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Acre marca presença no 60º Congresso Brasileiro de Medicina Tropical com apresentação de pesquisas e participação em capacitações técnicas

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Profissionais da Secretaria de Estado de Saúde do Acre (Sesacre) marcaram presença no 60º Congresso Brasileiro de Medicina Tropical (Medtrop 2025), realizado entre os dias 2 e 5 de novembro, em João Pessoa (PB). Promovido pela Sociedade Brasileira de Medicina Tropical, o evento é o maior encontro científico do país voltado às doenças infecciosas e negligenciadas, reunindo pesquisadores, gestores e técnicos de todas as regiões do Brasil.

Com o tema “Mudanças climáticas e impactos nas doenças tropicais”, o congresso abordou os desafios contemporâneos da saúde pública e destacou as consequências ambientais sobre o comportamento epidemiológico das doenças transmitidas por vetores, zoonoses e agravos relacionados ao meio ambiente.

Evento promove discussões sobre temas cruciais para a vigilância em saúde nos estados e municípios, com a participação de especialistas nacionais e internacionais. Foto: Ascom GovPB

A área técnica de Leishmaniose e Doença de Chagas da Sesacre apresentou três trabalhos científicos em formato de banners digitais, com ênfase em entomologia (vetores) e epidemiologia, todos com coautoria da coordenadora estadual Carmelinda Gonçalves.

Segundo a gestora, a presença no congresso foi essencial para fortalecer as estratégias de vigilância e aprimorar os protocolos de diagnóstico e tratamento dessas doenças no Acre.

“A participação no Medtrop 2025 representa uma oportunidade valiosa de atualização e de fortalecimento técnico. As discussões abordam desde inovações laboratoriais até novos manuais e protocolos de diagnóstico e tratamento, além de estudos de vacinas em desenvolvimento. Todas essas informações ajudam a aprimorar a qualidade da assistência e a facilitar o acesso dos pacientes ao diagnóstico e à terapia”, destacou Carmelinda.

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Carmelinda Gonçalves foi uma das profissionais participantes do congresso. Foto: cedida

A equipe acreana também participou das atividades do pré-congresso, realizadas nos dias 31 de outubro e 1º de novembro, aproveitando oficinas e seminários temáticos conduzidos por pesquisadores e técnicos do Ministério da Saúde.

Entre outras participações teve a do médico veterinário Victor Mattos, do Núcleo de Zoonoses, que apresentou um trabalho sobre o uso de dados geoespaciais no monitoramento da leptospirose, evidenciando o esforço da Sesacre em incorporar tecnologia e ciência aplicada na vigilância em saúde.

“O congresso foi bastante produtivo, com a presença de várias equipes do Acre. Tivemos apresentações nas áreas de leishmaniose, doença de Chagas, tuberculose e hidatidose. Além disso, participei de capacitações sobre o uso de drones na vigilância em saúde pública e sobre arboviroses e emergências, voltadas à investigação de surtos e à resposta rápida a casos de febre amarela e outras doenças”, afirmou Victor Mattos.

Victor foi um dos profissionais que apresentaram trabalhos. Foto: cedida

Servidores de áreas estratégicas, como Hanseníase, Tuberculose e o Laboratório Central de Saúde Pública do Acre (Lacen/AC), também integraram a comitiva acreana, participando de atividades sobre diagnóstico laboratorial, biossegurança e vigilância integrada.

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O congresso também abrigou eventos satélites, como a 40ª Reunião de Pesquisa Aplicada em Doença de Chagas e a 28ª Reunião de Pesquisa Aplicada em Leishmanioses (ChagasLeish 2025), além do  12º Workshop da Rede Brasileira de Pesquisas em Tuberculose (Rede-TB) e do 10º Fórum Social Brasileiro de Enfrentamento de Doenças Infecciosas e Negligenciadas.

Com mais de 3 mil trabalhos submetidos, o Medtrop é reconhecido por promover o diálogo entre diferentes áreas da medicina tropical, fortalecendo a integração entre vigilância, assistência e pesquisa científica.

Para a Sesacre, a presença de técnicos e coordenadores no Medtrop 2025 reflete o compromisso do governo estadual em investir na formação e capacitação continuada dos profissionais de saúde pública, assegurando a atualização constante frente aos desafios epidemiológicos da Amazônia.

