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Plantando o futuro: TJAC aposta no reflorestamento para áreas degradadas e avança com plantio de mudas

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Áreas urbanas na capital do Acre, localizadas no entorno de igarapés, foram visitadas pela equipe do Tribunal de Justiça do Acre (TJAC). Nos próximos dias, três mil mudas serão plantadas

Avançando na política de sustentabilidade, o Tribunal de Justiça do Acre (TJAC) realizou, nesta quarta-feira, 25, visita técnica a duas áreas urbanas de Rio Branco para escolher o local onde será realizado o reflorestamento com plantio de árvores, por meio do projeto Plantando o Futuro.

Os locais visitados pela equipe do Judiciário foram indicados pelo Instituto do Meio Ambiente do Acre (Imac), considerando aspectos sociais e a necessidade de recuperação ambiental, em razão da degradação no entorno de igarapés.

As equipes da Coordenadoria de Sustentabilidade e Responsabilidade Socioambiental (Cosus) e da Secretaria de Infraestrutura e Atendimento ao Usuário (Seinf) do TJAC realizaram o reconhecimento das áreas, com o objetivo de avaliar as condições dos locais e verificar a capacidade de plantio de árvores.

Até o momento, três mil mudas devem ser plantadas nos próximos dias. São espécies como ipês, açaizeiros, seringueiras, tauari, uxi, jucá, entre outras frutíferas nativas da Amazônia, doadas pela Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema).

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A meta, no entanto, é expandir o projeto para alcançar o plantio de 15 mil árvores até 2030 em todo o estado. Após as vistorias, 43 mudas já foram plantadas na Área de Proteção Permanente (APP) do TJAC, no Bosque da Justiça.

A iniciativa integra a política judiciária de sustentabilidade, especialmente no cumprimento das metas de descarbonização previstas no Programa Carbono Zero, instituído pela Resolução n.º 594/2024 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

Fotos Gleilson Miranda/Secom TJAC

Fonte: Tribunal de Justiça – AC

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Presidente do TJAC participa de Encontro Regional da Magistratura

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Evento reuniu presidentes de tribunais, corregedores e juízes dos sete estados da Região Norte; programação foi promovida pelo CNJ e abordou transformação digital da Justiça, desafios amazônicos e políticas voltadas à juventude acolhida

O presidente do Tribunal de Justiça do Acre (TJAC), desembargador Laudivon Nogueira, participou nesta sexta-feira, 29, do Encontro Regional da Magistratura, promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), no edifício-sede do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM), em Manaus.

O encontro contou com a presença do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) e do CNJ, ministro Luiz Edson Fachin, e do corregedor nacional de Justiça, ministro Mauro Campbell. A agenda reuniu presidentes de tribunais, corregedores-gerais da Justiça, juízes auxiliares e magistrados dos sete estados da Região Norte.

A iniciativa teve como objetivo fortalecer a integração da magistratura nacional e discutir as especificidades da atuação jurisdicional na Amazônia, marcada por desafios próprios da região, como distâncias continentais, localidades remotas, sazonalidade climática e extensas áreas de fronteira.

Na abertura do evento, o presidente do STF e do CNJ, ministro Edson Fachin, destacou que o Poder Judiciário deve estar a serviço da sociedade, oferecendo respostas jurídicas e técnicas adequadas à realidade da população. Afirmou ainda que a presença do Estado na Amazônia não pode ser descontínua e que a transformação digital da Justiça precisa estar voltada à promoção da cidadania.

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O corregedor nacional de Justiça, ministro Mauro Campbell Marques, abordou as peculiaridades da região amazônica e ressaltou a necessidade de o Poder Judiciário atuar com sensibilidade e eficiência no atendimento aos jurisdicionados. Também enfatizou a importância do encontro ao reunir magistrados de diferentes ramos da Justiça para a construção de instituições cada vez mais centradas nas necessidades da população.

Programação

Durante a programação, foram realizados dois painéis temáticos. O primeiro debateu o uso da inteligência artificial no Poder Judiciário. A proposta apresentada foi a de utilizar a tecnologia como ferramenta de apoio à qualidade e à celeridade das decisões judiciais, sem substituir a atuação humana. Os magistrados destacaram que a aplicação da inteligência artificial deve ocorrer de forma responsável e alinhada ao compromisso do Judiciário com a sociedade.

O segundo painel abordou o Programa Novos Caminhos, política nacional instituída pela Resolução n.º 543 do CNJ, voltada à criação de oportunidades para adolescentes e jovens, entre 14 e 18 anos, acolhidos institucionalmente. A iniciativa busca garantir condições para uma vida adulta com cidadania plena e estabilidade social, cabendo a cada tribunal de justiça desenvolver ações em sua respectiva unidade federativa.

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À tarde, ocorreram duas reuniões de trabalho: uma exclusiva para presidentes e corregedores dos tribunais de justiça da Região Norte e outra destinada aos juízes auxiliares. Ambos os encontros contaram com a participação dos ministros Edson Fachin e Mauro Campbell.

Participação

Representaram o Judiciário acreano no encontro a supervisora do Núcleo de Justiça Restaurativa (Nujures) e presidente do Tribunal Regional Eleitoral do Acre (TRE-AC), desembargadora Waldirene Cordeiro; o presidente da Comissão de Soluções Fundiárias do Estado (COMSF) e corregedor regional eleitoral do TRE-AC, desembargador Lois Arruda; e o juiz auxiliar da Corregedoria-Geral da Justiça do Acre (Coger), Cloves Ferreira.

Fotos: Chico Batata/TJAM

Fonte: Tribunal de Justiça – AC

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