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TJAC encerra ano judiciário com destaque para modernização e cuidado com pessoas

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A última sessão do Tribunal Pleno simboliza o fechamento de um ciclo de atividades marcada pela responsabilidade institucional e busca contínua por eficiência

Nesta quarta-feira, 17, o Tribunal Pleno realizou a última sessão ordinária do ano, marcando o encerramento das atividades jurisdicionais colegiadas. A sessão reuniu desembargadoras e desembargadores para a apreciação de 52 processos que estavam em pauta de julgamento.

O Tribunal Pleno Administrativo registrou a eleição para o cargo de ouvidor do TJAC. O decano da Corte, desembargador Samoel Evangelista foi eleito ouvidor da Justiça e o desembargador Luís Camolez, ouvidor substituto.

“Apesar de ter muitos anos no Tribunal, tinha dois cargos que eu não tinha ocupado. O primeiro era de coordenador do Projeto Cidadão, que tive a honra de viver neste ano e comemorar os 30 anos do Projeto Cidadão. Agora, a Ouvidoria, por isso eu me sinto muito grato”, declarou o desembargador Samoel em seu pronunciamento.

No encerramento da sessão, o presidente reforçou o convite para a Noite Magistral e anunciou a entrega da premiação das unidades jurisdicionais na próxima sexta-feira, 19. “A premiação serviu para estimular o engajamento e compreensão da importância de entender os indicadores, pois esses são nossas referências para atuar com eficiência”, concluiu o presidente. Nogueira deu destaque ao comprometimento dos membros, reconheceu o trabalho desenvolvido pelas equipes e o fortalecimento da prestação jurisdicional.

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Então, foi apresentado um vídeo institucional com o balanço das principais ações deste ano de 2025. Nesses nove meses sob a presidência do desembargador Laudivon Nogueira, os destaques foram os avanços, modernização e cuidado com pessoas. Em janeiro, começou a implantação do eproc, mas entre as modernizações também se enfatizou o lançamento das ferramentas de inteligência artificial: ADA e Chronos.

No quesito avanços, a sustentabilidade deu novos passos com o projeto Plantando o Futuro. Melhorias estruturais continuaram a ser implementadas, como: o lançamento da pedra fundamental em Santa Rosa do Purus, o estacionamento coberto para veículos de grande porte na Cidade da Justiça de Cruzeiro do Sul, padronização de salas de audiência e tribunais de júri nas Comarcas, bem como reforma de fóruns e novas construções.

O Judiciário acreano estabeleceu um marco histórico com a primeira eleição de juízas e juízes de paz. Foram convocados 98 servidores do concurso público e anunciada mais 36 convocações até o fim do prazo do edital. Internamente, além da nova intranet, foi realçado a implantação de cuidados para saúde mental das servidoras e servidores, bem como ações itinerantes de saúde.

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Deste modo, os resultados apareceram com a conquista do Selo Ouro pelo segundo ano consecutivo e o Prêmio Pop Rua Jud. Consagrando o que foi dito na produção audiovisual da Secretaria de Comunicação (Secom): Tribunal de Justiça do Acre – modernizando para servir, avançando para incluir.

Após a exibição, as desembargadoras e desembargadores parabenizaram a gestão administrativa, e saudaram-se entre si, desejando votos de sucesso, harmonia e paz para 2026. A sessão celebrou a trajetória institucional e as atividades serão retomadas conforme o calendário oficial do Judiciário.

Fotos: Gleilson Miranda/Secom TJAC

Fonte: Tribunal de Justiça – AC

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TJAC abre III Semana Nacional dos Juizados Especiais certificando conciliadoras e conciliadores

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Atividade iniciou nesta terça-feira, 16, e segue até a sexta-feira, 19, com oficinas, debates e diálogos para aperfeiçoar o Sistema dos Juizados Especiais

“Justiça simples, digital e humana”, com esse tema o Tribunal de Justiça do Acre (TJAC) por meio da Escola do Poder Judiciário do Acre (Esjud), realizou nesta terça-feira, 16, a abertura da III Semana Nacional dos Juizados Especiais, com a entrega de certificados do curso de formação de conciliadores e mediadores judiciais.

A Semana é de iniciativa do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), estabelecida pela Resolução n.º 533/2023, para fortalecer o sistema que é a grande porta de entrada das pessoas no Judiciário e segue com oficinas, debates e diálogos até a sexta-feira, 19. A desembargadora Regina Ferrari, presidente em exercício, ressaltou o impacto dessa maneira de promover Justiça na vida de cada cidadã e cidadão:

“É o trabalhador que recebe o que tinha direito sem precisar contratar ninguém. É o consumidor que finalmente é ressarcido por aquele eletrodoméstico que nunca funcionou. É a pequena empresa que recupera o valor que faria diferença no caixa do mês. É o idoso que não tem recursos para pagar honorários, mas tem o direito a defesa. Os Juizados Especiais são, na prática, a porta de entrada da justiça para quem mais precisa dela e menos tem condições de pagar por ela, porque ela é 100% gratuita”, destacou Ferrari.

