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Governo realiza vistoria técnica na ZPE e avança em adequações para instalação de indústrias no Acre
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O governo do Acre, por meio da Secretaria de Estado de Indústria, Ciência e Tecnologia (Seict), realizou, na quinta-feira, 7, uma vistoria técnica na Zona de Processamento de Exportação (ZPE), em Senador Guiomard. A agenda teve como foco acompanhar as adequações estruturais realizadas para o funcionamento pleno do espaço. A visita também tratou de medidas voltadas à atração de novos investimentos, já que duas indústrias demonstram interesse.
Na ocasião, foram discutidas estratégias para fortalecer a competitividade da ZPE e ampliar os incentivos oferecidos ao setor industrial. Outro ponto debatido foi a localização estratégica do empreendimento, próximo aos portos peruanos no Pacífico, considerada uma das principais vantagens logísticas do estado. A programação incluiu ainda avaliação das mudanças relacionadas ao novo acesso da ZPE e das adequações realizadas na área alfandegada da estrutura.
Titular da Seict, Márcio Agiolfi, destacou que o governo trabalha para consolidar um ambiente seguro e competitivo para novos investimentos. “Trabalhamos para garantir que a ZPE tenha condições operacionais de receber empresas e ampliar sua capacidade. O Acre possui um posicionamento estratégico importante para o comércio exterior, e o objetivo é transformar esse potencial em desenvolvimento, geração de emprego e fortalecimento da produção local”, afirmou.
Agenda pautada em discussões sobre estratégias para fortalecer competitividade da ZPE e ampliar incentivos à indústria. Foto: cedidaSegundo o diretor de Assuntos Aduaneiros da ZPE, Marcos Moraes, as adequações estruturais seguem em andamento para atender exigências técnicas e operacionais. “Estamos realizando melhorias na área administrativa e avançando na contratação de um software exigido pela Receita Federal e Ministério da Agricultura e Pecuária. Essas ferramentas são fundamentais para dar mais agilidade aos processos e garantir suporte adequado às indústrias que vão operar na área”, afirmou.
A Zona de Processamento de Exportação é uma área de livre comércio destinada à instalação de empresas voltadas à produção de bens para exportação, com benefícios tributários, cambiais e administrativos. Ao todo, a ZPE possui uma área de 130 hectares com 117 terrenos disponíveis para a instalação de plantas industriais de grande e médio porte. O foco do modelo estimula a industrialização no estado e amplia a competitividade das empresas no mercado internacional.
Fonte: Governo AC
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Secretaria de Governo media reunião interinstitucional para tratar denúncias de desmatamento no Seringal Andirá
A Secretaria de Estado de Governo do Acre (Segov) recebeu da Associação Nacional de Apoio aos Pequenos e Médios Moradores do Campo, Trabalhadores Rurais, Comerciários Rurais, Empreendedores Rurais, Extrativistas e Pescadores (Anaep/BR) um pedido de providências urgentes diante do avanço do desmatamento e da degradação ambiental no Seringal Andirá.
No documento, a entidade relata preocupação com a retirada irregular de vegetação nativa, invasões e práticas de exploração madeireira que vêm causando impactos ambientais na região, entre outras situações, que incluem a possível presença do crime organizado na região.
A pauta foi debatida durante reunião na Segov, nesta quinta-feira, 7, mediada pelo secretário Luiz Calixto, com a participação de representantes do Instituto de Meio Ambiente do Acre (Imac), Batalhão de Policiamento Ambiental da Polícia Militar, Ministério Público do Meio Ambiente (MPAC), Defensoria Pública, Ibama e Incra.

Em sua fala, Calixto destacou o compromisso do governo em buscar soluções conjuntas para enfrentar a situação.
“Essa é uma pauta sensível e que exige diálogo, responsabilidade e atuação integrada dos órgãos competentes. O governo está comprometido em acompanhar a situação e construir encaminhamentos que garantam a proteção ambiental e a segurança das comunidades da região”, afirmou o secretário.
Durante o encontro, foram apresentados relatos, documentos, gráficos e mapas que retratam as atividades irregulares que têm causado a degradação do solo, riscos de contaminação de recursos hídricos e impactos diretos às comunidades que dependem das atividades extrativistas e rurais na região.

O alerta se estende aos prejuízos ambientais e sociais provocados pelo avanço do desmatamento desordenado, incluindo a perda da fauna e da flora, erosão do solo, comprometimento das fontes de água e dificuldades enfrentadas pelas famílias que vivem da produção tradicional.
Ao final da reunião, os órgãos participantes encaminharam a necessidade de intensificar o acompanhamento na área e fortalecer ações de fiscalização e proteção ambiental no Seringal Andirá em uma operação conjunta na região.
“Nosso papel é promover o diálogo entre as instituições e buscar soluções responsáveis para garantir a preservação ambiental e a segurança das famílias que vivem na região. O governo está atento e comprometido com essa questão”, concluiu Calixto.
Fonte: Governo AC
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