Em um dos últimos atos à frente da gestão municipal, o prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom, acompanhado da primeira-dama Kellen Bocalom, do vice-prefeito Alysson Bestene e do secretário municipal de Infraestrutura, Cid Ferreira, realizou visita técnica às obras do programa habitacional “1001 Dignidades”, nos bairros Santo Afonso e Rosa Linda.
Com investimento aproximado de R$ 30 milhões em recursos próprios, a iniciativa tem como objetivo garantir moradia digna para famílias em situação de vulnerabilidade social, aliando qualidade construtiva, planejamento urbano e sustentabilidade.
“Estamos acompanhando o ‘1001 Dignidades’, que já tem 200 casas prontas e previsão de entrega até junho ou julho. O projeto cresceu e hoje soma 2.277 unidades”, afirmou o prefeito. (Foto: Val Fernandes/Secom)
Durante a visita, o prefeito destacou a evolução do projeto e a ampliação do alcance da iniciativa.
“Estamos aqui acompanhando de perto o ‘1001 Dignidades’, um projeto que nasceu com o sonho de construir mil e uma casas de madeira. Hoje, já temos 200 unidades prontas e a previsão é que, até junho ou julho, essas casas sejam entregues à população. O projeto cresceu e atualmente contempla 2.277 unidades, sendo 400 de madeira e as demais em alvenaria”, afirmou.
“Projeto que demonstra o compromisso da gestão com as pessoas, unindo planejamento, responsabilidade e uso sustentável da madeira”, pontuou. (Foto: Val Fernandes/Secom)
O vice-prefeito Alysson Bestene ressaltou a importância da continuidade administrativa para o avanço das ações.
“Esse projeto representa o compromisso de uma gestão séria, honesta e voltada para as pessoas. É a concretização de um sonho idealizado com planejamento e responsabilidade, incluindo o uso da madeira como alternativa sustentável”, pontuou.
“Mesmo com o inverno, já construímos 62 casas. O arruamento será retomado no verão, e as unidades estão sendo entregues com infraestrutura completa”, explicou. (Foto: Val Fernandes/Secom)
Mesmo diante dos desafios do período chuvoso, as obras seguem dentro do cronograma estabelecido. De acordo com o secretário Cid Ferreira, os trabalhos continuam avançando, especialmente na construção das unidades habitacionais.
Com cerca de R$ 30 milhões em recursos próprios, o projeto busca garantir moradia digna a famílias em vulnerabilidade, com qualidade, planejamento e sustentabilidade. (Foto: Val Fernandes/Secom)
“Apesar das dificuldades do inverno, já conseguimos erguer 62 casas. No momento, o arruamento está temporariamente suspenso, mas será retomado com a chegada do verão. As casas estão sendo entregues com toda a infraestrutura necessária, como abastecimento de água, energia elétrica e pavimentação”, explicou.
Com o programa “1001 Dignidades”, a Prefeitura de Rio Branco reforça o compromisso com a inclusão social e a melhoria da qualidade de vida das famílias. (Foto: Val Fernandes/Secom)
Com o programa “1001 Dignidades”, a Prefeitura de Rio Branco reafirma seu compromisso com a inclusão social, promovendo dignidade e qualidade de vida para centenas de famílias e contribuindo para o desenvolvimento urbano sustentável do município.
(Foto: Val Fernandes/Secom)
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(Foto: Val Fernandes/Secom)
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(Foto: Val Fernandes/Secom)
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(Foto: Val Fernandes/Secom)
(Foto: Val Fernandes/Secom)(Foto: Val Fernandes/Secom)
Para garantir o bem-estar e o desenvolvimento de aproximadamente 21 mil crianças, a Prefeitura de Rio Branco, por meio da Secretaria Municipal de Educação, coordena diariamente uma complexa operação de abastecimento da merenda escolar nas zonas rural e urbana do município. Este esforço contínuo visa assegurar a regularidade alimentar nas instituições de ensino, sendo respaldado por equipes técnicas que elaboram os cardápios e preparam estoques para atenuar eventuais impactos de logística.