“A participação da nossa equipe em eventos dessa dimensão é estratégica. O conhecimento adquirido é trazido de volta para o Acre e incorporado às rotinas de vigilância, diagnóstico e controle das doenças tropicais. Isso resulta em ações mais eficazes e numa rede de saúde mais preparada para proteger nossa população”, ressaltou Ana Cristina Moraes, secretária Adjunta de Atenção a Saúde

Fonte: Governo AC

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Segurança pública intensifica ações em comunidades indígenas e fortalece segurança comunitária em Santa Rosa do Purus

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A Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública do Acre (Sejusp), por meio do programa Acre pela Vida e da Diretoria de Políticas Públicas de Segurança, Justiça e Integração Social (DIRPSJ), realizou ao longo de toda a semana, 13 a 18 uma série de ações em comunidades indígenas com o objetivo de fortalece segurança comunitária em Santa Rosa do Purus.

Sejusp intensifica ações em comunidades indígenas e fortalece segurança comunitária em Santa Rosa do Purus. Foto: Cedida

A agenda contou com atividades educativas, atendimentos sociais e iniciativas esportivas, com foco na aproximação entre o poder público e a população local. Entre os destaques, esteve a formatura de estudantes do Projeto Pequeno Brilhante, que atendeu alunos do 4º ao 7º ano de escolas do município, além da entrega de kits esportivos para incentivar práticas saudáveis entre crianças e jovens.

Projeto Pequeno Brilhante realizou a formatura dos alunos do 4º ao 7º ano de escolas do município. Foto: Cedida

As ações reforçam a estratégia da Sejusp de integrar políticas de segurança com iniciativas sociais, ampliando a presença institucional em regiões de difícil acesso e promovendo cidadania de forma contínua e inclusiva. Para o secretário de Segurança Pública, José Américo Gaia, a presença do Estado em regiões de difícil acesso reforça o papel da segurança pública como instrumento de cidadania.

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Para o secretário de Segurança Pública, José Américo Gaia, a presença do Estado em regiões de difícil acesso reforça o papel da segurança pública como instrumento de cidadania. Foto: Ascom Sejusp

“Essas ações mostram que a segurança vai além do policiamento. Estamos promovendo inclusão, diálogo e oportunidades, principalmente em comunidades indígenas, respeitando suas especificidades e fortalecendo vínculos de confiança”, destacou.

Agenda integrou atividades educativas, atendimentos sociais e iniciativas esportivas. Foto: Cedida

Além das atividades com estudantes, a programação incluiu palestras direcionadas ao ensino fundamental, médio e à Educação de Jovens e Adultos (EJA), abordando temas como violência contra a mulher, tráfico de pessoas e contrabando de migrantes. Durante a permanência no município, a equipe também realizou atendimentos diretos, incluindo o acompanhamento de casos de migração e o suporte imediato a uma vítima de violência doméstica.

Durante a permanência no município, a equipe também realizou atendimentos diretos. Foto: Cedida

A coordenadora do programa Acre pela Vida, Francisca de Fátima, ressaltou o caráter preventivo e transformador das ações. “Trabalhar com a comunidade, especialmente em territórios indígenas, é essencial para construir uma cultura de paz. Quando levamos informação, esporte e apoio social, contribuímos diretamente para a prevenção da violência”, afirmou.

Coordenadora do Acre pela Vida, Francisca de Fátima, destaca o caráter preventivo das ações. Fpto: Ascom Sejusp

O cronograma também contemplou visitas técnicas e escuta ativa junto às comunidades locais e instituições públicas, com o objetivo de mapear demandas e orientar futuras políticas públicas. Nas aldeias, a equipe conheceu projetos esportivos indígenas, incluindo times femininos e masculinos, realizou palestras e entregou materiais esportivos.

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Assessora da DIRPSJ, Hany Cruz de Armas, ressaltou a importância da atuação integrada. Foto: Cedida

A assessora da DIRPSJ, Hany Cruz de Armas, destacou a importância da aproximação com os povos tradicionais. “Estar presente nas aldeias, ouvir as lideranças e contribuir com ações concretas demonstra respeito e compromisso. A segurança pública precisa dialogar com a realidade de cada comunidade, especialmente no contexto indígena”, enfatizou.

Fonte: Governo AC

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