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TJAC e Secretaria de Estado de Educação reforçam parceria para realização da eleição de juízas e juízes de paz em todo o Acre

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A iniciativa tem como objetivo alinhar a logística e ações conjuntas para garantir a  participação popular no processo eleitoral

Uma reunião realizada na sede da Secretaria de Educação, Esporte e Lazer do Acre (SEE) na manhã desta quarta-feira, 19, teve como objetivo reforçar a parceria entre o Tribunal de Justiça do Acre (TJAC) e o governo estadual para apoiar, por meio de serviços de logística, a realização das eleições de juízas e juízes de paz em todo o Acre.

Participaram do encontro o secretário-geral do TJAC, Junior Martins, e o secretário de Educação, Aberson Carvalho, que discutiram estratégias de logística, mobilização social e suporte técnico para garantir um processo eleitoral democrático, acessível e transparente.

A votação está marcada para o dia 30 de novembro, e os locais de votação podem ser consultados no link: https://agrecom.tre-ac.jus.br/consulta-eleitor.

Durante a reunião, também foram tratadas questões como o uso das escolas públicas como locais de votação, a capacitação de servidoras e servidores da educação para atuar no apoio ao pleito e ações de comunicação voltadas à comunidade escolar, visando ampliar o engajamento e a compreensão do processo eleitoral.

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A iniciativa reforça a articulação entre o Poder Judiciário e o Executivo estadual, com foco na promoção da cidadania e no fortalecimento de uma Justiça mais próxima da população. A colaboração entre as instituições é essencial para assegurar um processo democrático eficiente e acessível a todas as comunidades.

Fonte: Tribunal de Justiça – AC

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Roda de conversa debate caminhos para a equidade racial

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Você já presenciou situações que, mesmo sem intenção, poderiam ser percebidas como discriminatórias?

Nesta terça-feira, 23, o Comitê Permanente de Equidade Racial (Coper) do Tribunal de Justiça do Acre (TJAC) promoveu a roda de conversa Escuta, Linguagem e Vivências: Refletindo sobre Equidade Racial no Ambiente Institucional. O evento foi realizado no Espaço de Convivência do Fórum dos Juizados Especiais Cíveis da Cidade da Justiça de Rio Branco.

Na abertura, a servidora Elaine Cristina, que é membro da Coper e da divisão de Inclusão e Acessibilidade fez a seguinte proposição: Nosso ambiente favorece o pertencimento para todas as pessoas?

As respostas apontaram uma mudança da cultura organizacional. Atualmente, a forma como os novos servidores são acolhidos é diferente de décadas atrás. Há um evento para a posse, a família participa desse momento, posteriormente a servidora ou servidor passam por uma formação na Escola do Poder Judiciário para compreender melhor os fluxos da instituição. Assim, a construção desse fluxo foi compreendida como algo que favorece a sensação de pertencimento.

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O próximo questionamento foi mais direto na questão do preconceito: Você já presenciou situações que, mesmo sem a intenção, poderiam ser percebidas como discriminatórias? Comentários velados, análise de vestimentas, piadas e falas inconvenientes foram enumeradas como premissas do racismo estrutural, que infelizmente ainda é repetido por colegas de trabalho.

Outros incômodos mencionados foram: “Tem coisas que são ditas e não são recepcionadas como preconceito, por causa da falta do letramento racial”, ponderou uma das participantes. “Ainda há discussões sobre o sistema de cotas e a diminuição do mérito da pessoa que entrou por cota” – outro exemplo citado. Para além disso, vale lembrar que a equidade racial não é apenas sobre ser negro, mas também alcança a inclusão de indígenas.

Por fim, a atividade se encerrou com reflexões sobre barreiras e silenciamentos. “As pessoas que deveriam participar desse tipo de evento, não participam. Aqui estão pessoas negras, do comitê e simpatizantes. Quando vai fazer uma roda de conversa, acham que é besteira”, concluiu outro participante.

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A partilha sobre os desconfortos oportunizou o reforço do apoio da Comissão e o uso dos canais de denúncia. Nesse sentido, vale ressaltar que as ações de promoção da equidade têm se multiplicado no Judiciário acreano, dando efetividade ao plano de ação e à campanha com políticas de equidade racial e enfrentamento ao racismo, desenhados para este ano de 2026.

Além disso, a roda de conversa cumpre o propósito de ser uma metodologia de diálogo horizontal entre servidoras e servidores, que promove a escuta ativa, acolhimento e troca de experiências.

Fotos: Gleilson Miranda / Secom TJAC

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Fonte: Tribunal de Justiça – AC

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