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TJAC unifica campanhas e intensifica ações para o Mês da Infância Protegida em maio

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Iniciativa integra o Maio Laranja ao calendário nacional do CNJ com foco em mutirões de depoimentos especiais e agilidade processual

Em reunião conduzida pela Coordenadoria da Infância e Juventude (Coinj) nesta quinta-feira, 23, o Tribunal de Justiça do Acre (TJAC) definiu as diretrizes para a campanha Mês da Infância Protegida. A iniciativa, que ocorre entre os dias 3 e 18 de maio, unifica a tradicional campanha Maio Laranja às diretrizes do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), visando priorizar o julgamento de processos e o combate à violência contra crianças e adolescentes.

A vice-presidente do TJAC, desembargadora Regina Ferrari, e o Corregedor-Geral de Justiça, desembargador Nonato Maia, reforçaram a necessidade de engajamento total da magistratura. O objetivo central é a realização de mutirões de depoimento especial e a movimentação de feitos parados, garantindo a proteção integral e a celeridade jurisdicional.

“Nossa missão neste Maio Laranja é garantir que a prioridade absoluta da criança não seja apenas um texto legal, mas uma realidade processual, com agilidade nos julgamentos e acolhimento humanizado em cada depoimento especial realizado em nosso estado”, destacou a desembargadora Ferrari.

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Eixos de Atuação e Metas

A campanha deste ano será estruturada em três eixos principais:

  1. Atuação Jurisdicional: Realização intensiva de audiências de instrução, julgamentos e depoimentos especiais.
  2. Articulação Interinstitucional: Estreitamento de laços com os poderes Executivo e Legislativo para a criação de políticas públicas eficazes.
  3. Rede de Proteção: Diálogo direto com o Conselho Tutelar e instituições de ensino.

Durante o encontro, foi destacada a importância do uso do sistema de Business Intelligence (BI) para que cada magistrado identifique processos urgentes em suas unidades. 

Para viabilizar o volume de audiências, a Coordenadoria de Infância e Juventude (Cesen) informou que já está organizando o deslocamento de equipes multidisciplinares para as comarcas do interior. A orientação é que os juízes concentrem as pautas para maximizar o suporte técnico.

Outro ponto debatido foi a infraestrutura das salas de depoimento especial. O Tribunal já realizou um diagnóstico das fragilidades acústicas e tecnológicas das unidades, com planos de melhorias contínuas para garantir um ambiente seguro e acolhedor para as vítimas.

A Corregedoria estabeleceu o prazo imediato para que as unidades judiciárias enviem suas pautas de audiências. O envio desses dados é fundamental não apenas para a organização logística, mas também para alimentar os indicadores de produtividade exigidos pelo CNJ.

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Agenda de Eventos

Além dos mutirões processuais, o TJAC programou ações de conscientização:

  • 04 de maio: Lançamento oficial da campanha às 9h, no Palácio da Justiça.
  • 11 de maio: Webinário técnico para representantes das comarcas.
  • 18 de maio: Abertura da 14ª edição do projeto ECA na Comunidade em unidade escolar de Rio Branco.
  • Iluminação Institucional: Prédios do Judiciário serão iluminados na cor laranja em alusão à causa.

A reunião foi encerrada com um chamado à ação para que todos os magistrados documentem as atividades e reuniões com a rede de apoio local, transformando o mês de maio em um marco de proteção e justiça para a infância no Acre.

Fonte: Tribunal de Justiça – AC

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TJAC atinge 93% de eficiência e supera a média nacional de produtividade

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Seguindo avançando, o Tribunal de Justiça do Acre (TJAC) alcança 93% no índice de eficiência do CNJ, o IPC-Jus, superando a média dos tribunais estaduais que foi de 74%. Resultado demonstra o compromisso da Justiça acreana focada em melhor atender à sociedade

Honrando seu compromisso de colocar em primeiro lugar as cidadãs e os cidadãos, o Tribunal de Justiça do Acre (TJAC), conquistou 93% no Índice de Produtividade Comparada da Justiça (IPC-Jus). O resultado significa que o Judiciário acreano trabalhou mais, investiu melhor e superou a média alcançada entre os tribunais estaduais, que é de 74%. O indicador é medido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e está disponível aqui, no relatório Justiça em Números 2026.

Para fazer mais e da melhor maneira, a atual gestão do TJAC, empenhou-se na redução do acervo processual e no fortalecimento do fluxo de trabalho no primeiro e segundo graus de jurisdição, com a atuação da Assessoria de Apoio à Jurisdição (Assaj) e da Secretaria de Apoio à Jurisdição (Seaju). Essas são unidades satélites que atuam nos locais com grande acervo processual.

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Outra medida com forte impacto nesse resultado foram formações junto às equipes do primeiro grau de jurisdição e também nos setores administrativos do TJAC para melhor acompanhamento do Prêmio de Qualidade do CNJ, bem como investimento em ferramentas de monitoramento de dados. Além do estabelecimento de uma política de valorização e reconhecimento do empenho e trabalho de servidoras e servidores com a institucionalização das premiações por alcance de metas e resultados.

O presidente do TJAC, desembargador Laudivon Nogueira, ressaltou a importância de prestar os serviços seguindo o Modelo de Excelência em Gestão (MEG), investindo nos cinco eixos estratégicos: priorização da atividade jurisdicional, gestão tecnológica, gestão de pessoas, gestão organizacional e infraestrutura.

“O Tribunal de Justiça do Acre alcançou 93% de desempenho, o melhor resultado de sua história. O fator diferencial foi o comprometimento de cada unidade judicial, impulsionando a produtividade, solucionando cada pendência, atendendo com compromisso cada pessoa que buscou à Justiça. Isso representou uma Justiça mais célere, eficiente e efetiva para a sociedade acreana. O resultado alcançado demonstra o que somos capazes de realizar quando atuamos com propósito, união e foco em um objetivo comum”, disse Nogueira.

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Continuidade

Nos últimos quatro anos, o TJAC vinha apresentando melhorias gradativas, saltando de 50% em 2022, para 53% em 2023 e atinge 62% em 2024. Depois, ano passado, celebramos 86% de cumprimento no Índice de Produtividade Comparada (IPC-Jus) e com o percentual deste ano, o TJAC ficou em terceiro colocando entre os tribunais de pequeno porte no país.

Mesmo diante dos desafios, como a implantação de um novo sistema de tramitação de processos judiciais, o eproc, o Poder Judiciário do Acre, não reduziu, mas aumentou a produtividade, demonstrando o compromisso da Justiça acreana focada em atender cada vez melhor a sociedade.

Fotos Gleilson Miranda e Elisson Magalhães Secom/TJAC

Fonte: Tribunal de Justiça – AC

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