e tecnologia. Para ele, auxílios como o Bolsa Família e o Pé-de-Meia não podem substituir oportunidades de estudo e trabalho.

— Ninguém nasceu para viver de cesta básica, as pessoas querem dignidade. Dignidade é emprego, é geração de emprego, educação de qualidade, que infelizmente não temos mais. O governo quer que todo mundo seja dependente dele, vivendo de miséria, vivendo de cesta básica, vivendo de programas sociais. O que este país precisa fazer é se desenvolver, investir em ciência e tecnologia — afirmou.

O senador também criticou a situação da educação, apontando a falta de infraestrutura nas escolas, a baixa valorização dos professores e a descontinuidade de políticas públicas. O parlamentar citou dados que, segundo ele, revelam a gravidade da situação.

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— Os jovens saem do ensino médio, 70% sem saber matemática, 60% sem saber português. Os professores hoje se formam em EaD [educação a distência], não conseguem ter a prática como tinham antigamente, vão direto para a sala de aula, onde não se respeita mais o professor, e aí querem que esses jovens vençam na vida.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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Comissão aprova projeto que permite o afastamento imediato de agressores de crianças

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A Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 747/25, do deputado Fabio Costa (PP-AL), que permite ao delegado de polícia determinar o afastamento imediato de agressores do convívio com crianças e adolescentes em situação de risco e proibir a aproximação da vítima.

Se não houver delegado na delegacia no momento do registro da ocorrência, o policial presente poderá tomar a decisão. Em qualquer caso, a medida deverá ser analisada por um juiz em até 24 horas.

Rapidez
A proposta altera a Lei Henry Borel para garantir respostas mais rápidas em contextos de violência doméstica e familiar. Hoje, a lei permite que a polícia tome essa decisão apenas quando o município não é sede de comarca (local onde há juiz).

A relatora, deputada Delegada Adriana Accorsi (PT-GO), afirmou que a mudança busca interromper o ciclo de violência logo nas primeiras horas de atendimento.

“A iniciativa aprimora a Lei Henry Borel, nos moldes do que já se observa na Lei Maria da Penha, ao admitir medidas urgentes pela polícia, com apreciação judicial subsequente”, comparou.

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Segundo a deputada, a medida amplia a proteção em locais com menor presença de juízes, pois permite a concessão independentemente de o município ser sede de comarca.

Modificação
A relatora alterou o texto original para reforçar a segurança das vítimas. A mudança estabelece que, se a polícia não conceder a medida, o juiz e o Ministério Público deverão ser comunicados em 24 horas para reavaliar o caso.

“No caso de uma avaliação precipitada da polícia local, o direito de acesso a medidas protetivas será garantido”, afirmou Adriana Accorsi.

O projeto também prevê capacitação dos agentes de segurança pública, desde o registro da ocorrência até a concessão da medida.

Próximos passos
A proposta tramita em caráter conclusivo e já foi aprovada também pela Comissão de Segurança Pública. O texto segue agora para análise da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Para virar lei, o projeto precisa ser aprovado pelos deputados e pelos senadores e, depois, sancionado pela presidência da República.

Reportagem – Noéli Nobre
Edição – Natalia Doederlein

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Fonte: Câmara dos Deputados

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