AGRONEGÓCIO
XXIII Feira Agropecuária de Campo Mourão destaca inovação e gestão para aumentar produtividade no campo
AGRONEGÓCIO
Feira Agropecuária de Campo Mourão une inovação e tecnologia
A XXIII Feira Agropecuária Integrado será realizada nos dias 27 e 28 de março, das 9h às 17h, no Eco Campus de Campo Mourão (Rua Lauro de Oliveira Souza, 440, Área Urbanizada II), com o tema “Inovação que gera produção no campo”. A entrada é gratuita, e a expectativa é receber cerca de 6 mil visitantes, incluindo produtores rurais, estudantes, moradores da região da Comcam e autoridades públicas.
O evento é promovido pelo Centro Universitário Integrado, BeAgro Integrado, Instituto Integrado de Ciência e Tecnologia (IN2) e Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR-PR).
Exposição e programação técnica
A feira reunirá cerca de 120 empresas de toda a cadeia agropecuária, apresentando soluções para produção vegetal e animal, além de tecnologias para aumentar a eficiência das lavouras. Entre as atrações, estão:
- Rodadas de negócios e palestras técnicas
- Apresentação de tratores novos e antigos
- Demonstrações técnicas de campo
- Espaço kids e brinquedos rurais
Praça de alimentação com música ao vivo
No dia 27 de março, às 19h30, o Secretário de Estado da Agricultura, Pecuária e Abastecimento do Paraná, Marcio Nunes, fará uma palestra sobre políticas públicas e incentivos à produção vegetal e animal no estado.
Órgãos como Fetaep, FAEP, Senar-PR, OAB e Ministério Público do Paraná também estarão presentes, e o evento conta com apoio da Mútua (caixa de assistência do CREA) e da Prefeitura de Campo Mourão.
I Feira de Ciências e premiação para estudantes
Uma novidade desta edição é a I Feira de Ciências, Tecnologia e Inovação, voltada a estudantes do Ensino Médio de escolas públicas e privadas de Campo Mourão. Os projetos submetidos abordam sustentabilidade no campo, e os vencedores serão premiados com:
- 1º lugar: R$ 1.000,00
- 2º lugar: R$ 700,00
- 3º lugar: R$ 500,00
“O evento é uma oportunidade para fazer networking, conhecer novidades do setor agropecuário e também um momento de lazer para a família”, destaca Marcelo Picoli. A edição de 2026 celebra ainda os 40 anos de fundação do Grupo Integrado.
Perspectivas e desafios para o agronegócio
O agronegócio brasileiro enfrenta em 2026 um cenário de margens mais estreitas, custos elevados e instabilidades geopolíticas, após anos de expansão impulsionada por preços altos e demanda externa.
Segundo Picoli, fatores como eficiência na gestão, resiliência climática, seguros agrícolas robustos e fortalecimento de cooperativas e compras coletivas são essenciais para manter a competitividade. Ao mesmo tempo, tendências como biocombustíveis, créditos de carbono, inteligência artificial e rastreabilidade ganham espaço como novas fronteiras de valor agregado.
“Em 2026, o Brasil reafirma sua posição como celeiro do mundo, mas a prioridade passa a ser a excelência na gestão, não apenas a força bruta da produção”, ressalta Picoli.
Soluções para estudantes e produtores
O evento contará com um espaço exclusivo da BeAgro Integrado, primeira vertical de agronegócio no Brasil, oferecendo suporte em ciência, tecnologia e desenvolvimento profissional para acadêmicos e produtores.
Além disso, o Centro Universitário Integrado mantém parceria com o Instituto Politécnico de Santarém (Portugal) para o programa de dupla titulação, permitindo que estudantes obtenham o diploma de Agronomia no Brasil e o de mestre em Agronomia em Portugal, ampliando oportunidades profissionais nos mercados nacional e europeu.
“Com todos esses atrativos, a XXIII Feira Agropecuária Integrado conecta visitantes às principais tendências do agronegócio e contribui para o desenvolvimento do setor no Brasil”, complementa Picoli.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
AGRONEGÓCIO
Produção de leite de búfala impulsiona renda e transforma propriedade rural em referência agroindustrial em Minas Gerais
O que começou como uma alternativa para diversificar a renda da propriedade rural se transformou em um empreendimento familiar de sucesso no interior de Minas Gerais. A produção artesanal de derivados de leite de búfala, iniciada na cozinha da própria fazenda, hoje coloca a Queijaria Brejaúba, em Dionísio, como referência regional em agroindustrialização e agregação de valor à produção rural.