A logística de distribuição obedece a um planejamento estratégico e descentralizado. Na zona rural, a própria Secretaria viabiliza a entrega dos produtos perecíveis e não perecíveis diretamente nas unidades educacionais. Já na rede urbana, a gestão fornece os itens não perecíveis, como feijão, arroz e óleo, enquanto os produtos perecíveis chegam às escolas diretamente por meio das fornecedoras contratadas. Há ainda o fornecimento de pães, conforme o cardápio, garantido por panificadoras locais credenciadas via chamada pública.
A distribuição dos alimentos é organizada conforme a localização das escolas, com entregas feitas pela Secretaria na zona rural e pelas fornecedoras na área urbana. (Foto: Secom)
Todo o fluxo de abastecimento segue critérios estritamente técnicos. Conforme os dados da coordenadora da Divisão de Alimentação Escolar DAE, Sthefanne Henry Fidelis Pinto Carvalhar, a Pauta Alimentar é construída sempre no ano anterior à sua respectiva execução. O planejamento baseia-se no Censo Escolar, considerando o quantitativo de alunos matriculados e a cobertura dos 200 dias letivos previstos.
Segundo as diretrizes do setor a Pauta Alimentar é feita com base nos cardápios planejados por modalidade de ensino e aprovados pelo Conselho de Alimentação Escolar- CAE.
A área técnica de nutrição elabora os cardápios, e a coordenação da DAE executa as frentes administrativas, que englobam a logística de distribuição, o recebimento dos alimentos e a gestão de contratos.
Para assegurar a regularidade nas refeições, a Prefeitura atua de maneira preventiva diante de desafios estruturais inerentes ao poder público, como a oscilação de preços e os prazos legais necessários para processos licitatórios e trâmites de reequilíbrio financeiro.
O diretor de gestão da Secretaria Municipal de Educação, Adauto Góes, destacou que a rede se prepara para manter a sua autonomia e o atendimento aos estudantes. “Todas as escolas de Rio Branco possuem uma mini mercearia no seu interior, o que garante o suprimento constante de itens não perecíveis nas despensas das unidades”, disse.
“A alimentação escolar mantém sempre uma fonte de proteína, com substituições planejadas conforme o cardápio e as necessidades de cada faixa etária”, esclarece Adauto. (Foto: Mateus Machado/Secom)
Outro ponto fundamental para manter a pontualidade das refeições diárias são as adequações de cardápio diante de imprevistos na entrega de empresas parceiras. O diretor explicou que as eventuais substituições ocorrem de forma técnica e estruturada.
“A criança vai, come sardinha, come ovos, come frango. Mas nunca as escolas ficam sem uma proteína. É uma substituição estratégica”, esclareceu. Ele ainda reforçou também que, algumas variações nos pratos servidos refletem o planejamento nutricional previamente estabelecido, respeitando, por exemplo, a restrição ao consumo de peixe nas creches para evitar acidentes com espinhas.
O abastecimento da alimentação escolar é planejado com antecedência, com base no Censo Escolar, no número de alunos matriculados e nos 200 dias letivos. (Foto: Secom)
Fortalecendo as diretrizes de alimentação saudável, a gestão municipal celebrou recentemente a ampliação da parceria com a agricultura familiar. Com a conclusão do credenciamento, o município já está adquirindo alimentos cultivados diretamente por associações e produtores rurais locais. Itens frescos, a exemplo de banana, mamão, mandioca, abóbora e cheiro-verde, já estão compondo as refeições diárias nas escolas.
Destacando que a rede municipal de ensino alcançou a posição de segunda melhor capital do país no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), o diretor de gestão reafirma o compromisso permanente e cuidadoso com os alunos enquanto estão sob a responsabilidade do município nas unidades escolares.
“A nossa secretaria trabalha, resumindo, diuturnamente, no afã de dar tudo que essas crianças precisam”, finalizou o diretor.
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