Aproximação

Para a presidente em exercício, os Juizados concretizam a aproximação do Judiciário com as pessoas, são caminhos mais fáceis e ágeis de acessar direitos: “Os Juizados Especiais provam que é possível construir uma Justiça mais rápida, mais simples e mais humana, sem abrir mão da seriedade e do acolhimento que todo o processo exige. Por isso, defender os Juizados Especiais, debater os Juizados Especiais nessa semana significativa é defender o direito de toda pessoa, independentemente da sua renda ou do seu conhecimento jurídico, de ser ouvida e de ter seu conflito resolvido com dignidade. É lembrar que a Justiça não pode ser privilégio de poucos”.

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Criado em 1995 (Lei n.º 9.099), o Sistema dos Juizados Especiais recebe causas de até 40 salários mínimos, que tem como critérios norteadores: a oralidade, simplicidade, informalidade, economia processual e celeridade, buscando promover a conciliação e mediação, quando possível. Princípios que significam que as pessoas podem chegar aos balcões de atendimento do Judiciário, sem necessidade de um advogado, e apresentar sua reclamação que o setor responsável irá iniciar os encaminhamentos no sistema, fazendo o peticionamento.

Eficiência

O coordenador dos Juizados Especiais Cíveis do Acre, desembargador Júnior Alberto, apresentou dados sobre a eficiência do trabalho jurisdicional realizado no estado:

“De acordo com os dados do Justiça em Números, foram julgados em 2025 quase 2 milhões de processos, o que demonstra a confiança da população nos Juizados Especiais, em virtude da resposta rápida, eficiente e, principalmente, justa para as suas demandas. No Acre, somente neste primeiro semestre de 2026, mais de 8.300 novos processos ingressaram nos Juizados. Com muito orgulho e contentamento informo que estamos entre os melhores do Brasil”, disse Alberto.

De acordo com os dados oficiais do CNJ, os Juizados do Acre figuram em segundo lugar no Índice de Atendimento à Demanda a nível nacional. Já em relação à taxa de congestionamento líquida, alcançando a terceira menor, com 30,99%, ficando atrás apenas do Distrito Federal e de Sergipe entre todos os tribunais brasileiros. Esses números são relevantes porque aferem a eficiência e a celeridade desses órgãos jurisdicionais.

Debate e aperfeiçoamento

O corregedor-geral da Justiça do Acre, desembargador Nonato Maia, explicou que a III Semana Nacional dos Juizados é uma política afirmativa do CNJ, abraçada pelos tribunais no país, que fortalece o segmento dos Juizados, que é o mais simples, acessível e próximo das pessoas. “Nessa Semana teremos várias discussões e olharemos os Juizados Especiais, que é a Justiça mais simples, mais acessível e que atende o cidadão mais diretamente. Então, que sejamos todos envolvidos e comprometidos, que possamos discutir os Juizados Especiais com mais afinco e reafirmar essa Justiça tão próxima do cidadão”, comentou Maia.

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Também participaram da abertura, os desembargadores Samoel Evangelista, Lois Arruda, as juízas de Direito Lilian Deise, representando a Associação dos Magistrados do Acre (Asmac), e Louise Kristina, auxiliar da Presidência do TJAC, o procurador-geral Carlos Maia do Ministério Público do Acre (MPAC), a defensora pública-geral Juliana Marques, a presidente do Procon Acre Alana Albuquerque, além de magistradas e magistrados, servidoras e servidores da capital e interior.

Programação

As atividades da III Semana Nacional dos Juizados seguem até a sexta-feira, 19, com atividades realizadas de maneira presencial na Esjud e também com transmissão para comarcas do interior. Veja abaixo a programação:

16/6

  • 10h – Oficina “Qualificação em Demandas Repetitivas e Entendimentos Consolidados no STJ e Turma Recursal”. A facilitadora é a juíza Evelin Cerqueira;

17/6

  • 8h – Oficina “Eficiência com humanidade: inovação e acesso à Justiça”. A facilitadora é a servidora Larissa Melo;
  • 9h às 12h – Laboratório de Inovação – “Justiça simples na era digital: tecnologia, pessoas e soluções reais”. Facilitador é o servidor Bono Lui;

18/6

  • 8h – Laboratório de gestão – “Estratégia, produtividade e uso de indicadores”. Facilitador é o servidor Josué;
  • 9h – Oficina “Utilização dos Sistemas dos Juizados Especiais: Eproc, Google Meet e Sprol”. Facilitador é o colaborador Fábio Josep;
  • 10h – Atividade temática “Inteligência artificial aplicada à prática jurídica”. Facilitador é Leonardo Bandeira

19/6

  • 8h – Oficina “Escuta ativa, empatia e justiça”. Facilitadora é juíza de Direito Adamárcia

Fotos Wellington Vidal, estagiário sob supervisão (Secom/TJAC)

Fonte: Tribunal de Justiça – AC

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