O crescimento do negócio foi impulsionado pela participação da família no programa de Assistência Técnica e Gerencial (ATeG) Agroindústria de Derivados Lácteos e no Programa de Habilitação Sanitária do Sistema Faemg Senar, iniciativas voltadas à profissionalização e regularização das agroindústrias rurais mineiras.
Assistência técnica foi decisiva para expansão da atividade
Quando José Eduardo e Francinete Bicalho decidiram investir na produção de derivados de leite de búfala, o objetivo era criar uma nova fonte de receita para a propriedade. Com o apoio técnico especializado, o projeto ganhou escala e se consolidou como um negócio promissor.
Segundo os produtores, a capacitação oferecida pelo Sistema Faemg Senar foi fundamental para aprimorar tanto a produção quanto a gestão da agroindústria.
O aprendizado envolveu desde o desenvolvimento das receitas até a organização administrativa e comercial do empreendimento, permitindo que a atividade evoluísse de forma estruturada e sustentável.
Produção cresce mais de 2.500% em poucos anos
O avanço da atividade impressiona pelos números. A produção, que começou com apenas seis litros de leite por dia, alcança atualmente cerca de 160 litros diários, com um rebanho de 24 búfalas em lactação.
O aumento da escala produtiva veio acompanhado da diversificação do portfólio. Hoje, a queijaria produz queijo, requeijão, ricota, iogurte e doce de leite, ampliando as oportunidades de comercialização e geração de renda para a família.
O sucesso dos produtos junto aos consumidores locais impulsionou novos investimentos e fortaleceu o projeto de expansão da agroindústria.
Nova estrutura busca ampliar mercados e conquistar certificação
Com o crescimento da demanda, surgiu a necessidade de adequar a produção às exigências sanitárias e estruturais exigidas pela legislação.
Novamente, a família contou com o suporte técnico do Sistema Faemg Senar para planejar a construção da nova agroindústria e conduzir todo o processo de regularização.
A unidade está em fase final de implantação e foi projetada para atender aos requisitos técnicos necessários para obtenção do selo de inspeção regional, etapa considerada estratégica para ampliar a comercialização e acessar novos mercados.
Todo o processo foi acompanhado pela equipe técnica do Programa de Habilitação Sanitária do ATeG Agroindústria.
Negócio fortalece sucessão familiar no campo
Além dos resultados econômicos, a agroindústria contribuiu para fortalecer os laços familiares e incentivar a permanência das novas gerações no meio rural.
O filho do casal retornou à propriedade para atuar diretamente no empreendimento, enquanto a filha, que reside no exterior, desenvolveu a identidade visual da marca e auxilia na divulgação dos produtos.
A participação da família em diferentes áreas do negócio tem sido um dos pilares do crescimento da Queijaria Brejaúba, demonstrando como a agroindustrialização pode criar novas oportunidades de trabalho e renda dentro da própria propriedade rural.
Programa já acompanha centenas de agroindústrias mineiras
Desde sua implantação, em 2021, o Programa de Habilitação Sanitária do Sistema Faemg Senar já prestou assistência a 283 agroindústrias em Minas Gerais.
Na área de abrangência do Escritório Regional de Viçosa, 20 empreendimentos receberam acompanhamento especializado, contribuindo para a formalização, regularização e fortalecimento de pequenos negócios rurais.
O trabalho está integrado à Assistência Técnica e Gerencial (ATeG) das cadeias agroindustriais e oferece suporte em diversas áreas estratégicas para o desenvolvimento dos empreendimentos.
Regularização abre portas para novos mercados
Além do registro sanitário de estabelecimentos e produtos, o programa atua em questões relacionadas à adequação estrutural, regularização ambiental, rotulagem de alimentos e licenciamento de atividades rurais.
Os produtores também recebem orientações sobre Cadastro Ambiental Rural (CAR), uso de recursos hídricos, licenciamento simplificado e atendimento às exigências legais para comercialização.
Outro diferencial da iniciativa é a participação ativa na discussão e atualização de regulamentos voltados às agroindústrias rurais, especialmente às queijarias artesanais, promovendo maior segurança jurídica e oportunidades de mercado para os produtores.
O caso da Queijaria Brejaúba demonstra como a combinação entre assistência técnica, gestão eficiente e regularização sanitária pode transformar pequenas produções familiares em negócios sustentáveis, competitivos e preparados para crescer no mercado de alimentos de valor agregado.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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