AGRONEGÓCIO
Tomate ultrapassa R$ 100 por caixa e alta reforça importância do preparo de solo para manter produtividade
AGRONEGÓCIO
Os preços do tomate dispararam nas principais centrais atacadistas do Brasil na terceira semana de janeiro, impulsionados pela redução na oferta de frutos com padrão comercial. A escassez tem sido provocada por condições climáticas irregulares e pela desaceleração da colheita em regiões que atingiram o pico produtivo no início do ano.
De acordo com levantamentos de mercado, o tomate salada longa vida tipo 3A ultrapassou a marca dos R$ 100 por caixa de 20 kg em várias praças do país. No Rio de Janeiro, a alta foi de 40,8%, com preço médio de R$ 107 por caixa. Em Campinas (SP), o avanço chegou a 32,7%, alcançando R$ 105,83, enquanto em Belo Horizonte (MG) o aumento superou 50% no período analisado.
Clima e colheita explicam escassez
A elevação dos preços está diretamente ligada à menor disponibilidade de tomates de boa qualidade, resultado das variações climáticas que afetaram o desenvolvimento das lavouras e reduziram o ritmo de colheita.
Esse cenário reforça a necessidade de estratégias que tornem o cultivo mais resistente a estresses ambientais, principalmente durante períodos de calor intenso e irregularidade de chuvas.
Preparo do solo ganha destaque como base da produtividade
Para especialistas e técnicos do setor, o momento atual evidencia a importância de boas práticas de manejo do solo, etapa fundamental para garantir produtividade e estabilidade nas safras de tomate.
Um solo bem estruturado e fértil é essencial para o desenvolvimento das raízes, facilitando a absorção de água e nutrientes e aumentando a resiliência das plantas diante de condições climáticas adversas.
“O preparo eficiente do solo é o primeiro passo para uma lavoura produtiva e sustentável. Ele melhora a estrutura física e biológica do terreno, favorece o enraizamento e reduz riscos de doenças e perdas por estresse hídrico”, explica Leonardo Sodré, CEO da GIROAgro.
Práticas agronômicas que aumentam a eficiência
Entre as técnicas recomendadas estão a correção do pH, a incorporação de matéria orgânica e o manejo adequado de drenagem e aeração.
Essas ações permitem que o tomateiro expresse seu pleno potencial genético de produção, resultando em frutos de melhor qualidade e maior estabilidade nas colheitas, mesmo em anos de clima desafiador.
Impactos no consumidor e na cadeia produtiva
Com os preços no atacado em alta, é provável que o aumento seja repassado ao varejo, afetando o consumo doméstico. Para os produtores, o momento serve de alerta sobre a necessidade de investir em tecnologias agronômicas e inovação que garantam rentabilidade e competitividade no mercado interno.
“A perspectiva de boas safras, sustentadas por tecnologias de manejo e preparo de solo, é vital para manter o equilíbrio entre oferta e demanda e para estimular a inovação no campo”, complementa Sodré.
Inovação e sustentabilidade no campo
A GIROAgro, com presença nacional e foco em soluções tecnológicas para o agronegócio, tem ampliado seus investimentos em pesquisa e desenvolvimento de tecnologias líquidas adaptadas às diversas realidades do produtor brasileiro.
“Nossa missão é estar ao lado do agricultor, oferecendo soluções práticas e eficientes que comecem pela base de tudo: o solo”, reforça o executivo.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
AGRONEGÓCIO
Preço do feijão dispara com oferta restrita e atraso da safra no Paraná; mercado segue em alta
O mercado brasileiro de feijão encerrou a semana com forte sustentação nos preços, refletindo a combinação entre oferta limitada, atraso da segunda safra no Paraná e dificuldades crescentes para reposição de mercadorias. O cenário mantém o feijão carioca em trajetória de valorização, enquanto o feijão preto começa a apresentar reação gradual no mercado interno.
Segundo análise de Safras & Mercado, a entressafra e os problemas climáticos seguem pressionando a disponibilidade de produto de melhor qualidade, principalmente em importantes regiões produtoras do país.
