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Com construção coletiva e foco no cidadão, TJAC encerra workshop do Planejamento Estratégico 2027-2032

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Evento reuniu magistrados, gestores e servidores em dinâmicas integrativas; proposta final deve ser aprovada pelo Pleno do Tribunal até o fim de outubro

O Tribunal de Justiça do Acre (TJAC) concluiu, na tarde desta sexta-feira, 17, o segundo workshop de construção do Planejamento Estratégico 2027-2032, consolidando mais uma etapa do processo que definirá as prioridades da instituição para os próximos seis anos. Após dois dias de atividades, desembargadores, desembargadores, magistradas, magistrados, gestoras, gestores, servidoras e servidores contribuíram para a formulação das diretrizes que irão orientar a atuação do Judiciário acreano até 2032.

Realizado como parte do processo de elaboração do novo planejamento, o encontro reuniu representantes de diferentes áreas da instituição em uma série de dinâmicas voltadas ao alinhamento estratégico, resgate da trajetória do Tribunal, análise de cenários e definição de prioridades. O trabalho colaborativo resultou em um amplo conjunto de propostas que agora será consolidado com entrevistas realizadas junto aos públicos de interesse e dados estatísticos do Judiciário.

Ao avaliar os resultados do workshop tendo participado de todas as etapas, o presidente do TJAC, desembargador Laudivon Nogueira, destacou a riqueza das contribuições construídas de forma coletiva e o envolvimento dos participantes durante os dois dias de programação.

“Eu fiquei muito satisfeito com o trabalho que foi desenvolvido. Foi uma construção a várias mãos, criativa e muito produtiva. Em uma dinâmica que parecia uma brincadeira surgiram ideias extremamente importantes para o futuro do Tribunal. Vieram conceitos como colocar o cidadão no centro das decisões, sustentabilidade, capacitação, cuidado com as pessoas, investimento em tecnologia e fortalecimento da comunicação. Tudo isso demonstra a riqueza da construção coletiva. Se esse trabalho fosse feito por poucas pessoas, jamais alcançaríamos esse resultado. A soma das ideias e dos talentos é que faz a diferença. Agora seguimos com muito trabalho pela frente para transformar tudo isso em realidade”, afirmou.

Segundo o secretário-geral do TJAC, Júnior Martins, o principal legado do encontro foi a integração entre os diversos setores da instituição e a construção conjunta das soluções que irão orientar o Judiciário acreano nos próximos anos.

“A integração e o pensamento coletivo para uma entrega futura são a base de tudo. Tivemos a oportunidade de refletir sobre o que já foi realizado, compreender nossa trajetória e, ao mesmo tempo, projetar o futuro. Tenho convicção de que desse trabalho surgirá um grande planejamento para o Poder Judiciário do Acre, capaz de orientar a instituição até 2032.”

Próximas etapas

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Com o encerramento do workshop, o processo entra agora na fase de consolidação das informações produzidas durante o evento.

De acordo com o secretário de Governança Estratégica, Hélio Carvalho, todo o material construído será integrado às entrevistas já realizadas e aos indicadores estatísticos do Poder Judiciário para fundamentar a versão final do documento.

“Conseguimos extrair grandes contribuições do público interno que participou do workshop. O próximo passo é consolidar essas informações juntamente com as entrevistas já realizadas e os dados estatísticos do Judiciário. A partir desse conjunto de informações será possível formular a estratégia institucional para os próximos seis anos.”

A previsão é que o Planejamento Estratégico 2027-2032 seja concluído até outubro.

“Nossa proposta é finalizar esse trabalho na última semana de outubro, quando o Plano Estratégico deverá estar concluído e aprovado pelo Pleno do Tribunal”, explicou o secretário.

Construção coletiva para o futuro

O desenvolvimento do Planejamento Estratégico 2027-2032 teve início no dia 1º de julho e está estruturado em quatro etapas: diagnóstico e alinhamento estratégico; posicionamento, diretrizes e identidade organizacional; tradução e governança estratégica; e acompanhamento do modelo de governança estratégica. Parte dos trabalhos conta com o apoio de uma consultoria especializada.

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Durante os dois dias de workshop, os participantes desenvolveram atividades voltadas ao resgate da história institucional, análise do ambiente interno e externo, construção da matriz SWOT e definição das diretrizes, resultados e iniciativas estratégicas que servirão de base para o documento final.

A elaboração do planejamento busca fortalecer a gestão do Judiciário acreano, ampliar a eficiência administrativa e jurisdicional e assegurar que as ações da instituição permaneçam alinhadas às necessidades da sociedade, consolidando uma visão de futuro construída de forma participativa, inovadora e centrada no cidadão.

Fotos: Elisson Magalhães e Gleilson Miranda/TJAC

Fonte: Tribunal de Justiça – AC

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Justiça determina que empresa de arquitetura deve deixar de usar marca considerada semelhante à de concorrente

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1ª Câmara Cível determinou que a empresa remova o nome “ARQUIRY” e a identidade gráfica de sites, redes sociais e materiais publicitários no prazo de 15 dias, sob pena de multa

A 1ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Acre (TJAC) determinou, por unanimidade, que uma empresa de arquitetura remova e deixe de utilizar a identidade gráfica e o nome “ARQUIRY” em sites, redes sociais e materiais publicitários no prazo de 15 dias, sob pena de multa diária de R$ 1 mil, limitada inicialmente a R$ 50 mil. O acórdão está disponível na edição n.º 8.093 do Diário da Justiça (p.17), publicada nesta quarta-feira, 9.

Conforme os autos, a empresa autora da ação procurou a Justiça após outro escritório de arquitetura adotar identidade visual semelhante, o que, segundo alegou, poderia causar confusão entre os consumidores e caracterizar concorrência desleal. Também solicitou a interrupção do uso da marca e o pagamento de indenização por danos materiais e morais. Em primeira instância, os pedidos foram negados.

Inconformada, a empresa recorreu da decisão. Alegou celeridade excessiva no julgamento e violação aos princípios do contraditório e da ampla defesa. Ainda sustentou que a semelhança fonética e visual poderia levar os consumidores a fazer associações indevidas e reiterou o pedido para que a parte ré interrompesse o uso e a divulgação da marca.

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Ao analisar o caso, o relator, desembargador Lois Arruda, reconheceu a semelhança entre as identidades visuais dos dois empreendimentos. “Basta uma rápida visualização para concluir que ambas as marcas apresentam idêntica tipografia, cores e estilo. Desse modo, a mera distinção nominativa pode não ser suficiente para afastar o risco de associação indevida”, afirmou. Os demais desembargadores acompanharam o voto.

O colegiado concluiu que o trade dress — conjunto de elementos visuais que caracteriza a apresentação de uma marca, como cores, tipografia e estilo — adotado pela empresa ré apresenta semelhanças capazes de induzir o público a erro, sobretudo nas redes sociais. As alegações de cerceamento de defesa e os pedidos de indenização por danos morais e materiais foram rejeitados.

Apelação Cível n. 0711251-93.2025.8.01.0001

Imagem gerada por IA

Fonte: Tribunal de Justiça – AC

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