RIO BRANCO
Search
Close this search box.

AGRONEGÓCIO

Agritech apresenta tratores e microtratores em feira voltada à agricultura familiar em Campinas

Publicados

AGRONEGÓCIO

Agritech marca presença em feira nacional da agricultura familiar

A Agritech, fabricante brasileira de equipamentos voltados ao pequeno produtor rural, participará da Feira Nacional de Máquinas e Tecnologias da Agricultura Familiar, que será realizada entre 16 e 18 de março, em Campinas (SP).

O evento é promovido pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA) em parceria com a Embrapa e reúne produtores, especialistas e pesquisadores para apresentar soluções tecnológicas e debater os desafios da produção no campo.

Equipamentos para mecanização da pequena propriedade

Durante a feira, a empresa apresentará alguns de seus principais equipamentos voltados à mecanização agrícola de pequenas propriedades. Entre os modelos expostos estarão:

  • Trator AGT-25 com teto
  • Microtrator AF14
  • Microtrator TC14s

Segundo a empresa, os equipamentos são considerados modelos de entrada para mecanização agrícola, oferecendo soluções acessíveis para agricultores familiares que buscam aumentar a eficiência das atividades no campo.

Contato direto com produtores fortalece desenvolvimento de soluções

Além de apresentar equipamentos, a participação no evento também tem como objetivo aproximar a empresa dos produtores rurais, permitindo a troca de experiências e a identificação de demandas do setor.

Leia Também:  Safra de grãos do Rio Grande do Sul deve cair 7,1% na temporada 2025/26, aponta Emater

De acordo com o gerente de Vendas e Marketing da Agritech, Cesar Roberto Guimarães de Oliveira, o acesso a tecnologias adaptadas à realidade do pequeno produtor pode trazer impactos significativos na produção.

“O acesso a tecnologias adequadas influencia diretamente a rotina produtiva, contribuindo para aumentar a produtividade e reduzir custos operacionais para o agricultor familiar”, afirma.

Feira também destaca 30 anos do Pronaf

A programação da feira inclui ainda um seminário especial em comemoração aos 30 anos do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf).

O debate abordará a trajetória do programa e as perspectivas do crédito rural voltado ao segmento, considerado fundamental para ampliar investimentos em tecnologia e mecanização no campo.

Crédito rural impulsiona aquisição de máquinas

Segundo Oliveira, o Pronaf registrou aumento na contratação de recursos destinados à aquisição de máquinas agrícolas no Plano Safra da Agricultura Familiar 2025/2026.

“A Agritech acompanha de perto a evolução dessas linhas de crédito que fortalecem a produção rural, trabalhando em parceria com agricultores familiares que são responsáveis por uma parcela importante da produção de alimentos no Brasil”, conclui.

Fonte: Portal do Agronegócio

Leia Também:  Agro atinge recorde de R$ 168,6 bilhões, impulsionada por café, soja e leite

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

AGRONEGÓCIO

Decisão judicial extingue ação da Aprosoja que cobrava R$ 1,1 bilhão por Moratória da Soja

Publicados

em

Por

A Justiça de Mato Grosso encerrou a ação em que a Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT) cobrava R$ 1,1 bilhão de empresas e entidades por prejuízos que atribuía à Moratória da Soja. A sentença, proferida na terça-feira (13), fecha na primeira instância a tentativa de obter uma reparação coletiva aos agricultores atingidos pelas restrições de compra do acordo.

A cobrança buscava compensar perdas que, segundo a associação, decorreram da dificuldade de vender soja mesmo quando a produção atendia à legislação ambiental. A Aprosoja-MT pretendia que empresas comercializadoras, entidades setoriais e seus representantes respondessem financeiramente por esses danos.

O processo discutia os efeitos de um pacto do qual a Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove) anunciou sua saída em janeiro de 2026. A retirada ocorreu após a entrada em vigor da lei mato-grossense que restringiu incentivos fiscais a empresas participantes de acordos com exigências superiores às da legislação ambiental. Em agosto, depois do julgamento do Supremo Tribunal Federal (STF), a entidade reafirmou que não pretendia retomar a moratória. Saiba mais aqui

Criado em 2006, o compromisso previa a recusa de soja cultivada em áreas do bioma Amazônia desmatadas depois de julho de 2008. A restrição alcançava também áreas abertas com autorização. Para a Aprosoja-MT, esse critério prejudicava agricultores que cumpriam a lei, mas encontravam menos alternativas de compradores para sua produção.

