RIO BRANCO
Search
Close this search box.

TJ AC

TJAC participa do 19º Encontro Nacional do Poder Judiciário, que define metas e diretrizes para 2026

Publicados

TJ AC

Corregedor-geral da Justiça, desembargador Nonato Maia, ressalta que o encontro é fundamental para o balanço anual do Judiciário e para a definição das metas e políticas institucionais para 2026

O Tribunal de Justiça do Acre (TJAC) está presente no 19º Encontro Nacional do Poder Judiciário (ENPJ), realizado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) nesta segunda, 1º, e terça-feira, 2, em Florianópolis (SC). O evento reúne presidentes de tribunais, corregedores e representantes da magistratura brasileira para definir as metas nacionais do Judiciário para o próximo ano e discutir as políticas públicas judiciárias que serão adotadas em todo o país.

Ao lado do presidente do TJAC Laudivon Nogueira, o corregedor-geral da Justiça, desembargador Nonato Maia, destacou a importância estratégica do encontro para o planejamento institucional. Segundo ele, “o Encontro Nacional é o momento de fazer um balanço do ano que se encerra, discutir as políticas do Poder Judiciário, estabelecer as metas para o ano seguinte e apresentar os tribunais vencedores do Prêmio CNJ de Qualidade. Trata-se de um espaço essencial para o alinhamento das prioridades e para o fortalecimento da atuação judicial em todo o país.”

Leia Também:  Comissão de Soluções Fundiárias atua para mediar saída de conflito agrário em Rodrigues Alves

A abertura do evento na noite desta segunda foi conduzida pelo presidente do CNJ e do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, que ressaltou o papel central do Judiciário na proteção dos direitos fundamentais, na manutenção da paz social e na defesa do Estado Democrático de Direito. Ao apresentar as diretrizes de sua gestão para o biênio 2025-2027, o ministro destacou seis eixos estruturantes: promoção da justiça, segurança jurídica e eficiência; fortalecimento da estrutura, inovação e transparência; proteção dos direitos humanos e diálogo interamericano; sustentabilidade ambiental e social; e afirmação dos direitos sociais e da dignidade humana.

Fachin enfatizou que os próximos anos terão como foco a centralidade da infância, da juventude e da proteção das famílias, especialmente das mulheres vítimas de violência. Também destacou que o Judiciário deve enfrentar com responsabilidade os desafios da era tecnológica, marcada por inteligência artificial, automação e novas formas de interação social.

Durante o encontro, o CNJ reforça seu papel de órgão formulador das políticas públicas judiciárias, com o compromisso de promover transparência, independência judicial e modernização institucional. “Temos a responsabilidade de entregar ao povo brasileiro um Judiciário mais acessível, moderno e verdadeiramente efetivo”, afirmou o ministro.

Leia Também:  Presidente do TJAC prestigia entrega da Comenda "Mérito Excelso" ao ministro Mauro Campbell

A participação do TJAC no encontro reforça o compromisso da instituição com o planejamento estratégico, a modernização dos serviços judiciais e o alinhamento às metas nacionais que orientam o Judiciário brasileiro.

Fonte: Tribunal de Justiça – AC

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

TJ AC

Mãe que agrediu filha após flagrá-la em caixa d’água é condenada por maus-tratos

Publicados

em

Por

Câmara Criminal entendeu que castigo físico extrapolou os limites do exercício do poder familiar

Mãe que submeteu a filha a castigo físico excessivo após flagrá-la tomando banho dentro de uma caixa d’água foi condenada a dois meses e 20 dias de detenção, em regime inicial aberto, pelo crime de maus-tratos. A decisão é da Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Acre (TJAC). O colegiado entendeu que a mulher abusou dos meios de correção.

Conforme os autos, o caso aconteceu em fevereiro de 2024, no município de Bujari. Foram constatadas diversas marcas de agressão espalhadas pelo corpo da menina. Ela apresentava hematomas na coxa direita, no cotovelo, na região das escápulas e no pé direito, além de escoriações no abdômen.

Em primeira instância, a mãe da vítima foi condenada pelo crime de lesão corporal praticada contra descendente em contexto de violência doméstica. Inconformada, recorreu da sentença. Pediu a absolvição, sob o argumento de que não havia agido com a intenção de ferir a filha, mas de discipliná-la.

Leia Também:  Presidente do TJAC prestigia entrega da Comenda "Mérito Excelso" ao ministro Mauro Campbell

Ao analisar o caso, o relator, desembargador Francisco Djalma, concluiu que a conduta da mãe extrapolou os limites admissíveis do exercício do poder familiar. Por esse motivo, negou o pedido de absolvição formulado pela defesa. Entretanto, ele também deduziu que o caso não configurava o crime de lesão corporal praticada contra descendente.

“Embora o emprego de violência física seja absolutamente reprovável e incompatível com o regular exercício do poder familiar, as circunstâncias do caso não evidenciam que a apelante tenha atuado com dolo autônomo de ofender a integridade física da filha, mas sim que abusou dos meios de correção”, afirmou em seu voto.

O entendimento foi acompanhado pelos demais desembargadores. Assim, a Câmara reformou a sentença de primeiro grau para desclassificar a conduta para o crime de maus-tratos e redimensionar a pena da mulher para dois meses e 20 dias de detenção. O acórdão está disponível na edição n.º 8.065 do Diário da Justiça (p. 11), publicada nesta terça-feira, 28 de julho.

Apelação Criminal nº 0700141-70.2025.8.01.0010

Imagem gerada por IA

Leia Também:  Comissão de Soluções Fundiárias atua para mediar saída de conflito agrário em Rodrigues Alves

Fonte: Tribunal de Justiça – AC

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

RIO BRANCO

ACRE

POLÍCIA

FAMOSOS

MAIS LIDAS DA SEMANA