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GMF apresenta o andamento das metas do Plano Pena Justa à Presidência do TJAC

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Reunião detalhou os avanços, impactos e desafios para a adequação do sistema penal no Acre

O Grupo de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário e Socioeducativo (GMF) apresentou ao presidente do Tribunal de Justiça do Acre (TJAC), desembargador Laudivon Nogueira, o andamento das metas estabelecidas no Plano Estadual Pena Justa. A reunião ocorreu nesta sexta-feira, 12, às 9h, no gabinete da Presidência, no edifício-sede do Judiciário acreano, em Rio Branco.

Durante o encontro, o coordenador do GMF, juiz Robson Aleixo, detalhou o andamento das ações e os desafios da implementação do plano. O magistrado destacou metas que podem impactar o orçamento da instituição e apresentou propostas para enfrentar limitações logísticas e estruturais do estado no processo de adequação do sistema penal.

Também foram discutidos os fluxos de trabalho internos e interinstitucionais, bem como as responsabilidades de cada órgão na execução do plano. À Presidência do TJAC cabe a articulação com as demais instituições; à Corregedoria-Geral da Justiça (Coger), o acompanhamento judicial da execução; e ao GMF, o apoio técnico e a atuação na implementação das ações.

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Outro tema abordado foi o registro eleitoral de jovens que cumprem medida socioeducativa. Segundo a equipe do GMF, há entraves burocráticos que dificultam o acesso ao título de eleitor por parte desse público. O presidente do TJAC, desembargador Laudivon Nogueira, considerou a superação desse problema como uma das prioridades.

Participaram da reunião o juiz auxiliar da Coger, Cloves Ferreira; a coordenadora executiva do GMF, Débora Nogueira; o secretário-geral, José Carlos Martins; além de assessoras e assessores da Presidência e da Corregedoria.

Fotos: Gleilson Miranda/Secom TJAC

Fonte: Tribunal de Justiça – AC

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TJAC participa de debates sobre desafios do Judiciário no Consepre

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Encontro, realizado em Curitiba, promove diálogo entre tribunais sobre segurança institucional e jurídica e amplia a troca de experiências entre diferentes áreas do Judiciário

O desafio de fortalecer o Judiciário diante de questões que ultrapassam os limites de cada tribunal marcou o segundo dia do XXII Encontro do Conselho de Presidentes dos Tribunais de Justiça Estaduais e Militares (Consepre), que teve abertura na quarta-feira, 7, e deu continuidade aos diálogos nesta quinta-feira, 8, em Curitiba. Segurança institucional, segurança jurídica e enfrentamento ao crime organizado estiveram entre os principais temas debatidos, em uma programação que também abriu espaço para o compartilhamento de experiências e soluções desenvolvidas pelos tribunais.

O encontro contou com a participação do vice-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Alexandre de Moraes, que abordou o papel do Poder Judiciário na preservação da segurança institucional, jurídica e da sociedade, com atenção especial aos desafios impostos pelo avanço do crime organizado.

Ao tratar da atuação da Justiça Estadual, o ministro ressaltou a proximidade desses tribunais com a população e as responsabilidades assumidas pelo Poder Judiciário a partir da Constituição Federal de 1988. Nesse contexto, destacou que a preservação da estrutura e da autoridade das instituições é uma condição para que a Justiça possa exercer suas demais atribuições.

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Para o presidente do Consepre e do Tribunal de Justiça do Estado do Ceará (TJCE), desembargador Heráclito Vieira de Sousa Neto, a participação de tribunais de diferentes regiões permite ampliar a compreensão sobre os desafios enfrentados pelo Judiciário e encontrar caminhos construídos a partir de experiências concretas.

A mesma perspectiva foi destacada pelo presidente do Tribunal de Justiça do Acre (TJAC), desembargador Laudivon Nogueira. Para ele, a troca entre as instituições permite que cada tribunal não precise enfrentar isoladamente problemas que, muitas vezes, são compartilhados em diferentes estados.

“Um encontro como o Consepre nos permite olhar para os desafios do Judiciário para além da realidade de cada tribunal. Quando compartilhamos experiências, práticas e aprendizados, ampliamos nossa capacidade de encontrar soluções e de avançar juntos. Essa construção coletiva fortalece as instituições, aproxima os tribunais e contribui para que possamos oferecer uma prestação jurisdicional cada vez mais efetiva à sociedade”, afirmou.

Experiências que atravessam as áreas

A integração também ocorreu entre as equipes que atuam diretamente na gestão dos tribunais. Reuniões setoriais reuniram juízes auxiliares da Presidência, secretários-gerais e gestores das áreas de Comunicação, Tecnologia da Informação e Finanças, criando espaços específicos para discutir desafios, compartilhar iniciativas, dar encaminhamentos de atuação conjunta, e conhecer soluções adotadas em diferentes instituições.

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O encontro amplia a proposta do Consepre para além das discussões entre presidentes. Ao aproximar profissionais que lidam diariamente com questões semelhantes, o evento favorece a circulação de conhecimento e a identificação de práticas que podem ser aperfeiçoadas ou adaptadas às diferentes realidades dos tribunais. 

O XXII Consepre será encerrado nesta sexta-feira, 9, com a leitura da Carta de Curitiba. O documento reunirá as principais reflexões e recomendações construídas ao longo do encontro, consolidando os temas considerados prioritários para o fortalecimento e o aprimoramento do Judiciário brasileiro.

Fonte: Tribunal de Justiça – AC

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