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TJAC se consolida como referência em inovação durante o Expojud

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Iniciativas despertaram o interesse de representantes de tribunais e outras instituições do país; estande recebeu mais de 500 visitantes, muitos deles em busca de possíveis parcerias

Ao longo de três dias, o Tribunal de Justiça do Acre (TJAC) pôde mostrar ao Sistema de Justiça o que tem desenvolvido em diferentes áreas para proporcionar melhores serviços à sua equipe e, ao mesmo tempo, à população. São iniciativas que tratam de governança, liderança, proteção dos direitos humanos, sustentabilidade, saúde e bem-estar. Tudo isso aliado à tecnologia e à gestão pública humanizada.

O Judiciário acreano foi um dos destaques do 10º Congresso de Tecnologia, Inovação e Direito para o Ecossistema da Justiça (Expojud), considerada maior feira jurídica do país. O evento ocorreu entre os dias 6 e 8 de outubro, no Centro Internacional de Convenções do Brasil (CICB), em Brasília, e reuniu mais de 100 instituições públicas e privadas.

Em sua segunda participação, o TJAC apresentou quatro iniciativas: o projeto Humanize, voltado à aplicação dos precedentes da Corte Interamericana de Direitos Humanos (Corte IDH); o programa Plantando o Futuro, que prevê o plantio de 15 mil árvores; o Magistrado Gestor, projeto que busca preparar juízas e juízes para funções de liderança; e o programa de Assistência à Saúde Mental, onde se alia tecnologia e bem-estar, por meio de diversas ações.

O juiz auxiliar da Presidência, Giordane Dourado, que acompanhou os três dias de atividades, considera que o TJAC sai desta edição do Expojud como uma referência nacional. “As pessoas aqui na feira elas nos cumprimentam, nos procuram, quando falamos que somos do Acre. Estão procurando o nosso estande pela qualidade dos nossos projetos e pelo potencial que eles têm de, efetivamente, contribuir e melhorar o Sistema de Justiça”, declarou.

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Essa impressão é compartilhada pelo secretário-geral do TJAC, Júnior Martins. O gestor ressaltou o interesse de tribunais e outras instituições em adquirir as soluções desenvolvidas pelo Judiciário acreano. Mais de 500 representantes passaram pelo estande, muitos deles interessados em possíveis parcerias. “Conseguimos mostrar a qualidade dos nossos projetos”, frisou.

Oportunidade de aprendizado

O congresso também serviu como espaço de diálogo, descobertas e troca de experiências. A secretária de Infraestrutura, Ana Paula Carrilho, ficou surpresa com a variedade de atividades oferecidas. Ao todo, foram mais de 30 horas de capacitações, entre palestras, painéis, oficinas e apresentações de cases. “A gente sai daqui com muitas ideias e com muitas possibilidades de parceria. Conseguimos levar ferramentas e soluções eficazes que atendem o nosso público”, assegurou.

De acordo com o secretário de Governança e Gestão Estratégica, Hélio Carvalho, o congresso representou “uma oportunidade singular para o tribunal, pois pode vir nessa feira de negócios jurídicos e apresentar suas inovações, assim como ter a oportunidade de conhecer as inovações que são trazidas por todos os órgãos públicos do Sistema de Justiça”, pontuou.

Para quem participou pela primeira vez, como a coordenadora de Bem-Estar e Saúde, Dala Nogueira, faltam palavras para descrever o que foram esses três dias de evento, principalmente pela rede de relacionamentos construída. “Eu acho que vai ficar pra minha vida essa experiência. Já temos muitas conversas agendadas. Agora, vamos aguardar e prospectar ainda mais”, confessou.

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Acre como símbolo de inovação

Quem passou pelo estande do TJAC se surpreendeu com as soluções apresentadas e com a qualidade da exposição organizada pela equipe. O servidor da Advocacia-Geral do Estado de Minas Gerais (AGE-MG), Yan Matos, demonstrou interesse pelo programa de Assistência à Saúde Mental. “Se aplica bastante à instituição nossa lá. Ajuda, pelo menos, a identificar os casos e poder trabalhar de forma individual para que consiga melhorar o ambiente institucional”.

A técnica judiciária do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT), Alice Sembingi, evidenciou a preocupação do Judiciário acreano com a qualidade de vida dos profissionais que atuam, direta ou indiretamente, na instituição. “É uma barreira difícil da gente romper, de atender a mais. Esse acolhimento foi o que me chamou mais atenção, pela universalidade do cuidado. Estão de parabéns”, afirmou.

