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TJAC dialoga sobre avanços na representatividade feminina durante evento Elas no Poder

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Evento ocorreu nesta terça-feira, 2, na Biblioteca da Floresta, em Rio Branco, e reuniu lideranças femininas de instituições públicas no estado

O Tribunal de Justiça do Acre (TJAC) participou, nesta terça-feira, 2, do evento Elas no Poder – Diálogos sobre Representatividade, realizado na Biblioteca da Floresta, em Rio Branco. Na ocasião, a juíza Luana Albuquerque representou a vice-presidente, desembargadora Regina Ferrari, e compartilhou experiências sobre a atuação da magistrada na promoção da inclusão e da equidade dentro e fora do Judiciário acreano.

Durante sua fala, a juíza destacou o perfil humanitário da desembargadora Regina Ferrari, ressaltando seu compromisso com diferentes grupos em situação de vulnerabilidade. Segundo ela, a vice-presidente do TJAC desenvolveu uma série de ações voltadas à proteção de crianças, mulheres, povos indígenas, população negra e pessoas em situação de rua. 

“A desembargadora Regina Ferrari tem uma atuação muito humana. Ela abraçou diversas causas sociais e promoveu iniciativas voltadas à garantia de direitos e ao acolhimento das pessoas mais vulneráveis”, afirmou.

A juíza também ressaltou a atuação da desembargadora à frente da Presidência do TJAC, quando foram fortalecidas políticas institucionais voltadas à inclusão e à humanização do atendimento prestado pelo Judiciário. Entre os avanços promovidos, destaca-se a implantação de mecanismos de acompanhamento e acolhimento dos cidadãos que recorrem aos serviços da Justiça.

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Representatividade no Judiciário 

No campo da representatividade feminina, a magistrada ressaltou medidas adotadas pela desembargadora para ampliar a participação das mulheres em espaços estratégicos da instituição. Um dos exemplos citados foi a nomeação da tenente-coronel Alexandra para a chefia da Assessoria Militar, fato considerado inédito na história recente da magistratura acreana. Além disso, a juíza observou que Ferrari buscou ampliar a presença feminina em cargos de direção e assessoramento, fortalecendo a participação das mulheres nos processos de tomada de decisão da instituição.

O evento reuniu lideranças femininas de diferentes áreas para debater desafios, conquistas e caminhos para o fortalecimento da representatividade das mulheres nos espaços de poder e decisão.

Fonte: Tribunal de Justiça – AC

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Juíza Louise Santana representa o TJAC em encontro nacional das Coordenadorias da Mulher

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Evento do CNJ debate ações para fortalecer o enfrentamento à violência doméstica e familiar contra as mulheres

A juíza auxiliar da Presidência e coordenadora Estadual das Mulheres em Situação de Violência Doméstica e Familiar (Cosiv), Louise Santana, representou o Tribunal de Justiça do Acre (TJAC) no Encontro Nacional das Coordenadorias da Mulher, acompanhada da assessora Amália Costa. Promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), o evento foi realizado na última terça-feira, 2, em Brasília, e reuniu representantes do Judiciário brasileiro.

A programação contou com a participação de magistradas, magistrados, especialistas e representantes de instituições que atuam na proteção dos direitos das mulheres. O objetivo do evento era compartilhar experiências, discutir desafios e alinhar estratégias voltadas ao fortalecimento das políticas judiciárias de enfrentamento à violência. Assim, promover um espaço de diálogo e construção coletiva de soluções.  

Entre os destaques da agenda esteve a apresentação do Diagnóstico Nacional das Medidas Protetivas de Urgência (MPUs), realizada pelas juízas auxiliares da Presidência do CNJ, Suzana Massako e Camila Pullin. O levantamento busca subsidiar o aperfeiçoamento das ações de proteção às mulheres em situação de violência em todo o país.

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No encerramento do encontro, o presidente do CNJ e do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, destacou que as coordenadorias locais representam o elo do Judiciário com a vida das mulheres. “Nossa missão é chegar antes que o luto se instaure, para que, no Brasil, o feminicídio deixe de ser uma realidade cotidiana e passe a ser memória de um tempo que este país teve a coragem de superar”, afirmou.

O ministro também ressaltou que a Lei Maria da Penha proporcionou avanços significativos, mas que isso não autoriza a acomodação das instituições. “Temos ainda cerca de 1,3 milhão de processos pendentes de julgamento. Atrás de cada número, há uma história interrompida; uma família em ruptura; uma rede de afetos partida; uma grave violência contra as mulheres”, lembrou.

Fotos: cedidas

Fonte: Tribunal de Justiça – AC

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