AGRONEGÓCIO
Tereos abre inscrições para curso gratuito de capacitação profissional no setor agrícola em São Paulo
AGRONEGÓCIO
A Tereos, uma das principais empresas do setor sucroenergético mundial, está com inscrições abertas para uma nova edição do programa Qualifica+, iniciativa voltada à capacitação de profissionais interessados em ingressar ou ampliar sua atuação nas operações agrícolas da companhia.
O curso será realizado nos dias 29 e 30 de junho, no município de Tanabi (SP), e disponibiliza 20 vagas gratuitas para moradores de Tanabi, Palestina, Orindiúva, Nova Granada e cidades da região.
Capacitação para atender à demanda do agronegócio
O programa foi desenvolvido para preparar profissionais para as atividades desenvolvidas no campo, combinando conteúdos teóricos e experiências práticas. Durante a formação, os participantes terão contato direto com a rotina das operações agrícolas, conhecendo processos, tecnologias e oportunidades de carreira dentro do setor sucroenergético.
A iniciativa é destinada a homens e mulheres com idade entre 25 e 60 anos que desejam ampliar seus conhecimentos e aumentar suas chances de inserção no mercado de trabalho rural.
Desenvolvimento profissional e geração de oportunidades
Além de contribuir para a qualificação da mão de obra local, o Qualifica+ faz parte da estratégia da Tereos de fortalecer o desenvolvimento socioeconômico das comunidades onde mantém operações.
A expectativa é que a formação contribua para ampliar o acesso a oportunidades profissionais em um dos segmentos mais importantes do agronegócio brasileiro, que segue demandando trabalhadores qualificados para atender ao avanço da mecanização e da tecnologia no campo.
Como participar
Os interessados devem realizar a inscrição até o dia 12 de junho de 2026 por meio de formulário online disponibilizado pela empresa.
Com foco na formação técnica e no desenvolvimento de talentos locais, o programa reforça o compromisso da Tereos com a capacitação profissional, a geração de emprego e o fortalecimento do setor agrícola nas regiões onde atua.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
AGRONEGÓCIO
Manejo do pasto antes da seca é decisivo para garantir produtividade da pecuária até outubro
Com a chegada da temporada de seca no Brasil, que deve se estender até meados de outubro, pecuaristas intensificam o planejamento para garantir oferta de forragem de qualidade ao rebanho durante o período de estiagem. O manejo antecipado das pastagens torna-se essencial para preservar a produtividade da pecuária de corte e leite, evitando perdas nutricionais e aumento dos custos com suplementação alimentar.
A fase de transição climática já reduz naturalmente o ritmo de crescimento do capim, exigindo ações rápidas por parte do produtor rural. Especialistas alertam que atrasar o manejo pode comprometer diretamente a capacidade produtiva das fazendas e reduzir o desempenho animal ao longo dos próximos meses.
Segundo Thaís Lopes, gerente de Marketing Regional da Linha Pastagem da Corteva Agriscience, o controle de plantas daninhas é um dos principais fatores para garantir eficiência no pasto durante a seca.
“As invasoras competem diretamente por água e nutrientes do solo, reduzindo o desenvolvimento das forrageiras justamente no momento em que elas precisam acumular massa foliar para sustentar o rebanho na estiagem”, explica.
De acordo com a especialista, o manejo adequado das áreas de pastagem permite ao produtor ampliar a produção de arrobas por hectare e preservar o potencial produtivo da propriedade mesmo em condições climáticas adversas.
Planejamento do pasto reduz impacto da estiagem na pecuária
Além do controle das invasoras, práticas de manejo estratégico, como divisão de áreas em piquetes e ajuste da lotação animal conforme a capacidade da forrageira, ajudam a melhorar o aproveitamento do capim.
A técnica permite que a planta tenha tempo adequado para recuperação e crescimento, favorecendo maior oferta de alimento ao rebanho durante o período seco.
“A pecuária exige planejamento contínuo. O manejo realizado agora impacta diretamente os resultados econômicos da seca. A falha no cuidado com o pasto hoje pode gerar prejuízos importantes no desempenho animal amanhã”, destaca Thaís Lopes.
Tecnologia no campo fortalece manejo das pastagens
Para ampliar a eficiência no controle de plantas daninhas, a Linha Pastagem da Corteva vem investindo em novas tecnologias voltadas ao manejo de invasoras de folhas largas.
Entre as inovações está a molécula Aminociclopiracloro (ACP), utilizada em soluções desenvolvidas para reduzir a matocompetição nas áreas de pastagem. A tecnologia atua no controle de plantas infestantes que competem por água, luz, nutrientes e espaço, fatores que comprometem diretamente o vigor das forrageiras.
Entre os produtos disponíveis estão os herbicidas Navius® e Juvix®.
O herbicida Navius® possui formulação granulada homogênea, sem odor e de fácil diluição. A solução combina os ingredientes ativos Aminociclopiracloro e Metsulfurom-metílico, com ação sistêmica absorvida rapidamente por folhas e raízes. O produto é indicado para o controle pós-emergente de plantas daninhas herbáceas, semi-arbustivas e arbustivas em pastagens já implantadas.
Já o Juvix® é voltado ao controle de plantas de folhas largas de difícil manejo. O produto possui formulação líquida e aplicação localizada no toco da planta roçada, em cortes de até 10 centímetros do solo.
Segundo a Corteva, testes de campo apontaram ganho de até 40% de performance em determinadas plantas infestantes quando comparado aos tratamentos convencionais. A solução também proporciona maior rendimento operacional, reduzindo tempo e demanda de mão de obra nas aplicações.
Pastagem bem manejada garante sustentabilidade econômica da atividade
Especialistas reforçam que investir em manejo adequado, recuperação de áreas degradadas e uso de tecnologias no controle de invasoras é fundamental para aumentar a eficiência agronômica e fortalecer a sustentabilidade econômica da pecuária brasileira.
“O produtor que investe em boas práticas consegue transformar áreas de pastagem em ativos de alta produtividade, garantindo maior competitividade e estabilidade da atividade pecuária mesmo durante a seca”, finaliza Thaís Lopes.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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