Entusiasta dos trabalhos expostos, a corregedora-geral do Ministério Público do Acre (MPAC), Patrícia Rêgo, destacou a dedicação da atual administração ao desenvolvimento e à adoção de novas soluções e tecnologias. “A gente sabe que o presidente [Laudivon Nogueira] tem colocado isso na agenda prioritária do Tribunal”, salientou.

Segundo a procuradora de Justiça, esse investimento tem apresentado resultados, e uma demonstração disso são as quatro iniciativas expostas nesta edição do Expojud. “Vejo que a nossa presença regional, os símbolos da nossa Amazônia, estão aqui [nos projetos]. Traz a nossa perspectiva de inovação. Aqui [no evento] é um espaço importante pra gente mostrar o nosso esforço e compartilhar”, enfatizou.

Fotos: William Azevedo/Secom TJAC

Fonte: Tribunal de Justiça – AC

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TJAC participa de debates sobre desafios do Judiciário no Consepre

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Encontro, realizado em Curitiba, promove diálogo entre tribunais sobre segurança institucional e jurídica e amplia a troca de experiências entre diferentes áreas do Judiciário

O desafio de fortalecer o Judiciário diante de questões que ultrapassam os limites de cada tribunal marcou o segundo dia do XXII Encontro do Conselho de Presidentes dos Tribunais de Justiça Estaduais e Militares (Consepre), que teve abertura na quarta-feira, 7, e deu continuidade aos diálogos nesta quinta-feira, 8, em Curitiba. Segurança institucional, segurança jurídica e enfrentamento ao crime organizado estiveram entre os principais temas debatidos, em uma programação que também abriu espaço para o compartilhamento de experiências e soluções desenvolvidas pelos tribunais.

O encontro contou com a participação do vice-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Alexandre de Moraes, que abordou o papel do Poder Judiciário na preservação da segurança institucional, jurídica e da sociedade, com atenção especial aos desafios impostos pelo avanço do crime organizado.

Ao tratar da atuação da Justiça Estadual, o ministro ressaltou a proximidade desses tribunais com a população e as responsabilidades assumidas pelo Poder Judiciário a partir da Constituição Federal de 1988. Nesse contexto, destacou que a preservação da estrutura e da autoridade das instituições é uma condição para que a Justiça possa exercer suas demais atribuições.

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Para o presidente do Consepre e do Tribunal de Justiça do Estado do Ceará (TJCE), desembargador Heráclito Vieira de Sousa Neto, a participação de tribunais de diferentes regiões permite ampliar a compreensão sobre os desafios enfrentados pelo Judiciário e encontrar caminhos construídos a partir de experiências concretas.

A mesma perspectiva foi destacada pelo presidente do Tribunal de Justiça do Acre (TJAC), desembargador Laudivon Nogueira. Para ele, a troca entre as instituições permite que cada tribunal não precise enfrentar isoladamente problemas que, muitas vezes, são compartilhados em diferentes estados.

“Um encontro como o Consepre nos permite olhar para os desafios do Judiciário para além da realidade de cada tribunal. Quando compartilhamos experiências, práticas e aprendizados, ampliamos nossa capacidade de encontrar soluções e de avançar juntos. Essa construção coletiva fortalece as instituições, aproxima os tribunais e contribui para que possamos oferecer uma prestação jurisdicional cada vez mais efetiva à sociedade”, afirmou.

Experiências que atravessam as áreas

A integração também ocorreu entre as equipes que atuam diretamente na gestão dos tribunais. Reuniões setoriais reuniram juízes auxiliares da Presidência, secretários-gerais e gestores das áreas de Comunicação, Tecnologia da Informação e Finanças, criando espaços específicos para discutir desafios, compartilhar iniciativas, dar encaminhamentos de atuação conjunta, e conhecer soluções adotadas em diferentes instituições.

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O encontro amplia a proposta do Consepre para além das discussões entre presidentes. Ao aproximar profissionais que lidam diariamente com questões semelhantes, o evento favorece a circulação de conhecimento e a identificação de práticas que podem ser aperfeiçoadas ou adaptadas às diferentes realidades dos tribunais. 

O XXII Consepre será encerrado nesta sexta-feira, 9, com a leitura da Carta de Curitiba. O documento reunirá as principais reflexões e recomendações construídas ao longo do encontro, consolidando os temas considerados prioritários para o fortalecimento e o aprimoramento do Judiciário brasileiro.

Fonte: Tribunal de Justiça – AC

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