A saída das empresas e a cobrança pelas perdas anteriores seguiram caminhos diferentes. Enquanto a Abiove abandonou o pacto coletivo, a associação dos produtores manteve a tentativa de responsabilizar seus participantes pelos efeitos que atribuía à aplicação das restrições.

Leia Também:  Paraná consolida liderança nacional na produção de grãos e projeta novo crescimento para 2026

Essa cobrança foi atingida pelo julgamento do STF de 12 de agosto. O Supremo considerou que o acordo respeitava a Constituição e determinou o encerramento dos processos judiciais e administrativos baseados na sua suposta ilegalidade, inclusive dos pedidos de responsabilização financeira. A Vara Especializada em Ações Coletivas de Cuiabá aplicou essa ordem ao processo da Aprosoja-MT. portal.stf.jus.br

Com isso, o pedido de R$ 1,1 bilhão foi encerrado antes da análise dos prejuízos alegados. A sentença deixa os agricultores representados pela associação sem a reparação buscada nessa ação e afasta das empresas processadas, nesta primeira instância, a cobrança coletiva.

O Supremo também manteve as leis estaduais que restringem incentivos a participantes de acordos dessa natureza. Estabeleceu, porém, que a retirada de benefícios deve respeitar os prazos tributários e a proteção das isenções concedidas mediante condições assumidas pelas empresas. O resultado preservou tanto a validade jurídica do pacto quanto a possibilidade de os estados estabelecerem condições para conceder incentivos.

Na mesma sentença, a Justiça rejeitou os pedidos para que a Aprosoja-MT pagasse honorários, despesas processuais e multa por má-fé. A associação teve sua cobrança encerrada, mas ficou livre dessas despesas reclamadas pelos réus.

Na comercialização atual, a Abiove informou que suas associadas passaram a atender individualmente às exigências dos mercados compradores. Para o produtor, as condições de aceitação da soja dependem das políticas de cada empresa. Já a sentença desta semana trata da disputa pelas perdas atribuídas ao antigo compromisso coletivo e encerra, nessa primeira instância, a tentativa de recuperação desses valores.

Isan Rezende

Com isso, os produtores representados pela Aprosoja-MT não receberão qualquer indenização das empresas ligadas à Moratória da Soja. A Aprosoja-MT buscava responsabilizar empresas e entidades por prejuízos que atribuía à moratória. Seu argumento era que agricultores que respeitavam a legislação ambiental também podiam ficar sem acesso a compradores por causa das exigências do acordo.

Leia Também:  Agro atinge recorde de R$ 168,6 bilhões, impulsionada por café, soja e leite

O presidente do Instituto do Agronegócio (IA), Isan Rezende, lamentou a decisão. “O encerramento da ação frustra a expectativa de reparação dos produtores que se consideram prejudicados pela Moratória da Soja. A cobrança da Aprosoja procurava dar uma resposta a quem cumpriu a legislação ambiental, investiu na propriedade e encontrou restrições para vender. A sentença encerrou esse pedido sem examinar os prejuízos alegados. Isso precisa ficar claro para o agricultor”, comentou.

“O problema comercial continua exigindo atenção. O produtor precisa saber, antes de plantar e de assumir compromissos, quais critérios serão usados para receber sua soja. Quem trabalha dentro da lei precisa de previsibilidade para investir. Também é necessário dar transparência às exigências dos compradores, para que o agricultor consiga avaliar suas alternativas de venda e os custos envolvidos”, disse Rezende.

“Agora, o setor precisa concentrar esforços para ampliar mercados e construir condições comerciais mais claras. Sair de um acordo coletivo não significa, necessariamente, abandonar as restrições de compra. Por isso, a representação dos produtores deve acompanhar as regras adotadas por cada empresa e buscar soluções que preservem o acesso aos mercados e a renda de quem produz”, recomendou o presidente do IA.

Fonte: Pensar Agro

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

RIO BRANCO

ACRE

POLÍCIA

FAMOSOS

MAIS LIDAS DA SEMANA