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Federarroz recomenda foco em exportações e redução da área plantada para enfrentar crise no setor de arroz

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A Federação das Associações de Arrozeiros do Rio Grande do Sul (Federarroz) alertou para a crise que atinge o setor de arroz no Brasil, marcada por excesso de produção e preços abaixo do custo de produção. A entidade apresenta medidas estratégicas para preservar a sustentabilidade da atividade e assegurar uma remuneração justa aos produtores.

Estoques elevados pressionam preços e ameaçam sustentabilidade

Segundo Denis Nunes, presidente da Federarroz, os estoques de passagem de arroz no Brasil estão elevados, resultado de uma safra robusta no país e no Mercosul, somada a uma demanda interna insuficiente para absorver toda a produção.

“O excesso de oferta faz com que os preços caiam abaixo do custo de produção, e muitos produtores acabam vendendo com prejuízo. A lógica é clara: quanto maiores os estoques, menores os preços”, explica Nunes.

Redução da área plantada e foco nas exportações

Como alternativa para melhorar a remuneração, a Federarroz recomenda aos produtores a redução da área plantada na safra 2025/2026. Paralelamente, incentiva o incremento das exportações para países onde o arroz brasileiro é mais valorizado.

“Sem medidas coordenadas, há risco de desestímulo à produção, o que pode afetar a segurança alimentar no médio prazo”, alerta o presidente da entidade.

Propostas de fiscalização e políticas públicas

A Federarroz defende ainda que o governo federal intensifique a fiscalização das importações de arroz que não atendam à legislação fitossanitária do Brasil. A entidade exige que os concorrentes internacionais cumpram normas trabalhistas e ambientais equivalentes às brasileiras e sugere a elevação do preço mínimo para cobrir os custos de produção.

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No âmbito estadual, a Federarroz propõe o uso da taxa de Cooperação e Defesa da Orizicultura (CDO) para facilitar o escoamento do arroz e ajustes no regime de ICMS para equiparar condições com outros estados.

Além das ações de políticas públicas, a entidade mantém campanhas de incentivo ao consumo de arroz e fornece orientações contínuas aos produtores associados.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Dia do Churrasco: veja quais estilos de cerveja harmonizam melhor com cada tipo de carne e acompanhamentos

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O Dia do Churrasco é celebrado no Brasil em 24 de abril desde 2003. A data foi escolhida em referência ao Dia da Tradição Gaúcha, também comemorado em 24 de abril, quando, em 1948, foi fundado o primeiro Centro de Tradições Gaúchas (CTG).

Apesar da diversidade de estilos de churrasco ao redor do mundo, o brasileiro é um dos mais reconhecidos internacionalmente e atrai turistas interessados na tradição. Nesse contexto, a cerveja se mantém como a bebida mais associada ao consumo de churrasco, e a harmonização correta pode tornar a experiência ainda mais completa.

De acordo com o mestre cervejeiro da Ashby, Alexandre Vaz, a escolha do estilo ideal de cerveja para cada tipo de carne ou acompanhamento faz diferença no equilíbrio de sabores.

Picanha combina com India Pale Ale

A picanha é um dos cortes mais tradicionais e valorizados do churrasco brasileiro. Retirada da parte nobre da alcatra, a carne se destaca pelo sabor marcante e pela camada de gordura, que garante suculência.

Para harmonizar, a indicação é a India Pale Ale (IPA), cerveja de perfil mais complexo e amargo. Segundo especialistas, ela ajuda a limpar o paladar entre as mordidas, realçando o sabor da carne.

Frangos e carnes brancas pedem cervejas leves como Pilsen

Carnes brancas, como o frango, ganham novas nuances quando preparadas na brasa. Por serem opções mais leves, o ideal é optar por cervejas que não sobreponham o sabor do alimento.

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A Pilsen é a principal recomendação nesse caso. De origem tcheca, é uma cerveja leve, refrescante e de alta drinkability, ideal para acompanhar pratos mais suaves.

Linguiça harmoniza com Pale Ale

A linguiça suína é presença quase obrigatória nos churrascos brasileiros. Por ser mais gordurosa, pede uma cerveja que ajude a equilibrar essa característica.

A Pale Ale é a sugestão indicada. Com corpo médio e baixo amargor, ela ajuda a suavizar a gordura e traz notas maltadas que lembram cereais e caramelo, complementando o sabor do embutido.

Cupim pede contraste com cervejas Porter

O cupim é uma carne bastante apreciada no churrasco por sua combinação de gordura e fibras. Para uma experiência diferenciada, a harmonização indicada é com cervejas do estilo Porter.

Esse estilo apresenta notas de chocolate, café e creme. A combinação funciona pelo contraste entre o sabor salgado da carne e o perfil levemente adocicado da bebida.

Queijo coalho harmoniza com cerveja de trigo Weiss

O queijo coalho, bastante tradicional no Nordeste e popular em todo o Brasil, também marca presença no churrasco e pode ser servido como alternativa às carnes.

A cerveja do estilo Weiss é a mais indicada. Produzida com trigo, possui baixo amargor, notas de cravo e banana e alta carbonatação, o que ajuda a realçar o sabor do queijo e equilibrar sua gordura.

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Pão de alho combina com Pilsen puro malte

Outro acompanhamento tradicional do churrasco é o pão de alho, preparado com alho, azeite ou manteiga. A iguaria se tornou presença frequente nas churrasqueiras brasileiras.

A harmonização ideal é com cerveja Pilsen puro malte, leve e refrescante, com amargor suave, que preserva o sabor do pão sem interferências.

Sobre a Ashby

A Ashby foi fundada em 1993 por Scott Ashby, norte-americano que chegou ao Brasil em 1992. Em 1990, ele iniciou sua formação como mestre cervejeiro na Universidade da Califórnia e posteriormente trabalhou na cervejaria Wasatch, nos Estados Unidos.

No Brasil, Scott fundou a primeira microcervejaria do país na cidade de Amparo (SP), com o objetivo de introduzir o conceito de cervejas especiais no mercado nacional. A escolha da localização considerou a qualidade da água da região, fator essencial para a produção de cervejas.

As águas de Amparo possuem equilíbrio ideal entre sais e minerais, o que contribui para a produção de chopes e cervejas de alta qualidade.

Com a atuação da Ashby, o mercado brasileiro passou a conhecer e expandir o consumo de cervejas especiais, antes restritas a nichos específicos.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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