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Participantes do programa Radioativo concluem cursos técnicos do Senai

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Programa promove qualificação profissional e inclusão social de jovens que estão em situação de vulnerabilidade

O clima da festa de formatura combina com o final de ano, pois é a celebração de um encerramento de ciclo. Na manhã desta terça-feira, 16, foi realizada a formatura dos cursos profissionalizantes do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) e entre eles estavam as alunas e alunos do programa Radioativo, iniciativa que conta com o apoio do Tribunal de Justiça do Acre (TJAC).

Na ocasião, o juiz auxiliar da Vice-Presidência, Bruno Perrota, representou a Coordenadoria da Infância e Juventude do TJAC. “O próximo passo é: coragem. Busquem seu espaço e ostentem com orgulho a formação do Senai. Lembro com muito orgulho do meu avô e da minha avó, que trabalharam no Senai. Eu também comecei com o curso de Agrotécnica, por isso sei a importância dessa formação. Honrem aqueles que trouxeram vocês até aqui. O Poder Judiciário é uma porta de entrada para auxiliar cada um de vocês, porque precisamos construir um mundo melhor hoje, para daqui uns anos possamos ter um mundo melhor para nossas famílias”, afirmou.

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O Programa Radioativo é feito em parceria com a Federação das Indústrias do Acre (Fieac) e visa promover a qualificação profissional por meio dos cursos de Aprendizagem ofertados pelo Senai e Senac, buscando a inclusão de jovens usuários do Sistema Socioeducativo do Estado do Acre, vítimas do trabalho infantil e escravo e em situação de vulnerabilidade social, desenvolvendo competências profissionais para prepará-los para uma inserção qualificada no mercado de trabalho.

Durante a cerimônia, 266 alunas e alunos receberam o certificado de conclusão dos seguintes cursos de aprendizagem: Eletroeletrônica de Veículos Leves, Eletricista de Manutenção Eletroeletrônica, Gestão Industrial, Operador de Processos, Distribuição e Logística. As capacitações são gratuitas e o público contempla a faixa etária de 14 a 24 anos.

O diretor do Senai, César Dotto, discursou sobre o sentimento de dever cumprido. “Este é um momento fundamental, a formatura confirma os fundamentos da educação profissional, que é nossa missão de existência, por isso sinto muita gratidão. Agradecemos à equipe, a parceria do TJAC, demais instituições e as 57 empresas envolvidas nas formações”, declarou.

Por sua vez, o superintendente regional do Trabalho, Leonardo Lani, enalteceu o aniversário da Lei n.° 10.097/2000: “No próximo dia 19, a Lei da Aprendizagem completa 25 anos. Desde então, mais de seis milhões de jovens já foram contratados como aprendizes. Esta é uma política de sucesso e com taxa de evasão de quase 0%, porque tem engajamento, desenvolvimento de habilidades e formação para o futuro”.

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Seguindo o rito da solenidade, o professor Francisco Souza representou o corpo docente e discursou sobre os esforços de cada turma. “O instrutor ensina, mas a vontade de aprender teve que vir de vocês. Dominamos as ferramentas e metodologias, para assim desbravarmos o futuro. A certificação que vocês receberam hoje mostra que vocês são profissionais prontos para novas responsabilidades”, motivou os formandos.

Em seguida, houve o reconhecimento das empresas que apoiaram o desenvolvimento das atividades e também foi reconhecido o TJAC como apoiador da iniciativa. Posteriormente, houve a premiação do “Aluno Destaque”, que valorizou o desempenho dos estudantes. Dentre eles, estava a aluna do programa Radioativo, que foi destaque na formação em Eletroeletrônica de Veículos Leves.

Fotos: Elisson Magalhães/Secom TJAC

Fonte: Tribunal de Justiça – AC

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TJAC alcança 97,2% de conformidade em segurança da informação com base na Resolução Nº 396 do CNJ

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Índice supera a média nacional do CNJ e reforça o compromisso do Tribunal com a segurança da informação, a transformação digital e a modernização da gestão

O Tribunal de Justiça do Acre (TJAC) alcançou 97,2% de conformidade no ciclo Integra de monitoramento da Resolução nº 396 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), resultado superior à média nacional, estimada em 85%. O desempenho foi apresentado durante reunião do Comitê Gestor de Segurança da Informação (CGSI), realizada nesta sexta-feira, 10, que também aprovou a atualização da Política de Segurança da Informação (PSI) e a prorrogação do prazo para implementação do bloqueio das portas USB nos equipamentos institucionais.

Presidida pelo desembargador Júnior Alberto, a reunião analisou os resultados obtidos pelo Tribunal no sistema Integra, plataforma utilizada pelo CNJ para acompanhar o cumprimento da Resolução nº 396, que estabelece diretrizes para a governança da segurança da informação no Poder Judiciário.

Também foi apresentado o relatório de conformidade, destacando que, das 18 evidências avaliadas pelo CNJ, 17 foram aprovadas integralmente e apenas uma recebeu aprovação parcial. O resultado evidencia a maturidade da gestão de segurança da informação desenvolvida pelo TJAC.

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O único item parcialmente atendido refere-se ao artigo 21 da Resolução nº 396, que trata da estrutura organizacional da segurança da informação. Segundo o Comitê, esse é um desafio comum aos tribunais brasileiros, já que o próprio CNJ ainda não definiu um modelo definitivo para a implementação dessa estrutura.
Diante desse cenário, foi aprovada a remessa da minuta de normativo sobre o tema à Assessoria da Presidência do TJAC para análise de viabilidade e manifestação técnica, etapa que antecede eventual apreciação pelo Tribunal Pleno.

Durante a reunião, também foram discutidos o papel do gestor de segurança da informação (CISO) e o aprimoramento da estrutura organizacional da área. O entendimento foi manter o modelo atualmente adotado pelo Tribunal, promovendo adequações gradativas em consonância com a evolução das diretrizes nacionais.

Atualização da política

O Comitê aprovou a atualização da Política de Segurança da Informação referente à gestão de ativos tecnológicos, em atendimento ao artigo 28 da Resolução nº 396 do CNJ. Também foi prorrogado por 60 dias o prazo para implementação do bloqueio das portas USB nos computadores do TJAC. A medida considera a implantação do novo sistema de antivírus institucional, que ainda passa por etapas de instalação e validação, além dos impactos das reformas prediais, que ampliaram a necessidade de acesso remoto seguro por meio de VPN.

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Ao encerrar a reunião, o desembargador Júnior Alberto destacou que o índice de 97,2% de conformidade com base na Resolução 396 do CNJ demonstra o comprometimento do Tribunal com a segurança da informação, a governança digital e a melhoria contínua dos serviços prestados à sociedade.

Fonte: Tribunal de Justiça – AC

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