Feijão carioca mantém viés altista
O feijão carioca segue operando em ambiente de firmeza, com baixa disponibilidade de lotes e negociações bastante seletivas. Ao longo da semana, diversas sessões da bolsa registraram pouca movimentação devido à escassez de mercadorias disponíveis e à retração momentânea de compradores.
Mesmo com desaceleração no varejo e menor atuação das grandes empacotadoras, os preços continuaram avançando, especialmente para os lotes de padrão superior.
No interior de São Paulo e no Triângulo Mineiro, as indicações para feijão nota 9 ou superior chegaram a R$ 415 por saca. Já no Noroeste de Minas Gerais, os negócios ficaram próximos ou acima de R$ 400 por saca.
No Sul do Paraná, apesar de ajustes pontuais, as referências permaneceram elevadas, alcançando até R$ 360 por saca.
Os feijões comerciais e intermediários também acompanharam o movimento de valorização. No interior paulista, os preços chegaram a R$ 377 por saca, enquanto Mato Grosso manteve sequência de altas, com cotações entre R$ 343 e R$ 345 por saca.
Atraso da safra no Paraná preocupa mercado
O principal fator de sustentação dos preços continua sendo o atraso da segunda safra paranaense. O avanço da colheita segue limitado, próximo de 10% da área, mantendo o mercado dependente de volumes pontuais.
Além da lentidão na colheita, o excesso de chuvas no Paraná amplia os riscos de perda de qualidade, escurecimento dos grãos e problemas fitossanitários, justamente em um momento de forte demanda por feijões de melhor padrão.
Com produtores comercializando de forma cautelosa e compradores trabalhando com estoques reduzidos, o mercado segue ajustado, favorecendo a manutenção dos preços elevados no curto prazo.
Feijão preto busca recuperação gradual
O mercado do feijão preto também encerrou a semana em movimento de recuperação, impulsionado principalmente pela forte valorização do carioca.
A diferença de preços entre as duas variedades começa a estimular substituição parcial em alguns canais de consumo, favorecendo melhora gradual no ambiente de comercialização.
No interior paulista, as indicações para feijão preto extra Tipo 1 já atingem R$ 206 por saca. No Sul do Paraná, as referências buscam R$ 180 por saca, enquanto no Noroeste Mineiro os preços giram próximos de R$ 190 por saca.
Apesar da reação, a liquidez ainda permanece limitada, sem compras agressivas ou formação relevante de estoques por parte dos compradores.
Safra gaúcha entra no radar
O mercado também acompanha o avanço da segunda safra no Rio Grande do Sul. Dados da Emater-RS indicam que mais de 20% das áreas já foram colhidas, com potencial produtivo considerado satisfatório na maior parte das lavouras.
As condições climáticas têm favorecido o enchimento dos grãos e a formação das vagens, embora o aumento da umidade e a queda das temperaturas elevem o risco de doenças fúngicas nas lavouras.
Dessa forma, o setor segue dividido entre a expectativa de maior oferta nas próximas semanas e a sustentação provocada pela valorização acelerada do feijão carioca, que continua sendo o principal vetor de alta do mercado brasileiro.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
-
ACRE3 dias atrásCOMUNICADO
-
SEM CATEGORIA4 dias atrásPrefeito de Rio Branco participa da posse da diretoria da Associação de Moradores do Bela Vista
-
AGRONEGÓCIO4 dias atrásAbate recorde e rebanho de 17 milhões consolidam potência pecuária
-
SEM CATEGORIA5 dias atrásPrefeitura de Rio Branco lança projeto “Tênis e Beach Tênis nas Escolas” e entrega quadras revitalizadas
-
ESPORTES5 dias atrásCorinthians perde para o Mirassol e se complica no Brasileirão
-
AGRONEGÓCIO2 dias atrásAgro digital: Cerradão leva 4G ao campo com a TIM e transforma produção de açúcar e etanol no Triângulo Mineiro
-
AGRONEGÓCIO4 dias atrásFenagen 2026 é apresentada na Nacional Hereford e Braford e reforça critérios técnicos de julgamento
-
SEM CATEGORIA5 dias atrásViva + Rio Branco celebra o Dia do Trabalhador com lazer, saúde e integração social

